PROMESSAS DE PRAZER

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L.C. BAÇAN

Ele se sentiu um guerreiro preste a batalhar sem a certeza da vitória, mas disposto a não a não aceitar a derrota que, por existir simplesmente, o fazia entrar na luta com forças redobradas. Apertou a campainha. Havia silêncio no apartamento.

Tim percebeu seus sentimentos aguçados. Pôde ouvir passos macios sobre um tapete. O trinco girou, o rosto sedutor e sorridente da garota o encarou. Tim baixou os olhos para melhor admirar aquele corpo.

As roupas simples e descontraídas davam a Kay o aspecto jovem e maroto de uma colegial. Ela não se esquecera de nenhum detalhe. Dos cabelos soltos livremente ao tênis desbotado, tudo nela se harmonizava num conjunto de perfeição da formas, beleza e juventude.

— Que tal estou? — indagou ela, envaidecida com o olhar intenso com que ele a brindou.
— Maravilhosa! — sorriu ele, parado à porta e Kay aproveitou o instante de silêncio para mais uma vez examinar o homem à sua frente.

Tim Wilson beirava os trinta anos, mas, naquele momento, ninguém lhe daria mais o que vinte e cinco. Fez um gesto, convidando-o a entrar. Ele examinou com atenção os detalhes do apartamento. Tudo parecia muito confortável e aconchegante.

— Você tem um belo apartamento — elogiou ele. — Muito feminino e intimo.

— Aceita uma bebida? Eu não vou me demorar. Preciso apenas completar a maquilagem.

Ele não respondeu e se aproximou lentamente da garota. Sua mão se levantou num gesto teatral e estudado que fez Kay se emocionar.

Com um leve toque de emoção, os dedos dele tocaram o rosto da garota.

Os olhos de Kay ficaram úmidos e brilhantes.

— Por favor, você não precisa de maquilagem nenhuma. É tão linda assim mesmo — disse ele, acariciando-a no rosto e, no momento seguinte, subjugada, ela estava nos braços dele.

— Sua beleza é agressivamente natural. Retocá-la seria violar a perfeição da natureza — murmurou insistiu ele, convincente.

Infelizmente havia luzes demais acesas para que o ambiente parecesse perfeito. A penumbra fatalmente faria de Kay uma garota vencida, antecipando a realização dos sonhos de Tim, que desejou que, naquele momento, as luzes todas da cidade se apagassem.

— Você sabe como tocar uma mulher, Tim — disse ela.

— Não simplesmente uma mulher, mas a mulher, Kay. Você é especial — falou ele, deixando que suas mãos dominassem os ombros da garota e lentamente caminhassem para as costas dela.

Kay foi atraída lentamente, pela suave pressão das mãos de Tim e pela intensidade do olhar dele. Havia silêncio em torno dele, como se de repente as buzinas, barulhos e conversas magicamente houvessem cessado.

O calor do corpo dela gradativamente foi aumentando para Tim mansamente ela se deixou envolver pelos braços dele. Seus cabelos louros e perfumados chegaram ao alcance dos lábios dele.

Estrategicamente ele a beijou na testa, depois nos cabelos, enquanto suas mãos mais e mais pressionavam o corpo feminino, quente, ardente ao encontro do seu.

Ela deixou a cabeça pender para trás. Seus cabelos oscilaram provocadoramente. Seus lábios se ofereceram. Nada mais havia a duvidar. Uma recusa seria a loucura. Aqueles lábios palpitavam levemente, úmidos pela ponta da língua da garota, num movimento que transtornou Tim. Seus lábios pousaram sobre os dela com uma lentidão calculada para, em seguida, aumentarem a pressão e a sucção num beijo que os deixou sem fôlego.

As mãos de Tim escorregaram pelas costas de Kay, buscando os contornos alucinantes de seus quadris. Por momentos Tim teve sob suas mãos aquelas carnes macias e cheias de uma promessa de delícias incomensuráveis. Foi como se a espera se resumisse num instante e a concretização chegasse, maravilhosa e cheia de espanto, quase assustando-o.

Tudo era tão maravilhosamente real, que Tim mal podia acreditar em suas próprias sensações. Suas mãos resvalaram para as nádegas de Kay e isso foi o fim do sonho. Com suavidade, mas decisão, ela pôs suas mãos no peito de Tim e o empurrou para trás.

— Volto já — disse ela, cortando-o e se livrando daquelas mão s possessivas que dominavam seus ombros.

Kay o deixou ali, parado no meio da sala e foi para seu quarto.

Fechou a porta e se encostou nela. Sua respiração era apressada e irregular. Era como se a garota estivesse reprimindo dentro dela alguma coisa. Como se fugisse a algo que desejava e a atormentava ao mesmo tempo. Tim ainda parado no centro da sala, se sentiu ridículo e imbecil. Suas mãos vazias se estendiam ao lado do corpo, ainda sem entender o que houvera.

— Idiota! É isso que eu sou — recriminou-se ele, num sussurro inaudível — Eu a assustei. Eu a tive em minhas mãos e a assustei.

Acho que agora preciso de uma bebida — concluiu ele, caminhando até um pequeno armário onde havia algumas garrafas e copos.

Não mediu a quantidade de uísque servido nem desejou gelo ou soda. Um gole quente escorregou por sua garganta, reanimando-o despertando-o daquele doloroso momento.

— Idiota! Sim, idiota! — resmungou ele, indo se sentar no amplo sofá.

Seus olhos se fixaram na porta fechada. Ele não soube o que poderia fazer para remediar aquilo que julgava irremediável perdido. Concluiu que jogara fora, num instante apenas de loucura, toda uma espera alucinante de dias e dias. Preocupou-se, então, com o julgamento que a garota faria a respeito dele. Exagerava nas medidas, aumentava detalhes, antevia a derrota definitiva.

Kay retornou logo em seguida, deixando-o abobalhado e trêmulo de tesão, enrolada numa toalha, com os cabelos ainda úmidos, a pele fresca e perfumada. Sorriu provocantemente, olhando-o com olhos de malícia e de provocação.

— Jamais me verá tão sem maquilagem como estou agora — falou ela e, num gesto quase teatral, soltou a toalha e exibiu seu corpo escultural.

Os seios pontudos e perfeitos apontavam para frente. A cintura era afunilada e os quadris, proporcionais. Coxas sedutoras lhe davam movimentos felinos. Ela caminhou ao seu encontro. Tim a devorou com os olhos, das coxas aos lábios carnudos, passando pelos seios e pelo ventre, descendo, acompanhando o triângulo peludo que descia rumo a sua vulva. Tudo nela era desejável e tentador.

— Jamais alguém me disse algo tão bonito assim — murmurou ela, passando a língua pelos lábios, tornando-os brilhantes e tentadores.

As mãos subiram pelo próprio corpo, deslizando cintura acima, até juntarem-se sobre os seios. Sua pele estava arrepiada. Os biquinhos estavam durinhos, demonstrando como ela estava excitada.

— Isso me deixou tão cheia de tesão que mal posso esperar… — acrescentou.

Tim abriu os braços para recebê-la e apertá-la com força, fazendo-a sentir todo o seu tesão. Beijou seu rosto e seus lábios carnudos, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dela, tocando a pele macia, descendo pelas costas e indo apertar com luxúria a bunda empinada e tentadora.

Despiu-se rapidamente, enquanto ela se deitava no sofá. Suas línguas se encontraram, trocando carícias loucas. Deitou-se ao lado dela, puxando-a para si, enfiando a pica entre suas coxas, sentindo o calor e a umidade de sua chana.

— Você é tão gostoso! — disse ela, enquanto ele a apertava e sugava seus lábios. Como é delicioso estar aqui com você — acrescentou, debruçando-se sobre Tim.

Ele girou o corpo no sofá e ela subiu nele. Estava molhada ao extremo e não deu tempo dele perceber o que acontecia. Sua buceta esfomeada engoliu o caralho dele rapidamente. Ela gemeu, contraindo a xoxota apertada, enquanto ele se sentia no paraíso. Continuou a contrair a chana daquela forma, enquanto Tim iniciava seus vigorosos movimentos de macho, sentindo seu corpo estremecer seguidamente. Os tremores foram aumentando de intensidade. Um calor intenso brotou em seu ventre, concentrando-se em seu pênis, que inchou ainda mais.

Ele acelerou seus movimentos. A jovem estava transfigurada de tanto tesão.

— Estou gozando! — gemeu ela, totalmente alucinada.

Ele enrijeceu o corpo, percorrido por espasmos. Sua respiração interrompeu-se, depois ele gemeu, sentindo o esperma jorrar dentro de sua buceta, em jatos ritmados.

Ela continuou mexendo os quadris, fazendo o cacete roçar fortemente seu clitóris. Ainda gemendo de prazer, Tim continuou golpeando o corpo dela com estocadas viris e profundas, beijando-a e acariciando suas tetinhas.

Suspirado e gemendo, ela chegou ao clímax, agarrando-se a ele com frenesi, beijando-o, arranhando-o o mordendo-o. Eles rolaram na cama, até que ela ficou sentada na pica dele, rebolando os quadris e retirando daquele pinto ainda duro um resto de prazer.

— Eu quase me acabei de tanto gozar — disse ele, estremecendo continuamente.

Ela continuou movendo o corpo, subindo e descendo. Não parava.

Continuava inquieta, ardendo de tesão, pois o fogo que a droga acendera nela não se apagava tão facilmente.

— É muito tesão — murmurou ela, enquanto continuava movendo os quadris para cima e para baixo, com as mãos alisando o ventre e o peito dele.

Tim estremecia e apertava os seios dela, que continuou naqueles movimentos por um longo tempo, depois foi aumentando o ritmo. A pica dele se mantinha em pé, deslizando com facilidade na buceta lubrificada.

— Quero gozar mais — falou ela.

— Goze tudo que quiser, querida?

— Quero na bunda também — disse ela, com a voz trêmula de tesão, guiando o caralho para o meio das nádegas. — Quero tomar no cu agora — acrescentou, com a voz rouca de desejo.

Tim virou-a de bruços e a segurou pelos quadris, fazendo-a erguer a bunda. Posicionou o cacete entre as nádegas dela. Puxou-a ao encontro de seu membro lenta e firmemente. A garota foi relaxando o esfíncter e facilitando-lhe o trabalho.

Tim sentiu as preguinhas se dilatando e a glande se comprimindo toda para encontrar o caminho e avançar. Ela gingava as nádegas de um lado para outro, movendo o tronco, enquanto fazia o membro invadir seu buraco apertado e ardente.

A cabeça entrou, depois o resto do membro foi deslizando para dentro dela. Continuou rebolando. Tim sentia um tesão enorme, com o pênis sendo sugado para dentro daquele cu faminto.

— Está gostando? — indagou ela.

— Oh, sim! É uma loucura!

— Põe tudo dentro de mim! — falou ela, movendo os quadris, até que a pica dele estivesse toda enterrada em seu ânus.

— É demais! — ofegou ele, sentindo a pica inteirinha dentro dela.

Suas mãos avançaram pelo corpo da garota, indo bolinar suas tetinhas durinhas e empinadas. Ela continuou rebolando. Ele foi aumentando aos poucos o ritmo.

— Sinta meu cuzinho! Sinta como ele é gostoso! — sussurrou ela, a voz entrecortada de gozo.

Ele se arrepiou todo, coordenando seus movimentos aos dela, entrando e saindo do cuzinho apertado, esfregando, sentindo seu ventre entrar em ebulição.

Ela gemeu, suspirando, acelerando ainda mais os movimentos. Tim jamais vira uma mulher incendiar-se tanto com uma rola no meio da bunda.

Ela gemia, enquanto o corpo mantinha aquele balanço erótico e alucinante. Gemidos e murmúrios escapavam de suas gargantas. A excitação dela aumentava vertiginosamente. Tim sentia a fome e o desejo daquela mulher contagiando-o. Queria acariciá-la por inteiro, tocando seus peitos, alisando sua pele, massageando suas coxas e fodendo seu rabo.

— Sim! Isso! Não pare! Enfie com força — pediu ela.

Ele jogava seu quadril contra a bunda dela, enfiando profundamente seu caralho no orifício delicioso. A garota gemeu mais forte, com aquele caralho acariciando-a por dentro, enchendo-a de calor e levando-a à loucura.

— Ah, eu estou gozando! Estou gozando! Não paro de gozar! — ficou repetindo ela, enquanto todo o seu corpo se arrepiava continuamente, abalando-se em espasmos de puro prazer.

Ele acelerou ainda mais seus movimentos, sentindo próximo o próprio orgasmo. Ela se acabava sob ele. No auge do prazer, Tim gemeu profundamente, depois generosamente, enchendo o cu dela de porra quente. Ela tombou para o lado, ofegando, e ficou estendida, olhando para ele com uma expressão de satisfação e alegria no rosto feliz.

Tim se debruçou sobre ela, acariciando seu corpo jovem, suas formas rijas e bem delineadas. Ela fechou os olhos e ficou apenas sentindo o toque sutil e suave daquelas mãos.

Ficaram algum tempo imóveis, depois foram tomar um banho. Ainda molhados, caíram na cama da garota, abraçando-se e beijando-se.

Kay se mostrou insaciável, pois girou o corpo na cama foi se instalar entre os joelhos dele, ao mesmo tempo em que oferecia a ele sua buceta ainda molhada, cheirando a pentelho molhado.

Tim ofegou, cheio de tesão, olhando aquele rosto cheio de malícia e provocação. Ela afastou um pouco mais as pernas e o perfume de sua chana chegou até ele, espicaçando-o.

— Kay, você é surpreendente! — falou ele, abraçando-a pelas coxas, apertando sua bunda e trazendo para junto de seu rosto a região peluda e perfumada.

Ele a chupou de imediato, enfiando a língua na buceta dela. Kay sentiu-a resvalar pelos lábios vaginais, depois enterrar-se profundamente, buscando seu ponto G.

Ela gemeu, sentindo tremores no corpo. Seus seios ficaram sensíveis e os biquinhos, duros e enrugados. Ela vibrou, gemendo de novo, enquanto a língua dele continuava aquela massagem especial, roçando seu ponto G.

Ela se inclinou tocou o caralho dele. Segurou e brindou-o com movimentos de mão, até que a glande se tornasse inflada. Ele esfregava com gosto o rosto nos pêlos fartos, estendendo a língua para lamber a pele perfumada.

Ela estremecia de gozo. Seus joelhos fraquejavam. Ela foi se ajoelhando lentamente diante dele. Segurou, então, o cacete entre seus dedos delicados. Inclinou a cabeça. Estendeu a língua e lambeu-a. Tim a empurrou para trás e montou nela, fazendo um sessenta e nove, enterrando sua língua na chana dela.

O corpo de Kay estremeceu, sentindo a língua dele mover-se atrevida e experiente, dentro de seu ponto mais sensível. Ele apertava suas nádegas, deslizando os dedos sobre a pele suave e aveludada, percorrendo o reguinho tentador, passando sobre o estreito buraquinho de seu cu.

Ansiosa, ela buscou, com os lábios ansiosos, o caralho intumescido. A língua dele continuava dentro dela, fazendo-a arfar e tremer continuamente. Ela deixou o caralho dele enterrar-se em sua boca. A língua alisou-o. Ela mamou e mascou aquela coisa grossa e quente entre seus lábios.

— Oh, Kay! Que boca!

Ele a deixou sugar, retribuindo com lambidas em sua xoxota, até que ambos estivessem em brasas. Ele pediu para ela se sentar sobre ele. Ela fez o que ele pedia e Tim guiou seu caralho direto ao ânus dela. Ao sentí-lo, ela rebolou. Ele esfregou o pau. Ela gostou e ficou brincando de esfregar a bunda naquele mastro quente e duro.

— Ah, vem, põe seu caralho no meu rabo de novo! — murmurou ela, abaixando a bunda sobre o caralho.

A glande foi se amoldando ao formato do orifício dela e entrando.
Ela suspirou, quando a cabeça do pau entrou toda em seu rabo.
Ficou imóvel, então, respirando forte, sentindo o tesão.

— Está bom? — indagou ele.

— Estou me sentindo enlouquecida de tesão — sussurrou ela, soltando o peso do corpo sobre ele.

— Que tesão de rabo você tem, querida — murmurou, enlaçando-a pela cintura, subindo uma das mãos para massagear seus seios e descendo a outra em busca de seu clitóris para masturbá-la.

— Que gostoso! É demais — confessou ela, soltando o corpo.

A pica foi se enterrando lentamente em seu cu apertado e ardente.

— É bom! — murmurou ela, com a voz entrecortada.

— Fique quieta só um pouquinho agora — pediu ele, beijando seu pescoço, alisando seus seios e massageando seu clitóris, antes de buscar de novo o ponto G para um toque sutil e perturbador.

Kay contraiu o esfíncter, apertando ainda mais o pau enterrado em seu cu. Gemeu e suspirou, depois começou a rebolar. O membro esfregava-se em suas pregas.

O calor era intenso, envolvente, alucinante. Ela dobrou o corpo para frente e começou a subir e a descer os quadris, fazendo o pau entrar e sair de sua bunda.

O membro se enterrava todo, até seus pêlos colarem-no na bunda dela. Kay gemia e rebolava. Ele golpeava virilmente, atacando seu cu com golpes alucinantes.

— Mais! Quero tudo! Com força! Assim! — exclamava ela, com a voz entrecortada a cada nova estocada.

Começou a estremecer, em espasmos convulsos. Seus gemidos eram sufocados, mas intensos e seu desejo era gritar todo o seu prazer.

Ela remexia a bunda, enquanto ele a fodia com gosto. Ela gozava mais e mais, arrepiando-se toda.

Ele vibrava também. Nunca havia sentido seu caralho tão duro e tão inflado como dentro daquele cu.

— Continue! Não pare! Estou gozando — murmurou ela, movendo-se de um lado para outro, rebolando, jogando os quadris contra os dele.

— Ah, que tesão! Que gostoso é o seu rabo! Que tesão de cu você tem!

— Então me foda! Foda meu rabo!

— Se é isso que quer, vai ter — prometeu ele, acariciando freneticamente os seios dela, beijando e mordendo sua nuca e seus ombros.

Uma das mãos se mantinha junto ao clitóris dela, esfregando. A garota acariciava o próprio corpo. Punha suas mãos sobre as dele e imprimia mais vigor às carícias, enquanto gemia e suspirava, completamente alucinada pelo prazer.

— Vou gozar! Vou gozar no seu rabo! — avisou ele, acelerando ainda mais seus movimentos.

— Oh, sim! Goze! Goze, que eu já estou gozando há muito tempo!

Estou me derretendo! — repetia ela.

Ela se desfazia em gozo. Ele amassava seus seios com frenesi e volúpia, sentindo seu ventre arder em fogo. Ela estava entregue, quando ele deu as últimas estocadas e, gemendo profundamente, fez uma torrente de esperma quase arrebentar a camisinha e inundar o ânus dela.

Ambos gozaram interminavelmente.

Trecho do livro “PROMESSAS DE PRAZER – L. P. BAÇAN ”