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Ela, ele e eu

Você me avisou que me esperaria no hotel com uma surpresa. Quando cheguei lá, um rapaz bem vestido e educado abriu a porta do quarto para que eu entrasse. Entrei e te vi sentada numa poltrona ao fundo, toda de preto. Uma música suave tocava no estéreo e um perfume agradável no ar. Fui até você e nos beijamos. Te perguntei se ele era a surpresa e você respondeu que sim. Sorriu, foi até dizendo: “Ele não é uma gracinha?” e me perguntou se também gostava dele e começaram a dançar juntinhos.



Mas logo você o deixou e voltou para tua poltrona, pegou seu cálice de vinho, ele ficou na nossa frente ainda a dançar. Eu sentei no braço da poltrona ao teu lado e ficamos olhando a dança dele. Eu tinha certeza que ele faria um striptease, mas não sabia o que viria a seguir.




Ele tirou o paletó e a gravata e veio junto a mim e me puxou pra dançar com ele. Logo juntos ele tirou meu paletó e minha gravata e começamos a dançar os dois pra você. Desabotoamos nossas camisas e você amando estar vendo isso. Um tirou a do outro e jogamos as camisas pra você… Ele se ajoelhou pra tirar meus sapatos e em segundos tirou os dele e a calça, vindo me ajudar com a minha. Você não tirava os olhos de nós e gostou quando ele tirou a minha calça e esfregou o rosto no meu pau sob a cueca. Vendo que você estava muito excitada, deixei ele tirar minha sunguinha… Ele a desceu pelas minhas pernas e logo colocou meu pau na boca, me chupando.

Eu estava de pau duro porque você estava ali olhando para nós e visivelmente excitada! Enquanto ele me chupava, você se levantou e veio até nós, afagou a cabeça dele de joelhos na minha frente e me beijou na boca. Te abracei e ele se levantou e te abraçou por trás. Começamos os dois a te despir… ele passava as mãos em você e eu a língua e assim te livramos do vestido, te deixando só de salto e meias, já que sua calcinha ele abaixou por trás enquanto eu tocava sua buceta pela frente.



Chupei teus seios e ele por baixo chupava tua buceta. Foi ele que segurou meu pau e levou até a tua buceta. Trouxe uma banqueta pra você apoiar a perna pra eu te fuder ali em pé. Ele começou a brincar com você e comigo. Passava as mãos em nós e metia os dedos no seu cuzinho e no meu. E eu te fudendo a buceta. Você com cara de puta safada adorando a sacanagem, com ele segurando você por trás e mexendo nos teus seios e meu pau na tua buceta, você começou a gozar. E ficou toda mole com o orgasmo… mas sussurrou no meu ouvido: “Fode ele pra eu ver?” E aproximou ele de mim.

Ele beijou minha boca e desceu os lábios lambendo meu corpo até meu pau. E você sentada na poltrona falou: “Come ele meu puto!” E ele olhou pra você e se apoiou na banqueta com a bunda virada pra mim. Você abriu as pernas e começou a se tocar nos olhando, enquanto eu começava a meter no cu dele, bem ali na tua frente.



Você ficou louca de tesão vendo os dois fudendo e falou que ele seria nosso cachorrinho. Ele gostou tanto da ideia que ao ouvir isso começou a gozar. Eu olhei pra você e mandei você vir até o meio da sala onde estávamos. Você veio bem obediente. Te mandei ficar de quatro ao lado dele, afastei tuas nádegas e meti no teu cuzinho.



Você pedia pra eu meter fundo em você e eu fazia isso com nosso cachorrinho bem embaixo de você. Eu metendo e ele chupando teus seios, mas depois ele ficou entre tuas coxas, na direção da tua buceta. O nosso cachorrinho queria lamber tua buceta enquanto eu metia no teu cu

Você delirava de muito tesão… E ainda tentava animar o pau dele, melado da gozada, mas não correspondia muito as suas chupadas, afinal ele preferia que eu chupasse ele, mas naquele momento você que começou a gozar… intensamente.



E ficamos os três ali quando você me contou que tudo tinha sido filmado. Você ficou preocupada de falar, com medo que eu não gostasse, mas adorei. Adorei saber que tudo havia sido filmado. E ele te perguntou se iríamos nos encontrar mais vezes…  ele prometeu que na próxima vez daria um jeito de te comer também, pra fazermos uma dupla penetração com você.


Outro dia ele te telefonou e pra perguntar perguntou se topávamos transar num clube de swing que tinha acabado de inaugurar. Ele conhecia um dos donos e eles precisavam de alguém disposto a transar ali pra incentivar os outros clientes a fazerem o mesmo. Você topou na hora. Ele perguntou se você não se importaria em ficar nua na frente de outras pessoas e você disse que não, que adoraria fazer isso lá, na frente de todo mundo.

Na pista de dança

Eles chegaram na boite um pouco mais cedo. Ele havia pensado nisso porque era a primeira vez dela em uma boite para casais. Teria tempo de se ambientar. Eles haviam conversado sobre irem à boite e ela estava morrendo de curiosidade e ali estava pra matar a curiosidade e curtir algo novo. Não sabia o que esperar dessa experiência, mas sabia que queria muito passar por isso e curtir toda a adrenalina que já sentia quando escolheu a roupa que iria usar, mesmo sem saber se iria tira-la ou não. Por baixo do pretinho básico com um enorme zíper atrás, uma calcinha bem sensual branca de renda e um sutiã completava o conjunto. Salto alto como não poderia deixar de ser.


Sentaram numa mesa discreta e aproveitaram o ambiente e observavam as pessoas que chegavam, alguns frequentadores antigos, outros talvez não. Todas as mulheres vestidas com sensualidade e os homens apenas elegantes em traje esporte.


A noite começou com a apresentação de um cantor animando a platéia e chamando as pessoas pra dançarem na pista de dança. Depois foi a vez dos strippers. Primeiro o strip masculino, com um musculoso galã arrancando suspiros das mulheres enquanto arrancava as roupas. Só de sunga, desceu para a pista e brincou com elas, se esfregando e simulando que transava com elas. Depois voltou ao palco e diante dos olhares e gritos entusiasmados, tirou a sunga e só de botas exibiu seu pau. Algumas até arriscaram toca-lo, mas depois de provocá-las ele saiu.

Ele perguntou a ela se tinha gostado do show e colocou as mãos entre suas coxas, pra conferir se a resposta seria sincera. Ela estava melada e disse que tinha gostado. Beijaram-se demoradamente, pediram outro drink e em seguida ouviram o anúncio do próximo striptease, agora feminino.


A dançarina entrou vestida com uma roupinha de colegial e foi logo dançar entre as mesas, voltou ao palco e começou sensualmente a tirar o uniforme. Ficou só com uma pequena calcinha e voltou a circular entre as mesas, provocando os homens e as mulheres, deixando que pegassem em seus seios, sentando no colo de homens e mulheres, beijando e sendo beijada. Muito mais assediada do que o dançarino. Voltou ao palco, onde apoiando-se na pole, tirou a calcinha ficando completamente nua.


Ele sussurrou no ouvido dela que preferia o corpo dela, que a dançarina era magrinha demais. Ela arrepiou-se toda com o contato da língua dele no pescoço dela. Sentiu os bicos dos seios endurecerem e a buceta molhada.


Fim do show e a pista voltou a ser liberada animada pelo DJ. Muitos foram pra pistas, mas outros procuraram as suítes e desapareceram. Ele a puxou pra pista pra dançarem. Dançavam juntinho, mesmo a música sendo mais animada, mas não se importavam. Ele olhou-a nos olhos e disse: “Quero transar com você!” Ela olhou-o assustada e perguntou: “Aqui?” ele sorriu maliciosamente e respondeu: “Aqui!”. “Na frente de to mundo?” ela perguntou. “No meio da pista, na frente de todo mundo!” respondeu baixinho no ouvido dela.


A música estava mais lenta, mais sensual e ela ouviu o DJ falar alguma coisa sobre olharem para o casal no meio da pista de dança. Ela olhou em volta e ele falou no ouvido dela: “Somos nós!”. Ela olhou em volta e viu que as pessoas olhavam pra eles e aos poucos paravam de dançar pra observá-los. Ela fechou os olhos e deixou-se guiar por ele na dança, até que ele se afastou um pouco e olhando pra ela, começou a desabotoar a camisa. Ela estendeu as mãos e ajudou a desabotoar e tirar a camisa, deixando-a cair no chão. Depois, ajoelhou-se na frente dele e tirou-lhe os sapatos. Em volta as pessoas não só olhavam, mas incentivavam. Ela foi por trás dele e abriu o cinto e a calça, que ele deixou deslizar até o chão. Ela olhava pra sunga dele e pra ele e tocou seu pau, que se avolumava dentro da sunga. Então virou-se de costas pra ele, rebolando sensualmente enquanto ele descia o longo zíper do vestido fazendo suspense pra não tirá-lo de uma vez, mas quando ele finalmente foi para o chão, ouviram aplausos e assobios. Realmente ela tinha um corpo espetacular, com coxas grossas, seios fartos e a lingerie que escolhera só valorizava seu corpo. Ainda por trás dela, abraçou-a alisou seu corpo e esfregou-se nela, até abrir os fechos do sutiã e liberar seus seios. Virou-a e os beijou, chupou, lambeu.


Alguém da boite, veio rapidamente e deixou uma cadeira perto deles. Ela ficou de costas pra ele e apoiada nas costas da cadeira, ficou rebolando sensualmente enquanto ele insinuava-se atrás dela. Esfregou-se até se afastar e percorrer com as mãos o corpo dela, do pescoço até os tornozelos, mas nesse movimento, levando consigo a calcinha dela e a deixando inteiramente nua, não fosse pela sandália de salto alto.


A platéia delirava e ela abriu as pernas pra que a mão dele passasse entre suas coxas e tocasse sua buceta. Com um gesto rápido, ele livrou-se da sunga, que era presa por velcro como a do stripper e com o pau ereto, encostou-se nela. Ela o acariciou com uma das mãos sem tirar a outra do apoio e o recebeu dentro dela. Ele a segurava pelos quadris, metendo na sua buceta por trás enquanto ela o ajudava rebolando sua linda bunda.


A platéia podia ver de pertinho aquele show erótico, que sem ela saber, ele combinara com os organizadores da festa, deixando claro que aconteceria se ela quisesse. Estavam todos excitados vendo aquela gostosa foda.


Ele chegou juntinho do ouvido dela e sussurrou algo que ninguém ouviu e ela concordou com a cabeça. Ele sentou-se na cadeira e ela ficou dançando e o provocando na sua frente, aproximando-se devagar, nua e linda, até sentar sobre ele e deixar que seu pau a invadisse.


Eles se olhavam nos olhos e ela disse que não poderia aguentar muito tempo aquilo: “Estou louca pra gozar!” falou pra ele, que se acomodou na cadeira e falou “Goza minha putinha safada!”. Ela ouviu aquilo e mais do que uma ordem, foi uma junção de energias que a descontrolou completamente e ela gozou como uma cadela no cio, aos trancos, pulando, agarrando seus seios, enfiando-os na cara dele. Parou exaurida com o corpo inerte sobre o dele, que avisou: “Agora me chupa, vou gozar na tua cara puta!” Ela obedeceu e ficou de joelhos na sua frente, chupando e lambendo o pau dele, até que, diante de todo mundo, ele jorrou seu jato de prazer na cara dela, que lambeu tudo, engolindo a porra e o pau, até que ele também quedasse extasiado na cadeira.


As luzes da pista se apagaram e poucos viram quando ela se levantou e o beijou, com a cara toda melada do prazer do prazer dele e ainda disse: “Da próxima vez eu vou sentar e você vai chupar minha buceta!”. O mesmo ajudante que trouxera a cadeira, recolheu rapidamente as roupas e os levou para os camarins, onde poderiam tomar uma ducha e se vestir, só que no camarim acabaram se pegando novamente. O tesão ainda estava muito alto e não conseguiram simplesmente tomar um banho. Ali no minúsculo box do menor ainda banheiro do camarim transaram mais uma vez. Depois sim, conseguiram se vestir e voltar pra boite, onde óbvio, receberam os parabéns de vários casais que estavam nas mesas próximas e até convites para estenderem a noite em um motel.

Um desses convites pareceu bem interessante e foi aceito.

Entrevista de emprego

Ela acordou aquela manhã ansiosa pela entrevista que faria na cidade vizinha. Finalmente a chance de mudar de emprego havia aparecido e estava disposta a conquistar a vaga. Tomou um banho, arrumou os cabelos, separou a roupa, uma saia e uma blusa que lhe caíam bem, salto alto, como sempre gostava de usar. Ficou na dúvida se deveria ir com uma calça comprida, mas se orgulhava de suas pernas e se sentiria mais à vontade de saia.

Olhou-se no espelho, aprovando o que via, pegou sua bolsa e foi. Durante o trajeto de 40 minutos, enquanto dirigia, lembrava-se do que deveria dizer, de como deveria se portar e mentalmente revia cada detalhe do que era realmente importante.

Na hora marcada chegou e depois de ser anunciada, aguardou na sala de espera que a chamassem. Uma secretária apareceu vinda do corredor e pediu que a acompanhasse. Seguiu atrás dela e imaginou-se trabalhando ali. Era tudo o que queria.

A secretária abriu a porta de uma sala e esperou que ela entrasse, fechando a porta em seguida, deixando-a a sós com os dois entrevistadores que a aguardavam atrás de uma enorme mesa de reuniões de madeira, muito bonita.

Havia uma cadeira relativamente afastada deles, que gentilmente a convidaram a sentar-se. Os dois executivos da empresa deveriam ter a sua idade, ou pouco mais velhos que ela. Não estavam de paletó, apenas gravata e cada um tinha na sua frente uma pasta com o dossiê dela.


    Eram muito simpáticos e sorridentes mas sérios naquilo que faziam. Ela procurou afastar o pensamento de que os dois a agradavam em muitos detalhes. A educação, a jovialidade e ambos tinham um ar viril que a atraía muito.

No meio da entrevista projetaram uma planilha pra que ela desse sua opinião. Como estava na parede que ficava atrás, teve que se virar, mas com a saia, as pernas cruzadas, achou que deveria ter optado pela calça comprida, porque suas pernas, mesmo sendo a saia até o joelho, atrairiam a atenção deles. Ela então levantou-se para ter uma melhor visão da planilha projetada e começou a explicar os complicados números.

Em dado momento ela teve a impressão de que eles não a ouviam. Parou, olhou pra eles e perguntou se havia algum problema. Eles disseram que nenhum, muito pelo contrário, que estavam gostando de como ela interpretava e também de como ela explicava os números.

O que parecia mais velho levantou-se e enquanto caminhava na direção dela, disse que era muito importante a facilidade que ela tinha de comunicação, porque poderia ser muito útil no contato com os clientes e que a boa aparência dela com certeza facilitariam muito as coisas.

Ela agradeceu, satisfeita com sua performance mas estranhou ele chegar tão perto. Bem próximo dela, mais do que o necessário ele disse que prezavam muito o contato com os clientes e que precisavam ter certeza de que ela compreendia essa parte.

Ela respondeu que compreendia e que não mediria esforços pela posição mas também pra ajudar a que a empresa tivesse mantivesse sua excelência no contato com os clientes.

O outro levantou-se e aproximou-se dela pelo outro lado, explicando que algumas vezes um pouco de sacrifício era necessário para isso. Ela aquiesceu com a cabeça. Ele continuou explicando que seria necessário esquecer a família em algum momento e se ela estaria disposta a esse tipo de sacrifício.

Ela mais uma vez respondeu que não haveria nenhum problema quanto a isso. O mais velho chegou bem perto dela por trás, quase sussurrando em seu ouvido que com todo aquele conhecimento e com toda aquela elegância, ela precisava provar que estaria disposta a tudo pela empresa.

Ela assustou-se um pouco por ele estar tão perto, mas seu perfume era dos melhores e ele adorava homens cheirosos e bem vestidos. Ia virar-se pra responder a ele mas a proximidade com que estavam fez com que ela encostasse seu corpo no dele, que imediatamente a abraçou e disse que tinha tido a melhor impressão possível dela assim que entrou.

Ela olhou para o mais novo que apenas sorria e deixou que o outro cheirasse seu cabelo. “Você está muito cheirosa querida! A boa aparência aqui é muito importante.” O mais novo aproximou-se pela frente e colando seu corpo ao dela disse que: “Já vimos que é uma mulher bonita e elegante, mas agora você deve nos mostrar o que você sabe fazer com tudo isso!” e pra surpresa dela, tocou-lhe os lábios com os seus.

Ali entre aqueles dois lindos homens bem vestidos, safados e capazes de aprová-la ou não para o emprego, ela não precisou pensar muito. Segurou o rosto do que estava à sua frente e puxou-o para si, transformando aquele toque de lábios em um beijo quente e ardente. Ao mesmo tempo, sentiu o mais velho atrás dela a se esfregar na bunda dela. Concentrou-se no beijo e enfiou sua língua na boca do outro, dando-lhe o melhor de si. Sentiu quando o de trás começou a abrir o zíper da sua saia e ao mesmo tempo um tremor entre suas coxas. Ele abriu todo o zíper e enquanto descia sua saia falou que “Vamos ver o que você esconde aqui por baixo.”

O da frente segurou sua mão enquanto ela saía de dentro da saia que estava no chão e afastou-se para descaradamente olhá-la. “Mas que lindas pernas moça!” Comentou assim que a viu sem a saia. A blusa rendada sem mangas cobria todo seu corpo e o mais velho pediu pra que ela tirasse: “Deixe-nos ver mais de você!” Falou. Ela estava contente por ter escolhido um lindo conjunto de lingerie rendado preto pra usar. A calcinha fio dental era um detalhe à mais. Ela soltou a mão e tirou a blusa por cima da cabeça. O mais velho estendeu a mão e ela entregou-lhe a blusa.

Ficou de lingerie e salto alto diante deles. Aguardou que a apreciassem e como seus rostos indicavam que a aprovavam, perguntou se iria apenas tirar a roupa. Eles congelaram por um mínimo instante em que ela aproveitou pra dizer que: “Já que eu estou assim, que tal vocês aproveitarem um pouco e conferirem se sou algo mais além de competente, elegante e bonita?” Atrás dela o mais velho soltou o sutiã e o mais novo não perdeu tempo em beijar-lhe os seios que despontaram assim que o sutiã foi jogado em algum lugar. Enquanto ele a beijava, sua mão procurava seu sexo entre suas coxas, por cima da calcinha e ela sentiu quando, por trás dela, o mais velho encostou seu corpo nu ao dela. Ele tirara rapidamente a roupa e com o pau em riste, se esfregava nela. Ela virou-se para vê-lo e nesse momento o mais novo tirou suas roupas e ela pode então ver aqueles dois lindos executivos, totalmente nus, com dois paus igualmente lindos apontados pra ela. Ela sorriu para os dois, desceu suas mãos, uma pelo peito de cada um até que cada uma tivesse um pau. Abaixou-se e puxou-os para sua boca.

Uma de suas muitas habilidades era um bom boquete, mas sempre teve curiosidade se seria capaz de dar o mesmo prazer que dava a seu amante, a dois homens. Alternava sua boca entre um e outro e pelos gemidos sabia que estavam gostando. Eles a seguravam pelo cabelo, tocavam seus seios e em dado momento fizeram-na parar. Sem dizer nada, com um de cada lado, segurando suas mãos, a levaram para junto da grande mesa de reuniões. Colocaram uma cadeira e a ajudaram a subir na mesa.

Aquilo ali de repente se transformou em um palco e ela imaginava tudo o que poderia acontecer e isso a fez se sentir ainda mais molhada. O mais novo pediu: “Tira a calcinha!” e ela, olhando-os ali de cima, com toda a sensualidade que sempre tivera, tirou. Jogou para o mais velho e perguntou: “O que vocês querem fazer comigo agora nua?” Eles babavam e a resposta foi dada no silêncio dos olhares que a devoravam. O mais novo subiu na mesa e ficou de joelhos na frente dela: “Chupa!” Ela ficou de quatro na sua frente e recomeçou a chupar-lhe o pau. Sabia que nessa posição poderia provocar ainda mais o outro e rebolava lentamente sua bunda, oferecendo-a ao mais velho.

Ele subiu na mesa, ficou atrás dela e acariciou sua linda bunda. Passou sua mão por ela, e buscou sua buceta na frente. Passou a mão, deteve-se no clitóris e brincou com ele. Ela não queria brincadeiras. Queria um pau dentro dela pra acalmá-la. Quando ia pedir que ele a fudesse ele colocou o pau na buceta e entrou sem dificuldade, de tão molhada que ela estava.

Ela o sentiu e uma nova onda de prazer percorreu-lhe o corpo. Com ele ali atrás dela, ela segurou o pau do outro e olhou para ele punhetando-o apenas. Naquela troca de olhares, ele se aproximou e a beijou, retribuindo o beijo que ela lhe dera. Suas mãos acariciavam seus seios enquanto ela manipulava seu pau. Por trás, o mais velho era muito experiente na posição e enquanto entrava e saía dela conseguia mexer em seu clitóris, dobrando seu prazer que já era dobrado ali.

O mais novo deitou-se na mesa e a puxou para junto de si por cima. Ela lamentou o pau do outro sair de dentro dela, mas logo foi recompensada pelo pau que estivera chupando, que agora entrava em sua buceta.

Ela cavalgava o mais novo com força, vontade e disposição e não se importava com mais nada. Só havia aquele momento ali. Foi retirada de sua viagem quando sentiu que por trás dela, o mais velho enfia um dedo em seu cuzinho, lanceando-o. Nova onda de prazer a percorreu só de imaginar o que iria ganhar.

Com toda sua experiência, o mais velho colocou a cabeça do seu pau no cuzinho dela e devagar, aos poucos foi entrando, comendo-a por trás.

Era uma delícia sentir dois paus dentro dela. Dois lindos homens fudendo-a sem a menor piedade, como se fosse a última foda deles. Estava louca e só se ressentia de não poder gritar como uma cadela no cio, pois ali eles a transformaram de executiva na puta mais rasteira e sedenta.

Eles entravam e saíam de seu corpo lhe dando mais prazer do que jamais sentira na vida. Era multiorgástica mas nem sempre seus parceiros conseguiam fazer com que ela tivesse todos os orgasmos que poderia ter. Nova onda de prazer a percorreu, novo orgasmo e ela ficaria ali para sempre até desmaiar não fosse o mais novo avisar que queria que ela bebesse a porra dele.

Os dois saíram de dentro dela, que ficaria ali mais alguns orgasmos e a colocaram deitada sobre a mesa, com um de cada lado. Eles se masturbavam com os paus junto do seu rosto e ela os ajudava até que o mais novo avisou que iria gozar e ela o abocanhou. Ele jorrou seu gozo dentro da boca dela e antes que pudesse se dar conta, o mais velho havia subindo em seu corpo e também gozava em cima dos seus peitos.

Eles se despejaram nela, gozaram como dois doidos. Notou que estavam exaustos e que demorariam algum tempo pra se recuperar. Ela também estava, mas sabia da sua superioridade. Olhou-os e passando a mão nos lábios e nos seios, perguntou se havia sido aprovada. Os dois se entreolharam e sorriram. Ao mesmo tempo, ouviu deles um sonoro sim.

Ela beijou cada um ternamente e disse: “Espero que seja o início de uma bela parceria!”

Desceu da mesa, reuniu sua roupa que estava espalhada por toda a sala e perguntou onde poderia se arrumar. Os dois, pelados sobre a mesa indicaram uma porta da sala. Ela entrou naquele pequeno e bem montado banheiro, com um apropriado chuveiro. Lavou-se rapidamente e vestiu-se.
Quando ela saiu eles estavam tentando se recompor ainda. Ela sentou-se novamente na cadeira que fora reservada a ela, e olhando-os colocando as calças e ajeitando a gravata perguntou: “Quando eu começo?”