2125a

Um Decameron dos nossos dias… parte 1


Amigos e amigas: hoje atingimos a marca de 1.100.000 acessos!!! Para comemorar, um conto em duas partes, escrito para essa ocasião. E amanhã – atenção, amanhã, sábado – um conto enviado por um amigo colaborador.


(escrito por Kaplan)
Um amigo nosso criou coragem e leu a obra de Boccaccio, chamada Decameron. É um conjunto de 100 histórias que algumas pessoas que fugiam da Peste Negra contaram entre si quando reunidas. E muitas são bem picantes! Então ele ficou entusiasmado, reuniu alguns casais amigos e propôs que nos reuníssemos nos fins de semana. Em cada sábado e em cada domingo, uma pessoa do grupo contaria algo que tivesse acontecido com ele ou que ele soubesse que tinha acontecido com alguém. E todos tinham de ser picantes!
Muitos dos que foram não gostaram da ideia, mas ele conseguiu reunir 10 casais ao todo, então definimos em cinco semanas. E fizemos o sorteio para ver a quem caberia o conto do dia. O resultado foi: 1) Meg; 2) Dayse – 3)Firmino; 4)Milena – 5)Alcino; 6)Kaplan – 7)Rosana; 8)Evandro – 9)Jaime; 10) Aldine.
Então, cada um procurou lembrar de coisas que lhe aconteceram ou que teriam acontecido com amigos e amigas. E na primeira reunião, coube à Meg iniciar o ciclo de dez histórias. O resultado foi sensacional, como vocês poderão verificar.

      1. Foi consertar a hidro e eu estava só de robe, meio aberto… daí… 

– Bem, quem começa sempre tem um certo receio, né? Mas vamos lá. Eu me lembrei de muitos casos que poderia contar aqui e optei por narrar um que aconteceu comigo. Em um dos apartamentos que Kaplan e eu moramos, tínhamos uma hidro no banheiro da suíte. Era uma delícia, o que nós transamos lá dentro foi uma enormidade. Mas o caso que vou contar se refere a um problema que a hidro apresentou. Kaplan já tinha saído para o trabalho, eu fui tomar um gostoso banho e o mecanismo não funcionou… fiquei chateada, liguei pra ele e falei do problema. Ele me disse que na gaveta da mesa do escritório dele tinha o endereço de uma pessoa autorizada.

Achei o papel, telefonei e o Sr. Diniz disse que viria imediatamente. Gostei da presteza. Bem, eu estava nua, pois ia me banhar, então, para esperar o Sr. Diniz pus um robe, desses que se fecham apenas com uma faixa e fiquei esperando. Quando ele chegou, fiquei conhecendo. Nunca o tinha visto antes. Era mais velho, barrigudo, mas bom de papo. Levei-o ao banheiro, ele não parava de falar enquanto consertava. 
Este homem me deu um tesão…
 E eu, podem acreditar, nem me lembrei do robe que usava, sentei na tampa do vaso e fiquei conversando com ele… e comecei a notar que ele olhava muito pra mim. Desconfiei de alguma coisa e aí vi que o robe havia ficado meio aberto quando eu me sentei e ele estava tendo o maior lance dos meus seios… só que aquilo me deu um frenesi… uma coisa de doido! E então, em vez de fechar o robe, eu abri mais e ele viu os seios por inteiro.

E era bem atrevido. Viu, chegou mais perto, colocou a mão, beijou, me chupou os biquinhos, fiquei endoidecida… e ainda, enquanto me chupava os bicos, a mão abriu o robe todo e ele começou a passar a mão na minha xotinha… eu amoleci por inteiro. Que homem era aquele! Fiquei totalmente seduzida, me entreguei totalmente a ele. Me pôs de pé, ficou com o corpo colado nas minhas costas, e beijava minha nuca, uma mão pegava nos meus seios, a outra estava na minha xotinha, na minha bunda, ele passava as mãos pelo meu corpo todo, me deixava completamente arrepiada.

Senti o pau dele me cutucando, me virei, tirei a camisa dele, abaixei a calça e peguei no pau. Não era grande, devia ter uns 12cm, mas era grosso e cheio de veias. Ajoelhei e chupei e só escutei ele respirando mais forte.

Deitamos no chão do banheiro mesmo e ele, encostando o barrigão nas minhas costas, posicionou o pau de forma a me comer de ladinho. Não era a posição melhor para o tamanho do pau e da barriga dele, então nos levantamos, eu apoiei as mãos na borda da banheira, ele pegou na minha bunda, lambeu-a e beijou-a e voltou a meter. Aí ficou bem melhor, ele meteu bastante, eu estava gostando muito. 
Safado… enfiou atrás!

Mas vocês sabem como gosto de cavalgar, então coloquei-o deitado de novo no chão e sentei no pau dele e pulei, pulei bastante. Consegui meu orgasmo matinal. E o Sr. Diniz era um bocado safado e experiente. Mal notou meu gozo, me levantou do pau dele e me abaixou de novo… só que aí o pau dele entrou sabem onde… no meu cu…e foi lá que ele gozou.

Eu não sabia o que dizer. E ele também não disse nada. Pelado como estava continuou a procurar o defeito, encontrou, resolveu, se vestiu e foi embora. Nem cobrou nada!

Meg terminou o relato dela, foi aplaudida. Foi comentário unânime que o objetivo que nosso amigo tinha pensado, havia sido alcançado. Dayse, que seria a narradora do domingo, disse que ficou preocupada e não sabia se o relato dela seria tão picante quanto o da Meg. Nós a acalmamos. E no dia seguinte, ela nos contou.
    2.      Se eu te fizer um boquete, você nos deixa em paz?   
Nos reunimos no domingo, logo após o almoço e Dayse, meio nervosa, nos contou algo que havia acontecido com ela também.

– Bem, pessoal, o caso é picante, mas é meio estranho. Aconteceu comigo, e por favor, não pensem mal a meu respeito… Foi na época da faculdade, o nosso grupo de trabalho era formado por 4 garotas e um cara, o Messias.

Até hoje ninguém consegue se lembrar de como ele entrou no nosso grupo, o fato é que estava lá e não faltava a nenhuma reunião. Mas era meio chato, vivia cantando a todas nós e nenhuma de nós estava interessada nele.

E ele apregoava que tinha um pau grande, que a gente iria gostar de transar com ele e aquilo foi enchendo a paciência de todo mundo.

Quando estávamos só nós, as meninas, o assunto era um só: o chato do Messias. Ninguém estava suportando as cantadas dele. O problema é que ele era muito bom de serviço, nossos trabalhos eram excelentes e isso muito graças a ele. Então a gente ficava na dúvida: tirá-lo do grupo e ver a qualidade de nossos trabalhos ficar reduzida, ou mantê-lo, aguentando a chatura do cara.

Tinhamos nos reunido um dia na casa  de uma das meninas do grupo e lá estava ele interrompendo o trabalho a todo momento com a propaganda do pau dele e querendo até transar com nós quatro ao mesmo tempo.

Estava insuportável! E aí eu explodi.

Falei com ele que ninguém estava a fim de transar com ele, que ele parasse de ficar com aquelas cantadas, xinguei bastante. Acham que ele se mancou? Nada. Parecia que eu não tinha falado nada com ele…

Foi aí então que fiz a proposta: Escuta aqui, Messias: se eu te fizer um boquete, você nos deixa em paz? Ele ficou parado, sem saber o que responder, as minhas colegas estavam de boca aberta, sem entender o que eu tinha proposto. Mas, finalmente, ele aceitou. 
hummm… até que tá bom…
 Então, puxei-o para fora da casa, fechei a porta, me agachei e mandei ele colocar o pau pra fora. Ainda assustado com a minha ousadia, ele abriu a braguilha e eu vi que realmente o pau dele era grande e bonito. Estava mole, mas quando eu comecei a colocá-lo na boca, a lamber o tronco e as bolas, ele endureceu. Gente, o cara chato deixou de ser chato ali, naquele momento, porque foi o pau mais gostoso que eu já tinha chupado até aquele dia. Fiquei abismada e chupei com gosto. Foi bem demorado, porque, de repente, eu me dei conta de que estava gostando muito e não queria que acabasse… Mas acabou, ele gozou, eu engoli uma parte, a outra escorreu para o chão.

Levantei, eu estava com as pernas bambas. Falei que ele tinha de cumprir a promessa. E ele cumpriu, nunca mais cantou nenhuma de nós!

Aplaudimos a Dayse, era algo incrível o que ela fizera, mas, com certeza, cumprira com o objetivo… foi bem picante… nos dois sentidos!
      3.  Ela dormiu, ele pulou pra cama da cunhada…
No outro fim de semana, todo mundo chegou cedo. A perspectiva de novos relatos tão bons como os do primeiro fim de semana animavam a todos. E seria a vez do Firmino, o primeiro homem a narrar.

– Ao contrário da Meg e da Dayse, que nos contaram episódios de suas vidas, eu vou lhes contar uma aventura muito interessante de um casal amigo meu, o Eusébio e a Ofélia. Vocês não conhecem, eles não são daqui, moram nos Estados Unidos. Ele me contou quando esteve aqui no Brasil, ano passado. Apesar do nome, Ofélia é norte-americana e ele se casou com ela lá. Vivem muito bem.

Pois bem, eles foram passar umas férias no Hawai e levaram a cunhada dele, Charlene, junto. E ficaram os três no mesmo quarto de hotel, pois sairia bem mais barato. O quarto tinha uma cama de casal e uma de solteiro, era bem amplo. 
Cunhada… que gostosura!
 Bem, o Hawai é um local quente. E ele ficou surpreso quando perguntou para sua esposa se seria chato ele dormir só de cueca, por causa da cunhada. A resposta dela foi que não tinha problema, porque tanto ela quanto a irmã iam dormir só de calcinha. Ele levou um susto… iria ver a cunhada só de calcinha? Não estava acreditando, porque ela era muito gostosa, como ele comprovara ao vê-la na praia, com um biquíni bem pequeno.

Então, à noite, quando foram se deitar, ele rapidamente tirou a roupa e ficou só de cueca e viu as duas se despirem e irem se deitar só de calcinha mesmo. Ficou alucinado, a Ofélia, segundo ele me disse é muito gostosa e a irmã dela, então… nem se fala!

Mas as surpresas não pararam por ali. A cunhada ligou um abajur e ficou lendo, e a esposa logo pegou no sono. E ele, ali, acordado, vendo os seios da cunhada e tendo belos pensamentos, que o obrigaram a colocar um lençol para tampar a ereção que teve.

Mas a cunhada viu, sorriu e fez sinal a ele para ir para a cama dela. Ele achou que estava sonhando, mas não, ela insistia, chamava-o com a mão. E ele foi lá.

Ao chegar à cama, ela tirou a calcinha e jogou longe, apontando a bucetinha pra ele chupar. E ele deitou-se entre as pernas dela e chupou. Estavam nisso quando a Ofélia acordou, porque a calcinha da irmã caira em seu rosto. Ela não entendeu, olhou pro lado e viu a festa que estava acontecendo na outra cama. Resolveu dar um susto no marido. Perguntou que calcinha era aquela que caíra na cabeça dela. Ele se assustou de verdade, pensou que ia sair morte naquele quarto, mas as duas caíram na risada. E Ofélia chamou os dois para a cama de casal, que seria mais confortável. 
O que mais um homem pode querer?
 E as duas caíram de boca no pau dele, que, mesmo sem entender o comportamento delas, estava adorando o que acontecia. E quase enlouqueceu quando viu as duas se beijando na boca, em cima do pau dele.

E o ménage aconteceu… a primeira a ser comida foi a cunhada, que sentou no pau dele e enquanto ela pulava a esposa oferecia sua xotinha para ser chupada pelo marido. Depois foi a vez da esposa ser comida e a irmã dela ficou beijando-a e alisando-a.

E assim terminou aquela primeira noite. Nem precisou me dizer que nas noites seguintes tudo se repetiu. Foram as melhores férias deles, segundo ele me disse, e a coisa continua, porque de vez em quando a cunhada passa uma noite na casa deles…

Muito aplaudido o Firmino com o relato dele. Nem preciso dizer que, por causa disso, naquela noite alguns ménages aconteceram entre os participantes… e o comentário era: o que será que Milena vai nos contar amanhã?
  
4.      A professora de piano era jovem, bonita, sedutora… e traçou a aluna  
Repetindo o que se passara no domingo anterior, de manhã ficou todo mundo na piscina, comentando as três histórias já contadas. E depois do almoço, nos reunimos na sala para ouvir Milena.

Confesso a vocês que fiquei quase desistindo. Não porque considere o que vou relatar como ruim. Não, ele não é pior nem melhor do que os que já foram feitos. Mas é que eu pensei que poderia inventar coisas, não percebi direito na reunião que tinha de ser algo real. E estou esta semana tentando lembrar de alguma coisa e não consegui, apenas tenho a lhes contar algo que aconteceu comigo e que eu tinha jurado a mim mesma que ninguém jamais saberia. Vou contar para não furar o nosso esquema, mas peço a todos vocês que mantenham segredo sobre o que vou lhes contar.

Quando eu tinha 16 anos e meio, aproximadamente, meus pais compraram um piano e contrataram uma professora para ir em casa me ensinar. Eu adorava piano e me dediquei profundamente aos estudos. A professora, Regiane, era nova, 20 e poucos anos, muito bonita e atenciosa.   
Ela ensina tão direitinho…
 Meus progressos eram visíveis e sempre muito aplaudidos pela Regiane. Vez ou outra, minha mãe assistia às aulas e ouvia os comentários elogiosos que ela fazia para mim. Eu fazia as aulas sem me preocupar com as roupas. Era o que eu estava usando na hora em que ela chegava… então, muitas vezes eu estava de bermuda, ou de minissaia, e mexendo com as pernas para apertar os pedais do piano, muitas vezes a sainha subia e minha calcinha aparecia, eu não ligava, afinal, a professora era mulher!

Ela tinha a mania de pegar em minhas mãos para ensinar os movimentos mais difíceis, e eu sentia um calor muito grande. Outras vezes a mão dela parava em minha coxa, outras vezes ela arrumava meus cabelos ou punha as mãos em meus ombros… eu gostava daquilo. Gostava dos olhares carinhosos dela para mim… e hoje eu vejo que ela estava, lentamente, me seduzindo. Não fez nada mais sério enquanto eu não fiz 18 anos! 
Essa lição eu não tinha aprendido…

E foi na semana depois do meu aniversário que a coisa aconteceu. Coincidiu que eu estava de camiseta, sem sutiã, e de minissaia. Fizemos a aula, como sempre minha calcinha aparecendo quando eu movimentava as pernas. Naquele dia só estávamos nós duas em casa. E então, quando eu terminei, ela sentou ao meu lado, me elogiou de novo e me deu um beijo na boca. Assustei, tirei a boca, mas ela insistiu e eu deixei que ela me beijasse e logo eu também estava beijando-a. E senti a mão dela passando em cima de meus seios, o que me deixou arrepiada, e ela levantou a minha camiseta e pegou nos meus seios, e não parava de me beijar… e eu, não sei por que razões, estava gostando e participando, totalmente sem jeito, sem noção do que deveria fazer…

E ela abaixou minha calcinha e a mão dela passou em minha bucetinha. Gemi e assustei com aquilo. Ela me tranquilizou, falou que não estávamos fazendo nada errado e que ia me ensinar outras coisas, coisas que não estavam nas partituras.

Me pôs ajoelhada na banqueta, passou as unhas devagar em minhas coxas, em minhas costas e depois me lambeu a bucetinha e o cuzinho. Nossa! Era gostoso demais o que ela fazia. Eu quase caía da banqueta, gemendo sem parar e ela também não parava de me lamber.

E depois, ela sentou-se na banqueta, levantou o vestido e afastou a calcinha pro lado. Me pediu para chupa-la e eu fiz isso. Ouvimos barulho do carro, era mamãe chegando, nos recompusemos rapidamente e caminhamos para a porta. Mamãe chegando, ela saindo…

Aquela noite eu não consegui dormir. Pensei demais no que tinha acontecido. Eu tinha gostado, era fora de dúvida. Mas… resolvi que não ia querer mais. Então, na aula seguinte, eu falei com a Regiane a minha decisão. Ela não gostou, falou que era uma pena, pois gostava muito de mim. E nunca mais voltou lá em casa.

Aplaudimos de pé a história da Milena. Meg foi até ela e a abraçou, o que foi seguido pelas outras mulheres do grupo. Antes de irmos embora, fizemos um compromisso solene de nunca revelar as histórias que seriam contadas.
(continua)