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Pequenas traições de uma mulher casada


Sim, a mulher casada do título é a Meg, que andou transando sem me contar e registrou essas pequenas traições num caderno que descobri.

(escrito por Kaplan)
Uma delas aconteceu no condomínio onde a irmã dela tinha casa, que frequentávamos bastante. Lá ficamos conhecendo diversos vizinhos e foi com um deles que rolou um encontro que, ao que parece, foi o único entre eles. Deixemos a narração dela nos contar como foi.


O que tem ali dentro desperta meus desejos…


Conheci o Benito ontem e ele me chamou muito a atenção. Cara bacana, espirituoso, boa conversa. Ficamos na piscina da casa de minha irmã e eu admirava a sunga, ou melhor, o que havia dentro da sunga dele. E via que ele me devorava com os olhos. Sabe aquela química que bate de vez em quando? Pois foi isso que aconteceu.


Que bunda fenomenal… desejo!
Ele era solteiro, morava sozinho numa bela casa, em rua próxima.
 Ficou admirado de saber que eu era casada e meu marido não estava. Antes que ele viesse com aqueles papos tolos de que “como seu marido deixa você assim”… já fui avisando que ele não tinha ido porque estava trabalhando e não iria me deixar presa em casa. Eu tinha liberdade pra ir e vir. Ele gostou de saber. E batemos longos papos o dia inteiro. Me disse que adorava morar ali, era tranquilo, perto da cidade, bem seguro. Falou, e acho que isso foi um recado pra mim, que nem trancava as portas da casa. Elas ficavam permanentemente abertas, só quando ele saía para trabalhar é que trancava. Realmente, a segurança daquele condomínio era um ponto alto. Vigilantes passavam o dia e a noite inteira de motos, percorrendo todas as ruas. Todos ali ficavam bem tranquilos com relação à segurança.

A química continuava alta. Para esfriar um pouco, entrei na piscina. Ele veio atrás, me elogiou, dizendo que nadava muito bem, ficamos conversando no canto mais longe da churrasqueira onde a maioria das pessoas estava. Havia música, o que impedia que as pessoas ouvissem o que nós conversávamos. Não era nada demais, mas eram coisas nossas, que nos faziam conhecer um pouco mais sobre o outro e que aumentava o tesão que eu já estava sentindo.

Quando ele se despediu, fui com ele até o portão da casa e brinquei, dizendo que no dia seguinte, pela manhã, eu iria verificar se ele, de fato, deixava a porta da casa dele destrancada. Ele sorriu, garantiu que sim e me mandou um beijo. Eu estava disposta a fazer aquela verificação sim, e acordei bem cedo, pus uma camisa e uma minissaia e fui, sem ninguém me ver. 


Subindo… para o paraíso, eu espero…
Ele não mentira. A casa ficada destrancada e eu entrei sem problemas. Vi que ela tinha dois pavimentos, embaixo ficavam a sala e a cozinha, um lavabo. Logo, os quartos ficavam no pavimento superior. Subi as escadas e o achei, ainda dormindo, num quarto que tinha uma cama de casal. Ali, com certeza, era o “abatedouro” dele. E eu ia ser “abatida” naquela manhã.

Eu queria ser.

Subi na cama e o acordei, passando a mão no pau dele. Um lençol o cobria e eu percebi que ele estava nu. Ele me olhava, sorrindo. Levantei, tirei a camisa, tirei a saia. Fiquei só de calcinha e não parava com o corpo, rebolava bastante. Fiquei de costas e rebolei o bumbum, depois fiquei de frente e tirei a calcinha, exibindo-me por inteira a ele. O lençol já estava levantado naquela região estratégica e eu entrei por baixo dele e fui até onde eu desejava: um pau grande e duro me esperava para ser chupado, o que fiz com prazer.

Ele me puxou para ficar com meu corpo em posição contrária ao dele. Sim, ele queria um 69 e foi o que fizemos, muito gostoso. A língua dele me provocava belas sensações e eu imaginava que o pau dele dentro de minha boca também deveria proporcionar-lhe bons momentos.

Virei o corpo, fiquei de frente pra ele e sentei naquela dureza de pau. Levei meus seios até sua boca e ele mamou por alguns instantes. 
Entra, ferro duro…

Pulei, pulei bastante, olhando o tempo todo para ele e vendo a cara de felicidade dele. Depois virei o corpo e fiquei cavalgando de costas para ele, mostrando minha bunda, meu cu… eu daria tudo que ele quisesse… mas ele se contentou com minha xotinha.

Depois de me fazer gozar cavalgando, ajoelhou na cama, me pôs de quatro e me comeu até gozar copiosamente. Tinha sido uma trepada fantástica, muito boa! Me despedi e saí, voltei pra casa da minha irmã que já tinha levantado e fazia o café. Me olhou com uma cara de censura. Ela tinha certeza do que eu fizera, e não concordava com isso. Mas o importante é que eu gostei, e muito. Mas não tive vontade de procurar  Benito de novo.

Outro sexo casual interessante e que gostei muito foi quando estive passando férias, sozinha, pra variar, na casa de praia de um grande amigo, o Vicente. Era amigão mesmo, nunca acontecera nada entre nós, só que a convivência durante uma semana, naquele clima de sol e mar… rolou! Claro que ia rolar.

Além da praia, ele tinha uma piscina em sua casa. A caseira vinha cedo, preparava o almoço, arrumava a casa e ia embora lá pelas 14 horas. E ficávamos os dois, somente os dois lá. Nem sempre ficávamos, às vezes saíamos da praia bem mais tarde e, ao chegar, uma chuveirada e uma entrada na piscina. Ele sempre respeitoso, mas eu via os olhares dele para mim quando eu estava de biquíni. E fui ficando com tesão, então depois de uns três dias resolvi fazer uma provocação e tanto.

Tínhamos ido cedo para a praia, como nos demais dias. E eu disse a ele, por volta do meio dia, que queria voltar, ia preferir a piscina. Ele fez minha vontade, quando chegamos a caseira ainda estava lá, almoçamos e ficamos vendo televisão enquanto ela terminava a arrumação. Quando ela se despediu, eu perguntei se ele se importaria de eu tomar sol pelada. Falei que gostava muito de queimar por inteiro e já que estávamos só nós dois ali… podia? Ele disse que sim, então fui para a piscina, tirei o biquíni e entrei nua na água. 
Se não for agora, nunca mais será…

Aí eu vi que o Vicente pulava dentro da piscina e nadava em minha direção. Eu estava em cima de uma bóia, ele via meu corpo por inteiro, de bumbum pra cima. Empurrou-me para a parte mais rasa da piscina e elogiou meu bronzeado. E tomou coragem para passar a mão em meu corpo, me arrepiando toda. Aí vi que havia um volume suspeito na bermuda dele.  Saí da bóia, fiquei em pé ali junto dele e mandei ver. Tirei a bermuda e vi o pau dele saltar, feliz da vida. Chupei, ah, como chupei! E ele não parava de gemer e falar que não devíamos estar fazendo aquilo. Irritou-me, o mandei calar a boca e falei claro, curto e grosso: Eu estou a fim e você também está. Vamos em frente, esquece o resto do mundo, somos só nós dois aqui. Só assim que ele se acalmou e parou de falar. E logo me carregou para uma espreguiçadeira onde me comeu de ladinho. Gostoso, delicioso… e me deu o leitinho para eu tomar! Nunca mais eu e Vicente transamos, acho que ele ficou com vergonha de ter “traído” o Kaplan…

Ah… e teve também um sexo casual com um cara que morava num prédio quase em frente ao nosso. Depois que eu o conheci, fiquei sabendo que se chamava Lauro. Foi Kaplan quem me chamou a atenção um dia, dizendo que tinha uma pessoa com binóculo olhando para nosso apartamento. Nossa janela estava com as cortinas abertas, eu estava na cama, coberta, e ele se preparava para ir trabalhar quando observou a tal pessoa. Na hora não me chamou a atenção, mas quando levantei, nua, pra variar, tive a curiosidade de olhar para o prédio e vi que havia ainda um cara com binóculo olhando em minha direção. 
Olha só.. o safado me vendo pelada…

Rapidamente peguei uma luneta e olhei para ele que, assustado, se escondeu. Não o vi mais.

No dia seguinte, no entanto, lá estava ele de novo e dessa vez não fugiu quando olhei com a luneta. Pelo contrário, ficou mexendo no pau, dando a entender que estava excitado ao me ver nua. Peguei uma folha de papel e escrevi com hidrocor, bem forte: Tira a calça!

Fiquei olhando e esperando, ele tirou e me mostrou um senhor pau duro e  ficou se masturbando. Aquilo me deixou com tesão. Fiz sinal de que ia me vestir e descer e queria conversar com ele. 

Quando cheguei na portaria do meu prédio, vi que ele estava do outro lado e fui até lá. Era simpático, um pouco mais velho do que eu. Falou-me o nome, me apresentei e perguntei porque ele ficava olhando de binóculo e se era só a mim que ele olhava. Foi sincero, disse que olhava para todas as janelas abertas que ele via, que já tinha visto muitas pessoas nuas, mas que depois que me viu, levantando nua, caminhando nua pela casa, desinteressou-se dos demais e só olhava para minhas janelas. Isso mexe com a gente… adorei saber disso. E ele me pediu que, no dia seguinte, fizesse um striptease pra ele ver. Achei gozado, ele já tinha me visto sem roupa alguma e queria que eu aparecesse de roupa e fosse tirando… ah! Os fetiches… 

Resolvi fazer. Não senti medo com ele, pelo contrário me pareceu pessoa muito educada. Então atendi ao desejo dele e fiz um belo striptease na manhã seguinte. Fiz uma surpresa, quando acordei, sai da cama sem levantar, só me arrastando debaixo da coberta, então ele não me viu, só viu quando apareci na frente da janela, já vestida com a roupa que escolhera para fazer o strip.Coloquei uma música e dancei, da maneira mais sensual que pude, e fui tirando o vestido, o sutiã, a calcinha. 
Quando acabei, peguei a luneta  e tive a surpresa de ver que ele estava nu, batendo uma punheta. Deu para ver o exato momento do gozo e o leitinho voando na sala. Nossa, como aquilo mexeu comigo. Ia escrever uma coisa, mas vi que ele já tinha saído, e não o vi mais naquele dia.

Na manhã seguinte, vendo-o lá, escrevi o numero do meu apartamento num papel, mostrei a ele e fiz um gesto chamando-o. Eu resolvi que ia transar com ele, estava com tesão com tudo que acontecera. Fiquei só de calcinha esperando ele chegar e quando ele chegou me viu, ajoelhada no chão da sala, caminhando na direção dele como se fosse uma gatinha, ou uma leoa, ou uma tigresa no cio, doida para encontrar um macho da espécie…

Cheguei até onde ele estava e já fui tirando a calça, vendo o volume na cueca que também tirei para poder fazer um boquete nele. Estava cheiroso, devia ter tomado banho antes de pegar o binóculo.

Então me levantei e pude sentir a pegada dele. Mãos na minha bunda, apertando, lábios me beijando, mãos nos meus seios… maravilhoso! 
Esse safado é muito gostoso…

Levei-o para a cama, deitei-o lá, com as pernas no chão, me ajoelhei entre elas e masturbei-o e chupei-o. Observava a cara dele, uma felicidade imensa estava estampada ali. Sentou-se e me beijou a boca. Voltou a ficar deitado, coloquei o pau dele entre meus seios e fiquei esfregando-os nele. Batia com o pau nos meus biquinhos, estava achando ótimo que ele me deixava à vontade para fazer o que eu quisesse.

E fiz o que gosto, sentei no pau dele e cavalguei, depois ele me comeu de ladinho, de quatro, tudo em cima da cama. Nem preciso dizer que gozei demais com o Lauro.

O interessante é que nunca mais ele me olhou com o binóculo dele…

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Ela fez um striptease e ele comeu o rabinho dela em seguida


Amigos às vezes agem de forma estranha…

(escrito por Kaplan)
Nosso velho e querido amigo Arnaldo, o fotógrafo que nos ensinou tudo de fotografia e que sumira, um belo dia reapareceu. Lógico que não sabia onde morávamos, pois nesse interim do sumiço dele, tínhamos mudado umas três vezes. Ele foi ao endereço antigo e o porteiro, que ainda era o mesmo, deu a ele a informação do endereço para onde nos mudamos quando saímos de lá. Ele foi atrás, já não estávamos mais lá e um morador antigo lembrou-se de nós e indicou um terceiro endereço. Era o atual. Quando o porteiro anunciou o nome de Arnaldo, Meg não acreditou. Não podia ser ele. Aflita, abriu a porta e ficou esperando ele sair do elevador. 
Você é dose… não pode sumir assim não!

– Mas é você mesmo! Que saudade!

Abraçou-o, beijou-o, e levou-o para dentro do apartamento. Xingou bastante: como ele sumira daquele jeito?Absurdo! Mas não conseguiu sair do colo dele, beijando-o sem parar. Na certa se recordava das muitas trepadas que deram, cada qual melhor do que a outra…

De minivestido, ela sentia as mãos dele percorrerem suas pernas e teve uma ideia. Levou-o para o quarto.

– Fica ai, quietinho, vou fazer um show pra você, pra comemorar sua vinda!

Colocou uma musica e começou um strip. Dançava lascivamente, subindo e descendo o vestido, mostrando a calcinha pra ele. Subiu na cama, ficou ajoelhada e dançava assim mesmo, subiu o vestido de vez até a cintura, ficou de bunda pra ele e foi tirando a calcinha, lentamente, deixava o cuzinho aparecer, subia com ela, abaixava mais um pouco até descer totalmente e ele ficou com uma visão linda do cuzinho e da xotinha. 
Gostando, querido?

Continuou rebolando, gemendo, suspirando e adorando ver que ele não tirava a mão do pau.

Aí ela abriu a gaveta do criado e tirou um mini vibrador, que enfiou no cuzinho enquanto falava que aquilo ela usava para lembrar do pau dele entrando nela.

Arnaldo enlouqueceu vendo aquilo, saiu da cadeira onde tinha sentado e foi até ela, tirou o vibrador do cuzinho e ele mesmo ficou enfiando e tirando.

Depois largou-o de lado e foi cuidar dela, colocou-a deitada de costas e deitou-se por cima, beijando-a, pegando nos seios, lambendo ela todinha.

Ela se recordava com saudade da pica dele e tratou de tirar a calça dele e fazer aquele boquete que ele sempre admirou.

 Pelo espelho ele via o bumbum dela, rebolando enquanto ela chupava seu pau e a visão deixava ele cada vez mais excitado.

Conseguiu faze-la parar com o boquete e deixou-a de quatro, ajoelhou atrás dela e meteu na xotinha e ficou bons minutos bombando, até senti-la molhada e seu pau bem lubrificado, então enfiou no cuzinho e continuou a bombar lá. Meg gemia. 
Ele estava com saudades de você!

– Ahhh… seu coisa ruim… por que sumiu… aiiiii…. que gostoso este seu pau no meu cu…. como senti sua falta… não tira, não tira… mete… aiii.. isso é bom demais…

– Vou gozar… vou gozar dentro deste cu maravilhoso…

– Segura mais, segura… tão gostoso…

Ele deu uma parada para se concentrar . Depois tornou a meter e meteu bastante até não conseguir segurar mais e gozou, enchendo o cuzinho dela com sua porra.

Ficou deitado em cima dela, ouvindo as reclamações.

– Onde você esteve, seu veado… nunca deu notícias…

– Rodei o mundo, meu bem.

– Quantos cus você comeu nessas andanças… muitos, aposto.

– Muitos, mas nenhum igual ao seu.

– Até parece…

Foram tomar um banho e voltaram para a cama. Novo boquete, o pau endureceu de novo e ele tornou a comer o cuzinho dela, agora colocando-a sentada em seu pau e deixando que ela pulasse. Muitos gemidos de novo, sem tirar o pau ele a colocou de ladinho e continuou metendo e beijando-a, e pegando nos seios dela… ela estava completamente transtornada.

Aguentou até ele gozar de novo.

Ele levantou e se vestiu.

– Vou embora, vou sumir de novo.

– Pera ai, não vai esperar o Kaplan?

– Pra que… ele não vai deixar eu comer o cu dele…

Confesso que não acreditei muito nessa história que a Meg me contou… muito estranha!

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Ela, ele e eu

Você me avisou que me esperaria no hotel com uma surpresa. Quando cheguei lá, um rapaz bem vestido e educado abriu a porta do quarto para que eu entrasse. Entrei e te vi sentada numa poltrona ao fundo, toda de preto. Uma música suave tocava no estéreo e um perfume agradável no ar. Fui até você e nos beijamos. Te perguntei se ele era a surpresa e você respondeu que sim. Sorriu, foi até dizendo: “Ele não é uma gracinha?” e me perguntou se também gostava dele e começaram a dançar juntinhos.



Mas logo você o deixou e voltou para tua poltrona, pegou seu cálice de vinho, ele ficou na nossa frente ainda a dançar. Eu sentei no braço da poltrona ao teu lado e ficamos olhando a dança dele. Eu tinha certeza que ele faria um striptease, mas não sabia o que viria a seguir.




Ele tirou o paletó e a gravata e veio junto a mim e me puxou pra dançar com ele. Logo juntos ele tirou meu paletó e minha gravata e começamos a dançar os dois pra você. Desabotoamos nossas camisas e você amando estar vendo isso. Um tirou a do outro e jogamos as camisas pra você… Ele se ajoelhou pra tirar meus sapatos e em segundos tirou os dele e a calça, vindo me ajudar com a minha. Você não tirava os olhos de nós e gostou quando ele tirou a minha calça e esfregou o rosto no meu pau sob a cueca. Vendo que você estava muito excitada, deixei ele tirar minha sunguinha… Ele a desceu pelas minhas pernas e logo colocou meu pau na boca, me chupando.

Eu estava de pau duro porque você estava ali olhando para nós e visivelmente excitada! Enquanto ele me chupava, você se levantou e veio até nós, afagou a cabeça dele de joelhos na minha frente e me beijou na boca. Te abracei e ele se levantou e te abraçou por trás. Começamos os dois a te despir… ele passava as mãos em você e eu a língua e assim te livramos do vestido, te deixando só de salto e meias, já que sua calcinha ele abaixou por trás enquanto eu tocava sua buceta pela frente.



Chupei teus seios e ele por baixo chupava tua buceta. Foi ele que segurou meu pau e levou até a tua buceta. Trouxe uma banqueta pra você apoiar a perna pra eu te fuder ali em pé. Ele começou a brincar com você e comigo. Passava as mãos em nós e metia os dedos no seu cuzinho e no meu. E eu te fudendo a buceta. Você com cara de puta safada adorando a sacanagem, com ele segurando você por trás e mexendo nos teus seios e meu pau na tua buceta, você começou a gozar. E ficou toda mole com o orgasmo… mas sussurrou no meu ouvido: “Fode ele pra eu ver?” E aproximou ele de mim.

Ele beijou minha boca e desceu os lábios lambendo meu corpo até meu pau. E você sentada na poltrona falou: “Come ele meu puto!” E ele olhou pra você e se apoiou na banqueta com a bunda virada pra mim. Você abriu as pernas e começou a se tocar nos olhando, enquanto eu começava a meter no cu dele, bem ali na tua frente.



Você ficou louca de tesão vendo os dois fudendo e falou que ele seria nosso cachorrinho. Ele gostou tanto da ideia que ao ouvir isso começou a gozar. Eu olhei pra você e mandei você vir até o meio da sala onde estávamos. Você veio bem obediente. Te mandei ficar de quatro ao lado dele, afastei tuas nádegas e meti no teu cuzinho.



Você pedia pra eu meter fundo em você e eu fazia isso com nosso cachorrinho bem embaixo de você. Eu metendo e ele chupando teus seios, mas depois ele ficou entre tuas coxas, na direção da tua buceta. O nosso cachorrinho queria lamber tua buceta enquanto eu metia no teu cu

Você delirava de muito tesão… E ainda tentava animar o pau dele, melado da gozada, mas não correspondia muito as suas chupadas, afinal ele preferia que eu chupasse ele, mas naquele momento você que começou a gozar… intensamente.



E ficamos os três ali quando você me contou que tudo tinha sido filmado. Você ficou preocupada de falar, com medo que eu não gostasse, mas adorei. Adorei saber que tudo havia sido filmado. E ele te perguntou se iríamos nos encontrar mais vezes…  ele prometeu que na próxima vez daria um jeito de te comer também, pra fazermos uma dupla penetração com você.


Outro dia ele te telefonou e pra perguntar perguntou se topávamos transar num clube de swing que tinha acabado de inaugurar. Ele conhecia um dos donos e eles precisavam de alguém disposto a transar ali pra incentivar os outros clientes a fazerem o mesmo. Você topou na hora. Ele perguntou se você não se importaria em ficar nua na frente de outras pessoas e você disse que não, que adoraria fazer isso lá, na frente de todo mundo.

Na pista de dança

Eles chegaram na boite um pouco mais cedo. Ele havia pensado nisso porque era a primeira vez dela em uma boite para casais. Teria tempo de se ambientar. Eles haviam conversado sobre irem à boite e ela estava morrendo de curiosidade e ali estava pra matar a curiosidade e curtir algo novo. Não sabia o que esperar dessa experiência, mas sabia que queria muito passar por isso e curtir toda a adrenalina que já sentia quando escolheu a roupa que iria usar, mesmo sem saber se iria tira-la ou não. Por baixo do pretinho básico com um enorme zíper atrás, uma calcinha bem sensual branca de renda e um sutiã completava o conjunto. Salto alto como não poderia deixar de ser.


Sentaram numa mesa discreta e aproveitaram o ambiente e observavam as pessoas que chegavam, alguns frequentadores antigos, outros talvez não. Todas as mulheres vestidas com sensualidade e os homens apenas elegantes em traje esporte.


A noite começou com a apresentação de um cantor animando a platéia e chamando as pessoas pra dançarem na pista de dança. Depois foi a vez dos strippers. Primeiro o strip masculino, com um musculoso galã arrancando suspiros das mulheres enquanto arrancava as roupas. Só de sunga, desceu para a pista e brincou com elas, se esfregando e simulando que transava com elas. Depois voltou ao palco e diante dos olhares e gritos entusiasmados, tirou a sunga e só de botas exibiu seu pau. Algumas até arriscaram toca-lo, mas depois de provocá-las ele saiu.

Ele perguntou a ela se tinha gostado do show e colocou as mãos entre suas coxas, pra conferir se a resposta seria sincera. Ela estava melada e disse que tinha gostado. Beijaram-se demoradamente, pediram outro drink e em seguida ouviram o anúncio do próximo striptease, agora feminino.


A dançarina entrou vestida com uma roupinha de colegial e foi logo dançar entre as mesas, voltou ao palco e começou sensualmente a tirar o uniforme. Ficou só com uma pequena calcinha e voltou a circular entre as mesas, provocando os homens e as mulheres, deixando que pegassem em seus seios, sentando no colo de homens e mulheres, beijando e sendo beijada. Muito mais assediada do que o dançarino. Voltou ao palco, onde apoiando-se na pole, tirou a calcinha ficando completamente nua.


Ele sussurrou no ouvido dela que preferia o corpo dela, que a dançarina era magrinha demais. Ela arrepiou-se toda com o contato da língua dele no pescoço dela. Sentiu os bicos dos seios endurecerem e a buceta molhada.


Fim do show e a pista voltou a ser liberada animada pelo DJ. Muitos foram pra pistas, mas outros procuraram as suítes e desapareceram. Ele a puxou pra pista pra dançarem. Dançavam juntinho, mesmo a música sendo mais animada, mas não se importavam. Ele olhou-a nos olhos e disse: “Quero transar com você!” Ela olhou-o assustada e perguntou: “Aqui?” ele sorriu maliciosamente e respondeu: “Aqui!”. “Na frente de to mundo?” ela perguntou. “No meio da pista, na frente de todo mundo!” respondeu baixinho no ouvido dela.


A música estava mais lenta, mais sensual e ela ouviu o DJ falar alguma coisa sobre olharem para o casal no meio da pista de dança. Ela olhou em volta e ele falou no ouvido dela: “Somos nós!”. Ela olhou em volta e viu que as pessoas olhavam pra eles e aos poucos paravam de dançar pra observá-los. Ela fechou os olhos e deixou-se guiar por ele na dança, até que ele se afastou um pouco e olhando pra ela, começou a desabotoar a camisa. Ela estendeu as mãos e ajudou a desabotoar e tirar a camisa, deixando-a cair no chão. Depois, ajoelhou-se na frente dele e tirou-lhe os sapatos. Em volta as pessoas não só olhavam, mas incentivavam. Ela foi por trás dele e abriu o cinto e a calça, que ele deixou deslizar até o chão. Ela olhava pra sunga dele e pra ele e tocou seu pau, que se avolumava dentro da sunga. Então virou-se de costas pra ele, rebolando sensualmente enquanto ele descia o longo zíper do vestido fazendo suspense pra não tirá-lo de uma vez, mas quando ele finalmente foi para o chão, ouviram aplausos e assobios. Realmente ela tinha um corpo espetacular, com coxas grossas, seios fartos e a lingerie que escolhera só valorizava seu corpo. Ainda por trás dela, abraçou-a alisou seu corpo e esfregou-se nela, até abrir os fechos do sutiã e liberar seus seios. Virou-a e os beijou, chupou, lambeu.


Alguém da boite, veio rapidamente e deixou uma cadeira perto deles. Ela ficou de costas pra ele e apoiada nas costas da cadeira, ficou rebolando sensualmente enquanto ele insinuava-se atrás dela. Esfregou-se até se afastar e percorrer com as mãos o corpo dela, do pescoço até os tornozelos, mas nesse movimento, levando consigo a calcinha dela e a deixando inteiramente nua, não fosse pela sandália de salto alto.


A platéia delirava e ela abriu as pernas pra que a mão dele passasse entre suas coxas e tocasse sua buceta. Com um gesto rápido, ele livrou-se da sunga, que era presa por velcro como a do stripper e com o pau ereto, encostou-se nela. Ela o acariciou com uma das mãos sem tirar a outra do apoio e o recebeu dentro dela. Ele a segurava pelos quadris, metendo na sua buceta por trás enquanto ela o ajudava rebolando sua linda bunda.


A platéia podia ver de pertinho aquele show erótico, que sem ela saber, ele combinara com os organizadores da festa, deixando claro que aconteceria se ela quisesse. Estavam todos excitados vendo aquela gostosa foda.


Ele chegou juntinho do ouvido dela e sussurrou algo que ninguém ouviu e ela concordou com a cabeça. Ele sentou-se na cadeira e ela ficou dançando e o provocando na sua frente, aproximando-se devagar, nua e linda, até sentar sobre ele e deixar que seu pau a invadisse.


Eles se olhavam nos olhos e ela disse que não poderia aguentar muito tempo aquilo: “Estou louca pra gozar!” falou pra ele, que se acomodou na cadeira e falou “Goza minha putinha safada!”. Ela ouviu aquilo e mais do que uma ordem, foi uma junção de energias que a descontrolou completamente e ela gozou como uma cadela no cio, aos trancos, pulando, agarrando seus seios, enfiando-os na cara dele. Parou exaurida com o corpo inerte sobre o dele, que avisou: “Agora me chupa, vou gozar na tua cara puta!” Ela obedeceu e ficou de joelhos na sua frente, chupando e lambendo o pau dele, até que, diante de todo mundo, ele jorrou seu jato de prazer na cara dela, que lambeu tudo, engolindo a porra e o pau, até que ele também quedasse extasiado na cadeira.


As luzes da pista se apagaram e poucos viram quando ela se levantou e o beijou, com a cara toda melada do prazer do prazer dele e ainda disse: “Da próxima vez eu vou sentar e você vai chupar minha buceta!”. O mesmo ajudante que trouxera a cadeira, recolheu rapidamente as roupas e os levou para os camarins, onde poderiam tomar uma ducha e se vestir, só que no camarim acabaram se pegando novamente. O tesão ainda estava muito alto e não conseguiram simplesmente tomar um banho. Ali no minúsculo box do menor ainda banheiro do camarim transaram mais uma vez. Depois sim, conseguiram se vestir e voltar pra boite, onde óbvio, receberam os parabéns de vários casais que estavam nas mesas próximas e até convites para estenderem a noite em um motel.

Um desses convites pareceu bem interessante e foi aceito.

Despedida de Solteira

Após seis anos de namoro, estava chegando o grande dia, em breve ia me casar. Minhas amigas estavam organizando uma festa de despedida de solteira, eu estava com muito medo do que viria, pois elas adoram sacanear.

Chegando o dia da despedida, três amigas me pegaram em casa e disseram que minha noite seria inesquecível. Fomos para uma casa de stripper, onde encontramos com outras amigas nossas.

No palco rolava uma bolinação super quente, dois gatos de sunga, alisavam uma garota, e na plateia, umas garotas gritavam para ela pegar o pinto deles. Depois de um tempo os caras estavam nus, de pinto ereto e a garota, segurando os dois com vontade, as amigas dela estavam delirando. Um dos caras pegou a cabeça dela e forçou-a a chupar seu pau, ela se recusou, ele continuou insistindo, mas ela não cedeu. Após o showzinho, desejaram a garota, pelo microfone, um bom casamento. Na hora gelei só ai saquei a intenção das minhas amigas.
 
Mais alguns showzinhos rolaram, inclusive de sexo explicito, até a hora que anunciaram meu nome, que estava me despedindo da vida de solteira, e ria participar do próximo numero, a pedido das amigas. Gelei de novo, mas não tinha como fugir.
 
Dois rapazes de sunga vieram até mim, eu estava usando uma mini saia preta com uma calcinha fio dental também preta, e um top “tomara que caia”, de lycra branca, sem sutiã, eles me pegaram pelas mãos e me levaram para a passarela.
 
Deixaram-me em pé no centro da passarela e começaram a dançar ao meu redor, me alisavam de cima abaixo, eu não reagia, e comecei a entrar na brincadeira, comecei a alisá-los também, acho que isso foi o sinal que esperavam. Os rapazes levantaram meus braços, e sem que eu percebesse, estava com as minhas mãos algemadas em correntes que vinham do teto. Agora sim estava à mercê dele.
 
Falei para um dos rapazes que me alisava:
“-O que vocês pensa que estão fazendo?”
 
Ele me respondeu:
 
“-Só o que suas amigas autorizaram!”
 
Não sabia se ficava mais tranqüila ou mais preocupada. Ai começou o show de verdade…
Abaixaram meu top até a cintura, meus peitos que não são pequenos saltaram, e agora estavam à mostra para deleite de todos, minhas amigas gritavam:
 
“-Aproveita!”
 
Ai foi a vez da saia, primeiro a levantaram, mostraram minha banda para todos, depois resolveram tira-la. Não acreditava, estava praticamente nua, só com a calcinha fio dental, minúscula por sinal, ali pendurada em um palco, com diversas pessoas estranhas vendo tudo, era surreal.
 
Os caras continuavam me alisando de cima a baixo. Chupavam meus seios, alisavam minha bunda, esfregavam seus cacetes em minha xota e nádegas, pois neste momento os dois estavam nus.
 
Achei que o show ficaria só nisso e estaria para terminar, já estava pronta para brigar com minhas “amigas”, mas estava redondamente enganada…
 
Senti minha calcinha descendo lentamente, uma língua adentrou minha vagina e outra meu cuzinho. Depois de alguns minutos de chupação desengancharam as algemas da corrente e as prenderam no chão, me colocando de quatro, com o rosto voltado para a platéia, que delirava com a cena.
 
Um dos rapazes desce da passarela e se pos na minha frente, colocou seu pau, que se diga de passagem era muito grande,na minha boca, e gritou:
 
“-CHUPA VAGABUNDA…”
 
Nem pensei o que estava fazendo, abri a boca e recebi o cacete até o funda da garganta, enquanto eu chupava, senti o cacete do outro rapaz penetrando minha buceta, eu não acreditava, uma dupla penetração, ainda por cima em publico, às vésperas do meu casamento.
 
Pensar que o único homem que me possuira até então era meu noivo, e que não era tão avantajado como aqueles caras!
 
O que me confortava é que eu acreditava estarem acabando, mas novamente estava enganada.
 
O rapaz que eu estava chupando, chamou no publico voluntários para substituí-lo. Formou-se uma fila de rapazes, arregalei os olhos, eu não tinha reparado vários homens atrás da cortina vendo o show (pensava que nesses shows só ia mulheres). O rapaz percebendo minha aflição disse:
 
“-Calma, você pode chupar todos com calma, não tenha pressa!”
 
Nesse instante ele tirou o pau da minha boca, enquanto um rapaz da platéia o substituía, ele subiu na passarela e foi me comer no lugar do outro. Só que ele mirou o caralho na portinha do meu cuzinho e foi penetrando, quase me rasgando, pois meu noivo me fodia pouco no rabo, sem contar a diferença de calibre. Eu não podia reclamar, pois estava com a boca cheia de pica.
 
Os rapazes da platéia foram se revezando na minha boca, quando percebi que conhecia alguns deles, eram amigos do meu noivo, gozaram muito na minha boca.

Depois e quase uma hora, levando pica na boca , buceta e no cú os strippers me levantaram pelos braços, me parabenizaram por ter agüentado vinte e cinco caralhos e me desejaram feliz casamento. O publico aplaudiu, os rapazes me levaram para os bastidores, onde havia banheiros para que eu me lavasse e tirasse a imensa quantidade de porra que saia de meus orifícios arrombados e escoria pelos meus peitos e coxas. Eles falaram para eu me lavar e arrumar, para depois voltar para a festa.

Tomei um banho, e enquanto me lavava apareceram três strippers que falaram:
“-Nos também vamos te comer…”
Eu apenas disse:
“-Tudo bem, fiquem a vontade!”
Depois dessa surubinha no banheiro, onde recebi mais um pouco de caralho em meu buraquinhos, voltei para junto das minhas “amigas”, não me dirigi à elas, estava puta da vida e com vergonha ao mesmo tempo. Elas fizeram gritando meu nome e me abraçando:
“-Aproveitou? –perguntavam”
Nisso aparece um dos amigos do meu noivo, que eu tinha chupado e me disse:
“-O Marcos (meu noivo) vai ter uma bela puta como esposa!”
Não sabia onde enfiar a cara!

Perto das duas da manhã, anunciaram meu nome novamente, não acreditei, chega, mas eles queriam me parabenizar pelo casamento, por ter aceitado a brincadeira e me dar um DVD com meu show.

Peguei aquele DVD com toda força, e não o larguei um segundo sequer, mas no fundo sabia que aquela noite ainda ia me trazer problemas. 
by  gogofredo