Viu a cunhada nua, ela topou, a esposa viu e aí…


Triângulos que se formam sem qualquer planejamento têm tudo para dar certo… ou não!
(escrito por Kaplan)
Eurico e Carla eram casados já há cinco anos. Não tinham filhos, e viviam bem, pois ambos trabalhavam e seus salários eram pra lá de ótimos. Passeavam muito, o sexo era bom. Mas conversavam muito sobre isso, tinham amigos e amigas que vivenciavam experiências interessantes como ménage, swing, bissexualidade… e sempre ficavam na expectativa de que, um dia, poderia acontecer alguma coisa com eles nesse sentido. Só não imaginavam quando isso poderia ocorrer e muito menos com quem.

E aconteceu sem que eles planejassem. Aconteceu dentro de sua própria casa e o resultado foi inesperado.

Isso porque a irmã de Carla, Norma, veio visitá-los e ficaria alguns dias na casa deles. Carla sempre comentara com o marido sobre Norma e seus outros dois irmãos. E dizia que ela era da pá virada, aprontava todas. Era solteira, tinha 23 anos, não era magrela, pelo contrário, tinha umas gordurinhas e não estava nem aí pra isso. Nada de academias, dietas… tudo era classificado por ela como tormentos. Vivia sem grilos com suas gordurinhas. 
Que cunhada mais gostosa!!!

E aconteceu que, num sábado em que ela estava visitando o casal, Carla tinha ido ao salão e Eurico estava em casa. Cunhada e cunhado conversavam bastante e, depois, ela falou que ia tomar banho.

Saiu da sala e dirigiu-se ao banheiro. Eurico ainda ficou ali uns minutos e depois dirigiu-se para o quarto de casal. Teria de passar pela porta do banheiro social e quando passou, viu-a semi-aberta e a cunhada completamente nua se preparando para entrar no boxe. Parou, extasiado. Ela tinha uma bunda fenomenal! 

Ele não resistiu, entrou no banheiro, assustando a cunhada que tentou proteger os seios e a xoxota, mas, vendo que a bermuda dele era reveladora da excitação em que Eurico ficara, ela “desprotegeu-se” e ele pôde ver os seios e a xoxota dela também.

E ela mostrou que, realmente, era da pá virada.

– Cunhado… mas você ficou assim só porque me viu pelada?

– E tinha algum motivo melhor?

– Gracinha… merece um presente pelo elogio que me fez… 
Mas o que estou vendo???

E abaixou a bermuda dele, ajoelhou-se e começou a fazer um boquete. Foi demorado, muito demorado e os dois estavam tão extasiados que nem perceberam o barulho das chaves. Era Carla que voltava do salão e, ao se dirigir ao quarto, viu a porta do banheiro aberta e aquela cena: a irmã dela chupando o pau do marido.

Boquiaberta, ela protestou, perguntando o que era aquilo.

Eurico ficou verde, não sabia onde se esconder. Mas Norma ficou calma e disse que havia sido um acidente, mas… já que a irmã vira, que tal ajudá-la no boquete?

Norma e Eurico entreolharam-se. E parece que a mesma ideia tomou conta dos dois, simultaneamente. Afinal, já não tinham conversado sobre ménages? Já não estavam na expectativa de que isso poderia acontecer com eles? E ali estava a resposta! Quem, melhor do que a cunhada, para ser o terceiro elemento de um ménage?

Então ela se ajoelhou ao lado da irmã e as duas ficaram chupando o pau do Eurico, que achou fascinante o que estava acontecendo. Mas sentiu que o banheiro estava ficando pequeno demais e convidou-as a irem para a sala, no que foi atendido.

Lá, ele e a cunhada despiram Carla e as duas, por sua vez, arrancaram a bermuda e dele.

– Posso ser a primeira? Perguntou Norma, e Carla consentiu. 
 
Este é o triângulo perfeito…


Então, Norma se ajoelhou no sofá, Eurico se ajoelhou atrás dela e Carla ficou sentada no braço do sofá, à frente de Norma. E ficou vendo o marido enfiar o pau na xoxota da irmã e sacudi-la com suas bombadas.

E teve a surpresa de ver Norma aproveitar aquela posição para dar umas lambidas na xoxota dela, causando-lhe arrepios. Nunca imaginara tal coisa! E era gostoso! E Eurico quase gozou ao ver as lambidas que a cunhada dava em sua esposa.

Sem se preocupar em ter orgasmo naquele momento, Norma cedeu o lugar para Carla, que foi, então, comida pelo marido e os dois chegaram ao gozo, em grande parte devido à adrenalina provocada por aquela situação não imaginada por eles.

– Bem, gente, isso foi ótimo. Mas eu ia tomar banho, então estou indo…

O casal ficou ali no sofá, deitado, ruminando o que tinha acontecido. E resolveram que Norma não iria mais dormir no quarto de hóspedes. Dormiria na mesma cama com eles…

No segundo dia, ela levou a amiga para um cantinho que só ela conhecia, depois teve de tudo!


Eu não entendo porque se critica  o relacionamento entre garotas.
(escrito por Kaplan)
As férias chegaram e Ionara convidou sua amiga mais querida, Miriam, para passar uns dias no sítio da família. Miriam aceitou, era uma chance de estar com sua amiga durante vários dias, e até imaginava o que poderia acontecer. Elas se amavam muito!

Foram num fim de semana, mas os pais de Ionara foram também. E aquilo, em vez de esfriar as duas, esquentou-as mais ainda. 
Estou custando a aguentar… vontade de você!

Aproveitando o sol, as duas colocaram seus biquínis e passaram a manhã toda na piscina, conversando baixinho, fazendo planos.

– Miriam, vai ser difícil durante o dia, mas à noite, vamos dormir juntas e aí poderemos cuidar de nós… sacou? Só não podemos fazer barulho…

– Mal vejo a hora de anoitecer.

Umas “casquinhas” foram tiradas quando elas passaram protetor solar uma na outra. Olhando atentamente para a porta, para ver se alguém chegava, as mãos percorreram os corpos uma da outra com sensualidade, tocaram nas xotinhas, afagaram os seios… era enlouquecedor!

Mas, à noite, uma decepção: a mãe de Ionara colocou as duas em quartos separados. A noite de sábado para domingo foi dramática, com as duas se masturbando, cada uma em seu quarto. Então, Ionara teve a ideia, assim que levantaram, de sair com a amiga “para mostrar o sítio pra ela, mãe!” O sítio era enorme e tinha locais que ela conhecia muito bem, bastante secretos, com privacidade e ali elas poderiam se amar.

Ela levou uma toalha, e explicou pra mãe curiosa que era para elas poderem sentar, caso ficassem cansadas de andar. Miriam tinha de se segurar para não explodir em gargalhadas, vendo como a amiga enganava sua mãe.

Então saíram e, de fato, enquanto estiveram perto da casa, portanto, enquanto ainda podiam ser vistas, ela foi mostrando o pomar, a horta, o galinheiro. Elas nem sequer se davam as mãos, para despistar bastante.

E então, a casa sumiu da vista delas, o que significava que a chance de elas se beijarem e tudo o mais aumentou. Depois de alguns beijos, para matarem a saudade, chegaram a um cantinho mais reservado e foi ali que ela estendeu a toalha e as duas se deitaram, de mãos dadas, sorrindo uma para a outra. Finalmente estavam a sós!
Até que enfim, minha delícia!

Beijos e mais beijos, mãos que roçavam seus corpos, seios beijados e biquinhos apertados, xotinhas tocadas, lambidas… tudo que elas podiam e gostavam de fazer, foi feito ali, sem preocupação de serem vistas. Sabiam que os pais, já idosos, não se arriscariam a ir procurá-las, era muito chão que teriam de percorrer.

Foram longos minutos que elas ficaram ali, e mais ficariam se, olhando o relógio, viram que era hora de voltar, pois, dali a pouco tempo o almoço estaria pronto. Não era bom atrasar, para não despertar suspeitas.

A sorte das duas é que já tinham combinado com os pais que elas ficariam mais alguns dias, para se recuperar do estresse de fim de semestre na faculdade. Tanto é que haviam ido em dois carros. No final da tarde do domingo, os pais foram embora. 
A mãe havia providenciado comida para elas ficarem mais uns três dias, deixou no congelador e elas teriam o trabalho de, apenas, descongelar e esquentar. Depois das mil e uma recomendações, eles se foram e as duas, finalmente, estavam a sós.

Passaram a noite juntas, dormiram pouco, porque as carícias, os beijos, as mãos… tudo isso rolou bastante na cama. A felicidade das duas era algo indescritível. 
Somos duas Evas no paraíso…

Na manhã de segunda, foram para a piscina e não tiveram a preocupação de colocar biquínis. Entraram nuas, nadaram nuas e se pegaram bastante.
Mais beijos, muitos… e mãos nos seios, e chupadinhas nos biquinhos…

Miriam queria mais, sentou-se na borda da piscina e ficou com sua xotinha pronta para receber beijos e dedos de Ionara, que se desdobrou para dar o maior prazer possível para a amiga. E conseguiu, porque logo ela se estirava na borda da piscina, gemendo loucamente.

– Sobe aqui, Ionara… quero fazer o mesmo com você!

Foi a vez de Ionara quase desfalecer de prazer graças à língua e aos dedos de Miriam em sua xotinha.

Saíram da piscina e sentaram-se num banco, para que o sol as enxugasse.

– A gente podia morar aqui para sempre, hein?

– Nem me fale… por você eu largaria a faculdade, largaria tudo. A gente ia viver muito feliz aqui, mas nossos pais teriam de saber, né? Do contrário, morreríamos de fome.

– Iriam nos encontrar, nuas, na cama? Ou na piscina? Ou naquele cantinho onde você me levou no domingo?

Ionara deu uma gargalhada.

– Estamos enlouquecendo? Dizem que se morre de amor, mas acho que eu não gostaria de experimentar isso não!

– Mas olha o que eu poderia fazer todo dia!
Mate-me de amor, meu amor…

E assim falando, Miriam levantou-se do banco, sentou-se entre as pernas de Ionara e mandou ver numa chupada e tanto na xotinha dela. Foi tão gostosa aquela chupada que Ionara prendeu a cabeça da amiga com suas coxas na hora em que gozou.

– Miriam, que loucura… já te contei que namorei outras meninas, mas nunca consegui prazer tão grande quanto com você! Se eu fosse homem estaria aqui com meu pau duro, jorrando porra pra tudo quanto é lado!

– Credo, que comparação horrível!

– Nunca vou querer que a gente se separe, viu? Quero que a gente se ame muito, até ficarmos velhinhas!

– Pode acreditar, meu amor. Mas vamos comer? Fiquei com fome…

Entraram as duas, nuas, e foram esquentar o almoço que a mãe tinha deixado. Depois de almoçarem, deitaram-se e dormiram, profundamente. Acordaram lá pelas 17 horas, foram ver televisão, deitadas no tapete e com um edredon a cobri-las, pois começava a esfriar um pouco.

Mais uma saraivada de beijos e amassos aconteceu ali…

Ficaram vendo televisão até anoitecer e dormiram ali mesmo.

Na terça feira, repetiu-se quase tudo: piscina, mil beijos, mil amassos.   
Ah… eu me acabo…

Depois do almoço, mais um cochilo e, quando acordaram, Miriam pediu que Ionara lhe fizesse uma massagem. A amiga atendeu e pode-se imaginar o que rolou. Depois de massagear a bundinha, os seios, a xotinha… o desejo tomou conta das duas e elas se engalfinharam na cama, lambuzando-se de óleo, beijando-se, chupando-se. Ficaram tão esgotadas, que dormiram, à noite, nos quartos separados, pois não queriam arriscar-se a mais uma noitada acordada…

Na quarta feira elas voltaram. Estavam muito felizes e satisfeitas com os quatro dias passados no sítio. E sabiam que voltariam em qualquer fim de semana daquele mês…

Foram de moto para um matinho bem escondido


Se não tem carro para ir ao motel, vá de moto a um matinho escondido… talvez seja até melhor, é de graça!!!
(escrito por Kaplan) 
Numa cidade do interior, não muito pequena, mas com seus 30.000 habitantes, Fábia, uma bela morena de 24 anos, solteira, que se mudara da capital havia alguns meses, angustiava-se com a falta de programas. Habituada às baladas da capital, tinha de ficar restrita, agora, a programas de televisão e a pequenas festividades tradicionais da cidade.

Foi então que, numa dessas festas, ficou conhecendo Sinésio, boa pinta, da mesma idade que ela.

Logo se enturmaram e daí veio a vontade de fazer sexo. Só que nenhum dos dois tinha carro. Até que havia um motelzinho na saída da cidade, mas ir a pé não dava; pegar um taxi, eles ficariam falados na cidade inteira e até o padre iria recriminá-los. Teriam que transar em local afastado, e aí vinha o problema do veículo…

A sorte deles foi que um amigo do Sinésio comprou uma moto, pequena, nada de coisa exagerada. E Sinésio pediu-a emprestada um dia e o amigo concordou. Ele então combinou o melhor dia com Fábia, pegou a moto, eles se encontraram e ele a levou estrada a fora. Graças aos capacetes, ninguém sabia quem estava na moto… 
Boquete ao ar livre, ao lado da moto… hummm….

Pegaram uma estrada pouco frequentada e procuraram um local adequado. Havia, num ponto da estrada, uma pequena clareira, bem protegida pela vegetação e foi ali que eles pararam.

E não perderam tempo, ela foi logo tirando o shortinho, teve sua bunda lambida e beijada por ele que também tirou a calça e foi devidamente chupado por ela.

E aí, transaram bonito. Ela se apoiou na moto, empinou o bumbum e ele penetrou em sua xotinha, por trás e começou a bombar.

Para Fábia, era uma sensação muito boa. Havia transado muito quando morava na capital e aquela era a primeira transa depois que se mudara. Estava já quase subindo pelas paredes e finalmente podia trepar bonito, com um cara bacana e que tinha uma bela pica.

Ele a comeu bastante naquela posição, e depois variaram, ele sentou-se no chão e ela o cavalgou até gozarem, os dois. 
A moto, a bunda, os seios… que foto!

Não foram embora logo não. Ficaram ali conversando, ela pôs a calcinha, ele continuou pelado e tirou uma foto dela ao lado da moto.

– Essa moto tem de ficar na história, junto com você, Fábia. Que dia fantástico ela nos está proporcionando!

Ela riu, achou engraçado o comentário dele. Ele ficou passando as mãos nas pernas e na bunda dela e falou, logo depois.

– Olha aqui, Fábia, tem alguém querendo mais…

Apontou para seu pau e ela alegrou-se ao vê-lo rijo novamente.

– Que bacana, vamos lá. Agora, Sinésio, eu geralmente não faço isso na primeira transa, mas como não sabemos quando poderemos ter outra, vou fazer. Se você também quiser, claro. Gosta de sexo anal?
Estava com saudade disso…
 – Adoro!

– Quer?

– Claro que quero! 

E este foi o momento seguinte. 
Sentado no chão, ele recebeu a bela bunda dela descendo em sua direção e foi encaixando seu pau no cuzinho. E assim, terminaram a bela tarde.

Agora seria o momento de esperar que o amigo se dispusesse a emprestar a moto de novo.

Ela ficou sabendo de um guarda florestal com uma pistola enorme… foi conferir!


Guardas florestais tem autorização para armas, mas a pistola daquele… era fantástica!
(escrito por Kaplan)
Ah… a natureza, que beleza… (foto: Kaplan)
 
Morar perto de reservas florestais tem uma série de vantagens. O ar é mais puro, as pessoas podem fazer caminhadas em trilhas muito bem cuidadas, entre outras coisas. Mas Taís, que residia numa chácara próxima a uma dessas reservas, acabou por descobrir mais uma vantagem, associada ao guarda florestal que passava todos os dias à frente da casa onde ela morava, indo para uma espécie de cabana elevada, de onde podia ficar vigiando a reserva e, principalmente, se haveria algum foco de incêndio.

Ela simpatizou com ele desde a primeira vez que o viu. Era mais velho, devia ter uns 50 e poucos anos. 

Taís tinha 32 anos, era solteira, morava ali com os pais, numa vida muito simples, tranquila e de boa qualidade. Mas sentia suas vontades, claro… e ali era muito difícil resolvê-las.

Então, sabendo dos horários em que o guarda, chamado Gildásio, passava ali para iniciar o seu turno e também quando retornava, ela ficava próxima, o cumprimentava, batiam papos. 
De vez em quando, quando havia muito sol, ela ficava ali de biquíni, tomando sol, ele passava, ela levantava, conversava e via que ele ficava meio perturbado com a visão. Ela tinha um belo corpo e apesar de usar biquínis muito comportados, era suficiente para mexer com a libido do Gildásio. 
Eu bem que queria pular outra cerca…

Passou a ir até o local da cabana onde ele ficava, levava biscoitos, pães de queijo.

Entusiasmou-se muito quando foi à sede do distrito e uma amiga dela disse que já tinha transado com o Gildásio.

– E olha, Taís, ele tem uma pistola que vou te contar! Muito firme, dura… grande… foi muito bom o dia em que transamos.

Aquilo aguçou os sentidos de Taís, que, sabendo desse detalhe e, mais importante, que ele estava “disponível”, tratou de ir atrás.

No dia seguinte, ela esperou-o tomando sol, mas de topless. Ele ficou alucinado, quando a viu sem o sutiã. 

Depois de alguns minutos, já sabendo que ele teria chegado à cabana, ela foi atrás. Claro que vestiu o sutiã, mas, ao chegar perto, tirou-o e apareceu para ele apenas de calcinha. Na mesma hora em que ele a viu, entendeu tudo, desceu da cabana e foi ao encontro dela, eles se abraçaram, ela o beijou, ele pegou nos seios dela, ela gemeu…

E aí, foi verificar aquele detalhe anatômico que a amiga tanto elogiara. Baixou a calça dele e viu. Realmente, era de um tamanho acima da média, e já estava duro como pedra. Agora era ver a capacidade de tiro daquela pistola…

Começou ajoelhando-se e chupando-a. Fez um boquete demorado (ali não havia problema de horário…), que ambos gostaram bastante. 
Ah… que beleza de pistola… como atira bem!

Depois ele pegou uma toalha na cabana, estendeu-a no chão, ela deitou e ele deu-lhe uma belíssima lambida na xotinha, que a fez gemer mais ainda. Deitou-se ao lado dela e ela sentou na pistola dele e cavalgou com um entusiasmo muito grande. Seus cabelos esvoaçavam, os seios balançavam freneticamente enquanto ela pulava, e pulava sem parar.

Já tinha chegado ao orgasmo, mas ele continuava firme, ainda tinha muitas balas na agulha daquela pistola que parecia mágica, e a comeu de ladinho e de quatro.

E ainda fez questão de gozar no rosto dela.

Desnecessário se torna dizer que se tornaram amantes cotidianos. Ela passou a ir praticamente todos os dias naquela cabana e receber os tiros desferidos pela pistola do guarda florestal.

2088a

A fama de Meg como secretária se espalhou: ela recebeu tantos convites!


É nisso que dá ser eficiente… tem de dar…
 (escrito por Kaplan)

Os convites apareceram aos montes! Mais casos interessantes do caderno de Meg.

Nunca pensei que atuar como secretária fosse uma atividade tão gratificante! Depois que substitui uma amiga que estava grávida e fiquei quatro meses trabalhando lá, e transei com o Silas, o outro empregado do escritório e com o patrão dele, subitamente apareceram vários convites para eu trabalhar. Logo entendi que o patrão havia dado minha ficha para amigos. Safado, não contente em me comer gostoso, ainda me arrumou mais parceiros. Ainda bem que todos foram ótimos! Kaplan chegou a ficar desconfiado, aquilo nunca acontecera, mas eu disse que era coincidência, muitos dos que me convidaram eram do mesmo prédio, me viram lá, sabiam que eu estava só substituindo e quase todos precisavam de alguém nos seus escritórios, também por um mês ou dois… nada mais do que isso.

Fui secretária de dois advogados, um dos quais era negro.

Mas o primeiro foi o Celso, que me cantou três dias depois que eu estava trabalhando com ele. Era só telefonista, pois a moça tinha sofrido um acidente e ficaria uns 15 dias com gesso nas duas pernas. Impossível trabalhar assim, né? Ele fez questão de dizer que eu poderia ir com as roupas que quisesse, não haveria censura alguma. Acho que foi porque ele me viu de minissaia o dia em que ele me conheceu.

Bem, no terceiro dia eu já sabia que ele iria me cantar. Aproveitei os dias anteriores para conhece-lo melhor e gostei. Então, como ele era bonito, simpático, educado, charmoso, eu não me incomodei quando a cantada chegou. Aceitei-a, mas deixei para o dia seguinte… E no dia seguinte fui de minissaia preta, com uma blusa sem mangas. Ele gostou, vi pelo olhar que me deu quando cheguei. Passei o dia atendendo o telefone e, ao final do expediente, ele falou que eu estava usando uma sandália muito bonita. O que eu fiz? Sentei na mesa, levantei os joelhos e minha calcinha apareceu para ele. Mas ele, primeiro, tirou minha sandália e beijou meus pés. Eu quase morro de aflição com beijos nos pés, me sobe um raio pelo corpo e eu fico molinha, molinha, pronta pra tudo. 
Não faz isso, patrão… nem imagina como fico!

Depois que ele beijou bastante, eu coloquei os pés no pau dele, por cima da calça. Senti a dureza… pedi para ver, ele abriu a braguilha e me mostrou. Estava bem duro e eu peguei nele com os pés, ele quase enlouqueceu… depois fiz um boquete e ele foi tirando minha blusa, minha saia, minha calcinha e deixou que eu o cavalgasse até gozar.

Foram mais de quinze dias que a telefonista dele precisou para ficar boa… imagine o que rolou entre nós dois naquele escritório. Quando fui embora ele me fez prometer que voltaria, mas não voltei.

O segundo advogado para quem trabalhei foi o Olinto. Era negro, de uma elegância a toda prova. Fiquei fascinada por ele e queria transar, mas ele não dava entrada. O que eu fiz? Peguei um consolo de silicone que eu tinha, pus na bolsa e num dia em que ele estava particularmente bem humorado, ao abrir a bolsa… que coisa! O consolo caiu na mesa dele! Fingindo-me envergonhada, peguei o consolo mas não o guardei. Falei que meu marido é que me dera e como ele viajava muito, eu tinha como substituí-lo. Ele me disse que era uma boa ideia, mas achava que eu podia substituir um de verdade por outro de verdade. “O seu, por exemplo”? perguntei, e ele respondeu que sim, poderia. Era tudo que eu queria ouvir. Peguei o consolo e fiquei chupando-o e minha mão foi direta para o pau dele. Assustei, o bicho era bem grosso. Tive que ver, abri a calça dele e realmente, era portentoso. 
Nossa… como é grosso… e gostoso!

Chupei bastante e depois consegui que ele enfiasse aquilo tudo em mim. Foi difícil entrar tudo, mas conseguimos. Foi uma bela trepada, que se repetiu alguns dias depois e aí, nem eu acreditei, mas ele conseguiu enfiar quase tudo no meu cu… Não gozei, não era possivel, foi muito desconfortável.

Ainda bem que lá eu fiquei só uma semana! Imagina se ficasse mais e tivesse que levar aquela vara no cu de novo… eu ia morrer!

O terceiro foi o Mário, escritor. Escrevia romances, contos. Tinha uma sala que era o escritório dele, computador, máquina de escrever (socorro… ainda existiam? Ainda bem que nunca me pediu para usá-la). Mas ele só sabia escrever na máquina e me contratou exatamente para passar pro computador o que ele escrevia. Coisa de doido? Talvez, mas era assim que ele trabalhava.

Só que eu sou muito palpiteira e quando, num dos romances dele, apareceram algumas cenas meio eróticas, eu não gostei e disse a ele que precisava mudar aquilo. Sou doida mesmo… imagina, dar pitaco no que o Mário escrevia! Para minha alegria, ele aceitou meus comentários e me pediu sugestões. Eu tinha muitas! Contei a ele algumas de minhas aventuras e ele me pediu para trabalhar em cima delas para ele publicar. Concordei, não tinha nada a ganhar nem a perder com isso. 
Entendo porque todos te cantam…

Mas contar pra ele as minhas aventuras, deixou-o excitado e num dia ele me elogiou, dizendo que entendia como eu conseguia ter tantas aventuras. Fazia referência ao meu corpo, claro, não achei ruim não. Já estava a fim de agarrá-lo… rsss… então tirei meu vestido e me mostrei só de lingerie para ele. Perguntei se ele achava bonito mesmo, ele só levantou, me pegou, nos beijamos e rolamos no tapete da sala.

Me comeu ali, eu de quatro, cavalgando, depois me colocou sentada na mesa, levantou uma perna minha e enfiou a pica, foi aí que ambos gozamos.

Ali eu estava também só substituindo a digitadora dele, que estava bem gripada. Com ela voltando, parei com o trabalho. Mas, de vez em quando ele me ligava para passar lá e contar mais aventuras que ele pudesse aproveitar… e aí a gente transava gostoso!

Outro profissional que me pediu para ajudá-lo, foi o Emilio, um arquiteto. Não entendi bem o que ele queria, afinal, meu curso de Belas Artes não me possibilitaria absolutamente nada no que se refere ao trabalho de um arquiteto. Mas ele era muito estressado! Nossa, quase fiquei louca!

Eu já o conhecia, gostava muito dele, mas não imaginava que ele fosse tão estressado assim, tanto é que só fiquei lá um dia. E acho que consegui diminuir o estresse dele. Quando o vi querendo fazer 3 ou 4 projetos ao mesmo tempo, e falando sem parar, tomei a iniciativa de fazer uma massagem nos ombros dele. Isso o acalmou, mas não totalmente. Então fiz mais, ajoelhei debaixo da mesa e fiz uma “massagem” no pau dele. Que delícia… senti ele endurecendo totalmente! Ele me perguntou o que eu estava fazendo e eu disse que conhecia algumas técnicas para ele ficar relaxado. Mas, de fato, depois de pegar no pau dele, eu já estava com vontade de ver tudo o que ele tinha! Tomei a iniciativa de tirar a blusa, fiquei de sutiã e de saia apenas. Ele entendeu logo que técnicas eu estava falando, e já veio até mim, tirou meu sutiã e mamou nos meus peitinhos. Uau!!! Sabia como fazer! 
Ah! arquiteto… você arquiteta muito bem!!!
 Daí tirou minha saia e calcinha e me deu uma lambida que arrancou gemidos! Ótima! Daí me fez ficar curvada na mesa e começou a enfiar a pica em minha bucetinha e bombou, bombou divinamente! Não satisfeito, me pôs sentada na mesa e me comeu de frente também. Eu já estava quase gozando e pedi para ele deitar no tapete, sentei e pulei até gozar.

Tinha sido maravilhoso, fiquei pensando porque ainda não tinha acontecido nada entre a gente, que cara gostoso… será que ele ficava bom de cama assim toda vez que ficasse estressado? Mas não quis voltar lá pra ver… Fiquei satisfeita só com a primeira e única vez que transei com ele.

Gustavo era consultor financeiro de algumas empresas e também atendia a particulares. Muito movimento no escritório dele e ele não tinha empregados. O volume de papeis e documentos era tão grande que o levou a procurar alguém que pudesse ajudá-lo e foi o Mário, o escritor, quem deu a dica pra ele. E imagino o que ele deve ter falado…

Apareci no escritório dele, era um cara de uns 50 anos, alto, sempre de terno. Me explicou o que estava precisando, deixou claro que não seria um emprego, me pagaria pela atividade de catalogar os papeis e documentos, colocá-los em pastas. Realmente, havia pilhas de papeis, dentro de caixas, soltos, no chão, em cima das cadeiras… um horror. Como sou muito organizada, bastou ele me explicar como gostaria de ter as coisas que comecei a fazer. Ele não ficava muito tempo no escritório, corria as empresas para as quais fornecia consultoria e só aparecia lá pelas 18 horas, com cara de cansado. Pelo que consegui fazer no primeiro dia, ao chegar eu falei com ele que imaginava terminar tudo em duas semanas. Ele tinha me pedido essa previsão para estabelecer quanto me pagaria. Então chegamos a um acordo e continuei a fazer o que ele queria. 
Posso consultar isso aqui, senhor consultor?

No quarto dia, ele chegou mais cedo, eram 16:30 e aí ficamos conversando e logo eu saquei que o Mário tinha me entregado direitinho ao Gustavo. Eu ficaria chateada e até largaria tudo se ele fosse um cara grosso, mal-educado. Mas como era uma pessoa muito interessante, deixei rolar. Me contou boa parte da vida dele, era solteirão. Papo pra lá, papo pra cá… eu sentia que ele queria algo, mas ficava meio indeciso, então, pra variar, tomei a iniciativa. Como já era “fim de expediente”, fui me despedir dele e ao dar os dois beijinhos no rosto, minha mão agarrou o pau dele. Sorri, me afastei e tirei a blusa, mostrando meus seios, ele arregalou os olhos e aí resolveu agir, pegou neles, me acariciou, mamou gostoso… passo seguinte, abri a calça dele para ver o que ele tinha lá. Gostei de ver, de pegar e de chupar… muito bom!

Fui chupada por ele, que me despiu inteiramente, me sentou na mesa e caprichou nas chupadas em minha buceta. E me comeu ali mesmo, de frente pra mim, metendo até gozar. Não gozei daquela vez, tinha sido rápido, mas eu ainda ia ficar mais uns dez dias lá e vi que ele passou a chegar mais cedo todos os dias. Então transamos todos os dias, cavalguei, fiquei de quatro, me comeu em pé e até o cuzinho eu dei pra ele no último dia.

O mais interessante, no entanto, foi um telefonema que recebi. Era uma mulher, chamada Betânia, arquiteta também a quem aquele maluco do Emilio, o estressado, me recomendara. Perguntou se eu estava disponível para ajudá-la e eu aceitei. Essa não perdeu tempo, desde o primeiro dia me cantou, e conseguiu! Era linda, adorável, simpática, gostosa… tudo de bom!

Apaixonei-me por ela desde a hora em que a vi pessoalmente. Ao falar comigo, sempre pegava em mim, me deixava arrepiada, e logo estávamos nos beijando. 
Você é deliciosa, arquiteta…

As chupadas que ela me dava eram divinas, maravilhosas, fantásticas. Eu cheguei a gozar um dia só com elas!

Como ela era interrompida o tempo todo por telefonemas, não conseguia se concentrar direito na transa, me perguntou se eu podia ficar depois das 19, porque ai ela não atenderia a mais ninguém. Claro que disse que podia, ficaria até meia noite, porque estava adorando!

E então nos amamos bastante, não só naquele dia como nos demais, eu fiquei ajudando-a em muitas coisas, fazendo serviço de banco, levando projetos para clientes, atendendo telefonemas… e no final do expediente, a gente tirava as roupas e rolava muito sexo… foi um período ótimo de minha vida!