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Festa na piscina: universitários à deriva!


Quando se juntam três universitários com sete universitárias… os três quase morrem!
(escrito por Kaplan)
É amigos e amigas, vou narrar o que Meg conseguiu ver quando se reuniram, no sítio de uma colega delas, os três amigos/amantes que já conhecemos – Virgilio, Julio e Gabriel – com as três que sempre andavam com eles – Meg, Rejane e Lúcia – e mais quatro colegas delas, Anita, Priscila, Caroline e Monika.

Era a primeira vez que este grupo de dez pessoas se reunia. E, a princípio, o sexteto que já estava habituado a farras ficou meio receoso… como se comportariam as quatro meninas que ali estavam pela primeira vez?
 A casa era dos pais de uma delas, da Priscila, mas eles não estariam presentes. Estava tudo por conta dos dez. 
Que grupo maravilhoso…. (foto: Kaplan)

Então… quando chegaram e foram para perto da piscina, os três ficaram de bermudas, e as três de biquíni, assim como as quatro. Muita conversa, muita brincadeira, fotos tiradas, muita cerveja rolando, o clima foi esquentando nos dois sentidos, pois, além de todos estarem bem “quentes”, o sol estava de rachar…

Quem daria o primeiro passo, se é que haveria esse primeiro passo? Curiosamente, foi a Priscila, que abraçou-se com o Julio, pediu pra Meg tirar uma foto deles e Meg viu que ela levou a mão pra trás e pegou no pau dele. Como se aquilo fosse um sinal, o Julio tirou o sutiã dela e logo estavam as sete de topless. 

E Meg resolveu arriscar, chamou o Virgilio que estava nadando, ele veio até a parte rasa, ela então, abaixou a bermuda dele e mandou ver num boquete que foi aplaudido pelas demais. Pronto. O gelo fora quebrado e todos já sabiam que ia rolar sexo o dia inteiro. Mas… sete garotas para três rapazes? 

As “novatas” logo agarraram os três. Virgilio estava comendo a Priscila, em pé, Julio era cavalgado pela Monika e Gabriel pela Anita. Meg e Rejane começaram a se esfregar, Caroline olhou e não achou ruim quando Lúcia começou a passar a mão em seu corpo e a beijar seus seios. Pronto… todos ocupados e uma enorme orgia tinha lugar ali, com gemidos, risos, e gozos… 
Elas são gostosas… muito gostosas!

Passado este primeiro momento, pausa para mais cerveja, para nadar, para comer alguma coisa.

E depois foi a vez de Meg pegar o Gabriel, Rejane pegou o Virgilio, Lúcia pegou o Julio. As demais ficaram olhando e se masturbando o que quer dizer que as sete gemiam e os sons eram divinos…

Nova pausa para os cavalheiros se recuperarem, afinal ainda havia uma moça que não tinha experimentado os cacetes deles… Caroline ficou olhando, desfilando, para ver qual pica crescia primeiro e foi o Virgilio que o demonstrou, então ela foi chupá-lo e cavalgá-lo. 

Gabriel e Julio tiveram o prazer de ver seus paus chupados por duas. Meg e Monika chupavam o Gabriel, e Priscila e Anita o Julio. Rejane e Lúcia… abraçaram-se e começaram a se beijar, a se chupar, fizeram um belo 69.

Ao me contar, Meg lamentou que não houvesse mais homens. 

– Por que não me convidaram? Eu iria…

– Pois é, da próxima vez vou organizar melhor essa farra nossa…

A entrevista – parte I

Preparei-me o melhor que sabia para deixar um homem louco. Com classe, sem revelar demasiado, mas incrivelmente sensual. Depois de tomar banho, vesti-me lentamente, apreciando ao espelho o efeito que cada nova camada de roupa criava no meu corpo.

Adorava sentir a renda e a seda na minha pele, o meu próprio perfume, a cor do baton…

O Professor foi-me buscar e, também ele, estava deslumbrante. Pensei que, se as coisas corressem mal com o amigo dele, poderíamos foder a noite toda.

Deslumbrante era também o hotel onde foi o encontro.

Esperamos uns 15 minutos pela chegada de Bernardo, assim se chamava o amigo. A noite tornava-se perfeita. Bernardo era daqueles homens que deixa qualquer mulher carregada de choques electricos.

Alto, com um corpo incrivelmente esculpido e o ar confiante, mas não arrogante, dos homens bem sucedidos. Impecavelmente vestido, perfume discreto mas arrebatador. Definitivamente, um homem que nunca na vida precisaria de pagar para ter sexo.

A sua voz era tranquila, clara e durante o jantar falamos apenas de trabalho. O Professor ouvia. Foi um jantar descontraído, mas ao mesmo tempo profissional. De forma alguma, aquele homem deixava transparecer que procurava, naquela noite, algo mais que uma relação laboral.

Após o café, não me surpreendeu que, muito educadamente, me pedisse para não fumar junto a ele. Tinha ar de quem cuida do corpo, da saúde. Começava a ficar confusa, pois estava à espera de outro tipo de homem.

– Marta, calculo que o Professor lhe terá explicado que esta não é uma entrevista de emprego normal…

– Sim, mas até agora, tirando o facto de estarmos a jantar num Hotel de 5 estrelas, é o que está a ser.

– Exacto, tem razão. Mas eu gosto de organizar os assuntos. Poderemos, então, subir até à minha suite?

Para meu espanto, o Professor acompanhou-nos. Não trocamos uma única palavra no elevador.

A suite estava iluminada com uma luz ténue, mas que deixava antever uma decoração sóbria e elegante. Havia champanhe, Bernardo serviu-nos.

– A Marta tem o perfil que procuro para a minha empresa. Mas, a pessoa que eu procuro, terá que ter outras skills…

– Tais como?

O Professor sentou-se num cadeirão, bebendo calmamente o seu champanhe. Bernardo pousou a flute e aproximou-se de mim, sem que o seu olhar largasse o meu. Conduziu-me pela mão até à janela, colocando-se por trás de mim.

Sentia agora o seu perfume, cada vez mais inebriante. Lá fora as luzes da cidade, algumas pessoas na rua, carros que passavam.

Os seus dedos levantaram-me subtilmente o vestido, com os polegares a contornarem-me as nádegas. Ao mesmo tempo, senti os seus lábios contornarem-me o pescoço. Queria beijá-lo…beijá-lo intensamente, mas o seu corpo já me prendia contra a imensa janela. Senti o meu fio dental de renda e seda deslizar pelas pernas até aos tornozelos. Gemi. O vestido subiu de novo. Os dedos de novo… Todo o meu corpo estava arrepiado. Nunca tinha sido tocada assim. Toda eu era tesão, estava prestes a explodir. Mas aquele homem dominava e controlava o meu desejo.

Senti o mel do meu corpo deslizar para o exterior e os seus dedos deslizarem para o interior de mim. A partir desse momento, o meu transe foi total, até atingir um orgasmo curto, mas intenso, provocado apenas pelos dedos e pelo respirar da sua boca junto à minha.

– Não te vires… – disse ele.

Aguardei. Submissa, mas ansiosa por mais… Precisava de mais, queria mais. Mas eu sabia, que teria que dançar ao som da sua música. A noite estava apenas a começar e sentia que seria uma noite de descoberta de novos prazeres…

Joguinho interessante

Navegando por ai, achei um “joguinho de castidade” bem interessante e proponho aos leitores que o testem e nos contem o que acharam…


  O nome do jogo é “Sobreviva às 300 punhetas”

  Diariamente o marido seria solto de a Dona iniciaria uma masturbação quente e gostosa com muito lubrificante. 

  Se ele conseguir não gozar até completar as 300 punhetas, ele ganha uma transa!

  Ele deve pedir a ela para parar antes de gozar. Então ela tranca ele novamente no cinto e amanhã teria uma nova chance.

  Se gozar sem permissão, passaria 3 meses trancado no cinto de castidade.

  Quanto mais dias se passam, menos punhetas ele consegue aguentar sem pedir para ela parar. Será um ciclo angustiante e dentro de poucas semanas a fraqueza dele vai fazer com que ele goze sem permissão…. Ai já sabe!