Velas e um calor erótico

Era noite e a lua estava grande e clara. Na TV passava Simpsons e eu estava deitado no sofá, tranquilo, satisfeito com a vida, assistindo. Não muito longe da sala onde eu estava, Carol juntava na cozinha massa, frango, queijo ralado, molho… E vinho. Preparou a mesa, apagou a TV, a luz, acendeu as velas. O jantar estava maravilhoso, assim como ela. Comemos, bebemos, sorrimos, rimos, flertamos, ficamos satisfeitos. Um clima ótimo. Nos levantamos da mesa e nos beijamos e abraçamos.

Os beijos dela sempre me atiçam, e foi o que aconteceu. Mesmo com aquela moleza depois de um jantar farto, de um vinho gostoso, aqueles beijos e aquele cheiro me ativara. Eu não estava mais completamente satisfeito, eu queria algo mais. Eu queria então mais uma refeição, naquele momento, já, devorá-la. O desejo era mútuo, e enquanto nos beijávamos, íamos andando de pouco em pouco para o quarto escuro, onde sensações incríveis nos esperavam, naquela cama memorável, gostosa. No meio do caminho, ela parou, se afastou de mim, foi pegar alguma coisa. Sentei na cama e esperei um pouco. Tirou de uma gaveta várias velas, foi colocando-as nas mesinhas que havia no quarto. Quando ela estava acendendo uma das últimas, me levantei, fui até ela e a abracei por trás. Ela virou, e continuamos a nos beijar.

Ainda em pé, nos beijávamos, abraçávamos, apertávamos e o desejo continuava crescendo enquanto as chamas das velas continuavam a queimar e aquecer o quarto. Fui empurrando-a até encostá-la na parede, comecei a beijá-la no pescoço. Carol respondia fechando os olhos e olhando pra cima, deixando aquele pescoço gostoso disponível, por onde minha língua passava e beijos sussurravam. Minhas mãos alternavam alisando sua cintura, descendo e subindo pela coxa, o ambiente ficava mais quente… Do pescoço, fui descendo a língua até no meio do decote de sua blusa, enquanto subia com as mãos pela sua barriga até seus seios. Seus olhos ainda fechados mostravam que ela estava sentindo as boas e gostosas sensações do tato… Desci, me ajoelhei e comecei a desabotoar a calça dela. Enquanto eu fazia isso, ela abriu os olhos e olhou para baixo, colocou suas mãos sobre minha cabeça e começou a alisar o cabelo enquanto mordiscava seus lábios, louca por o que vinha a seguir.

Sua calcinha era branca e já dava pra perceber o quanto estava úmida. Comecei a beijar seu clitóris por cima da calcinha enquanto ela continuava a alisar minha cabeça. Beijei toda a área da virilha e partes internas da coxa, e enquanto o fazia fui tirando sua calcinha. Seu sexo estava inundado com tanto tesão. Logo quando vi e senti o aroma da safadeza dela, senti meu pau, ainda dentro da calça, latejar de tão duro e cheio de tesão. Meu sangue pulsava e eu desejava, desejava, desejava… Tirei totalmente sua calça e calcinha e joguei de lado. Ela se apoiou com as costas na parede, desceu um pouco e foi abrindo as pernas para acomodar minha cabeça entre elas. Comecei a chupá-la. Lambia seu clitóris e beijava sua virilha enquanto segurava com as duas mãos na parte lateral de sua bunda, em suas coxas suculentas.

Então comecei a chupar seu clitóris mais constantemente. Coloquei-o na boca e suguei levemente dentro, com a ponta da língua encostando. Carol começou a gemer bem gostoso e me deu mais tesão. Suas mãos, que ainda estavam alisando minha cabeça, começaram a ficar mais rígidas, agora segurando minha nuca, puxando-a para si, de encontro com aquele clitóris delicioso. Quanto mais ela pressionava, eu chupava mais forte. Chupava e chupava, com o clitóris durinho e todo dentro da minha boca, com minha língua se mexendo cada vez mais lá dentro, sentindo tudo molhado, fazendo movimentos de cima pra baixo, sugando. Em um determinado momento, as mãos de Carol puxavam minha cabeça tanto que eu fiquei muito tempo com a boca naquela bucetinha safada, sem conseguir respirar. Só chupava, e achava aquilo o máximo. E foi nessa hora que chupei mais forte, e quando não aguentava mais prender a respiração, forcei minha cabeça para trás, olhei para cima e vi ela olhar para mim. Aqueles olhos lindos, me pedindo mais. Então voltei a chupá-la, dessa vez o mais rápido que podia, passando toda a base da língua de cima abaixo. E ia rápido. Carol segurava minha cabeça, acompanhando meus movimentos, bagunçava meu cabelo com euforia. E eu chupava, chupava, de cima a baixo, ela gemia, eu chupava, ela gemia mais, eu chupava mais, o mais rápido que podia, ela gemia alto, eu chupava mais, e chupava mais, e mais rápido, e mais, até começar a sentir ela ficar na ponta dos pés, respirar mais forte e gemer com mais intensidade… E junto com suas pernas tremendo, ela gozava na minha boca, com muito tesão. Aquele líquido safado na minha boca, incrível.

Levantei, olhei para ela, meti um dedo dentro dela e coloquei para chupar e sentir seu próprio sabor. Depois a beijei de língua, bem profundo e demorado. Tirei o resto da roupa dela e joguei-a na cama. As velas continuavam a queimar. O quarto já estava quente, abafado, ofegante como Carol gozando. Tirei minha roupa e subi em cima dela. Chupei seus peitos, primeiro o direito, depois o esquerdo, peguei-os com as duas mãos… Seus longos cabelos negros espalhados pela cama, seu rosto sorrindo, seu corpo nú, uma visão dos Deuses. Então abri suas pernas o máximo que pude, colocando-as para cima e metendo devagar e o mais fundo possível, sentindo-me penetrar dentro dela. Seus olhos ficaram semicerrados, o sorriso ainda maior. O tesão dela era tão grande como o meu ao penetrá-la. Deixei-me lá dentro por alguns segundos, beijei-a um pouco, olhei para ela e comecei a meter.

Metia e sentia tudo lá dentro molhado. Uma bucetinha maravilhosa, safada e sedenta. Enquanto eu continuava a penetrá-la, alternava meus olhares entre seu rosto, seus peitos e meu pau indo e vindo dentro de Carol. Metia num ritmo não tão rápido, nem tão lento, mas sempre profundo, batendo minha virilha sempre com a sua. O tesão era grande, devasso, imoral. Apoiei meu corpo totalmente sob o dela, deixando-a sentir o peso enquanto eu minha cabeça ficava do lado dela, sussurrando gemidos em seu ouvido. Suas duas mãos abraçaram minhas costas e seguraram meu ombro, com um misto de delicadeza e firmeza. Mordisquei de leve sua orelha enquanto ela passava a mão por minhas costas e eu metia nela bem gostoso. Suas mãos foram descendo e chegaram em minha bunda, ela segurou minhas nádegas e as apertou, puxando meu corpo para ela, querendo que eu metesse mais forte. E eu respondi metendo com mais firmeza, um pouco mais rápido. Ela acompanhava os movimentos puxando e apertando minha bunda. Era muito tesão.

Quando me dei conta, estávamos completamente encharcados. O quarto ficara tão quente quanto nossa vontade e nosso tesão. As velas continuavam a queimar e a iluminação era sexy, instigante. O sexo sempre foi bom, ótimo, mas aquilo dava um ar ainda maior, deixava todos os sentidos mais aguçados e as sensações mais gostosas. Meu rosto suava enquanto eu metia nela. E metia. E metia. E metia… Meu pau entrava e saía sem parar daquela bucetinha quente e molhada. Meu corpo, ainda com o peso sob ela, suava junto com o dela, sem parar. Continuei metendo. Levantei um pouco e percebi sua cara de tesão, sua boca gostosa e aberta, gemendo, aproveitando e tirando todo prazer que ela queria do meu pau. Seu rosto também suava. Não era apenas sua bucetinha que estava molhada, ela toda ficara.

E continuei metendo. Meu pau estava excitado e duro como uma rocha, metendo nela de forma firme. Eu estava me cansando muito rápido, mais do que o normal por causa do grande calor erótico que as velas proporcionavam. Mas ao mesmo tempo que o cansaço vinha, uma vontade vinha mais forte. Meu tesão estava à toda. Aquele ambiente era novo pra mim e eu gostei. Muito. E como sempre, o jeito safado de Carol, aquela atitude, me excitavam ainda mais. Um momento tão perfeito. Diminuí um pouco o ritmo e comecei a esfregar meu corpo suado no dela, uma sensação gostosa demais…

– Que gostoso esfregar nossos corpos suados… – Falei.
– Sim, é muito gostoso…

Continuei esfregando… Eu continuava a meter naquela bucetinha gostosa enquanto me esfregava em Carol. A sinergia era gostosa, dava mais tesão. Em um determinado momento, tive que parar um pouco os movimentos porque achava que ia gozar… Não queria gozar naquela hora, estava bom demais, queria continuar sentindo aquilo sem interrupções… Parei de meter meu pau nela, e apoiado nas pernas e de joelhos entre as pernas dela, observei aquele corpo gostoso e suado e comecei a passar a mão por todo ele. Com os dedos, senti todos os seus centímetros. Agarrei-a pela cintura e segurei, continuei a admirá-la…

– Agora eu quero de quatro – Ordenei.

Carol virou e prontamente ficou de quatro, com a bunda bem empinada, mostrando aquela bucetinha e suas coxas suadas. O molhado daquelas coxas maravilhosas era uma mistura de suor e da safadeza sem fim que saía de sua bucetinha. Por alguns instantes, parei para aprecisar mais uma visão dos Deuses como aquela, e continuei a esfregar as mãos no seu corpo. Não demorou muito tempo, não aguentei, fiquei de joelhos, e meti. Dessa vez meti com força desde o começo, e estávamos tão molhados que entrou rápido e gostoso. A parada anterior me deu mais força e vontade para meter mais. Comer ela de quatro era maravilhoso. Comia com força e muito rápido! Não aguentava ir devagar. Aquela visão da bunda, das costas, dos ombros, do cabelo. Meu pau entrando nela. Ela gemendo, gemendo gostoso e alto. Ela estava adorando dar aquela bucetinha de quatro pra mim. Eu adorando olhar meu pau entrar naquela bucetinha gostosa, com aquela bunda bem aberta e o cuzinho gostoso àmostra.

E metia. Metia. Metia… Batia com minha virilha na bunda dela. Fazia muito barulho. Rápido. Forte. Firme. Ela gemia muito, me dava muito tesão. Meu pau pulsava sem parar. Um prazer sem igual, não tinha como controlar o tesão, estava à ponto de gozar. Enquanto metia forte e rápido, eu aproveitava que estava no comando para passar as mãos nas costas suadas dela, para agarrar sua cintura bem forte e puxar pra comê-la mais fundo. Ela gemia muito, e eu sabia que não era só eu que estava louco, sem controle. Ela também queria gozar. Quando percebi seus gemidos mais forte e sua respiração mais ofegante….

– Continua assim bem forte que vou gozar…

Peguei forte nos ombros. Puxei. Depois peguei seus cabelos com uma mão e puxei. Puxava o ombro e o cabelo em minha direção. Ela gritou de tanto tesão e explodiu num gozo sem igual. Ao ouvir e sentir sua bucetinha latejar no meu pau, não aguentei de tanto tesão e gozei também. Gozei dentro dela bem gostoso. Gemi forte enquanto gozava, com minha respiração muito ofegante. Ela, em êxtase com o orgasmo, se debruçou mais na cama, deixando a maioria do seu corpo deitado, mas com a bunda bem empinada. Eu, por uns instantes, agora segurando aquela cintura, deixei meu pau ali dentro, pulsando, latejando, descansando, dentro dela.

Nos deitamos um ao lado do outro, nos abraçamos, suados e exaustos, mas acima de tudo satisfeitos, em êxtase. Nossos corpos suados ainda grudados um no outro, roçando de leve. A sensação continuava muito boa…

– Uma boa memória para toda a vida… -Falei.

Diversão noturna

Deitaram na cama para dormir, ele com a calça de pijama e ela com um babydoll de algodão leve. Cobriram-se apenas com um lençol, e o calor os obrigou a deixar a janela aberta e ligar o ventilador de teto para refrescá-los do mormaço de verão. Acomodaram-se cada qual do seu lado da cama, no início, atormentados pelo calor, e também por causa dele, não conseguiam dormir.

Ela deitou de lado, tentando encontrar a posição ideal para um sono tranquilo, e deixou o lençol cobrindo-lhe apenas a cintura, para que o vento não encontrasse barreira alguma no caminho até a sua pele. Ele já tinha abandonado o lençol por completo. Mas também se virou, no instinto de abraçá-la durante o sono, e só então percebeu-a descoberta, vislumbrando pouco mais do que seu contorno na penumbra que a luz da rua criava.

Aproximou-se mais, mas ao invés de abraçá-la, enlaçou um braço em sua cintura, apoiando-se no outro, enquanto beijava o pescoço dela. Sentiu a pele arrepiada no toque de seus dedos e acariciou da cintura até o meio da coxa dela. Ouviu o suspiro que ela deu, deliciada com a carícia dele, e fechou as mãos no travesseiro, aproveitando a sensação. Mas ele queria mais do que isso, queria vê-la ter prazer.

Alcançou uma de suas mãos e trouxe delicadamente para o meio das pernas, induzindo-a a se tocar. Ela afastou um pouco as pernas e, com a mão dele sobre a sua, deixou-o sentir o movimento de seus dedos, mostrando-lhe como fazia para se dar prazer na intimidade.

Enfiou a mão por dentro do short do babydoll e aproveitou a sua própria excitação para molhar os dedos, e só então foi brincar com o clitóris. Macio, no início, quente e inchado assim que o prazer começou a fluir em seu corpo. Ele manteve a mão sobre a dela, mas se ajoelhou ao seu lado, para levantar-lhe a blusinha do babydoll e brincar com seus seios.

Pinçou os mamilos dela com delicadeza, fazendo-os endurecerem entre seus dedos, e então abaixou-se, mordiscando-os para deixá-los mais sensíveis ao toque de seus lábios e língua, ambos úmidos e quentes. Ela suspirou profundamente, quase em um gemido, quando sentiu o reflexo das carícias dele como uma descarga em seu clitóris, deixando-o mais sensível e aumentando o prazer dela.

Ela fechou as pernas pela sensação forte, mas ele as abriu de volta e colocou-se entre elas, para que, mesmo que involuntariamente, ela não as fechasse outra vez. Aproveitou que ela ainda estava extasiada e separou os grandes lábios com os dedos de uma mão, expondo o clitóris para que ela pudesse continuar com a brincadeira, enquanto com a outra mão voltou a provocá-la, acariciando-lhe os seios.

Com a mão livre ela se agarrou ao travesseiro, os dedos da outra continuaram a dançar em sua vagina, levando-a ao limiar do prazer e parando, apenas para que pudesse aproveitar um momento a mais daquele delicioso desespero. Cada pausa diminuindo o tempo necessário para alcançar o limite outra vez, até que apenas o toque a fez estremecer. Forçou um pouco mais, e continuou, além do gozo, quase até não aguentar mais, e então, em um longo suspiro, relaxou as mãos e seu corpo a acompanhou. Esqueceram o calor e deitaram, um fisicamente e o outro mentalmente satisfeitos.