Na pista de dança

Eles chegaram na boite um pouco mais cedo. Ele havia pensado nisso porque era a primeira vez dela em uma boite para casais. Teria tempo de se ambientar. Eles haviam conversado sobre irem à boite e ela estava morrendo de curiosidade e ali estava pra matar a curiosidade e curtir algo novo. Não sabia o que esperar dessa experiência, mas sabia que queria muito passar por isso e curtir toda a adrenalina que já sentia quando escolheu a roupa que iria usar, mesmo sem saber se iria tira-la ou não. Por baixo do pretinho básico com um enorme zíper atrás, uma calcinha bem sensual branca de renda e um sutiã completava o conjunto. Salto alto como não poderia deixar de ser.


Sentaram numa mesa discreta e aproveitaram o ambiente e observavam as pessoas que chegavam, alguns frequentadores antigos, outros talvez não. Todas as mulheres vestidas com sensualidade e os homens apenas elegantes em traje esporte.


A noite começou com a apresentação de um cantor animando a platéia e chamando as pessoas pra dançarem na pista de dança. Depois foi a vez dos strippers. Primeiro o strip masculino, com um musculoso galã arrancando suspiros das mulheres enquanto arrancava as roupas. Só de sunga, desceu para a pista e brincou com elas, se esfregando e simulando que transava com elas. Depois voltou ao palco e diante dos olhares e gritos entusiasmados, tirou a sunga e só de botas exibiu seu pau. Algumas até arriscaram toca-lo, mas depois de provocá-las ele saiu.

Ele perguntou a ela se tinha gostado do show e colocou as mãos entre suas coxas, pra conferir se a resposta seria sincera. Ela estava melada e disse que tinha gostado. Beijaram-se demoradamente, pediram outro drink e em seguida ouviram o anúncio do próximo striptease, agora feminino.


A dançarina entrou vestida com uma roupinha de colegial e foi logo dançar entre as mesas, voltou ao palco e começou sensualmente a tirar o uniforme. Ficou só com uma pequena calcinha e voltou a circular entre as mesas, provocando os homens e as mulheres, deixando que pegassem em seus seios, sentando no colo de homens e mulheres, beijando e sendo beijada. Muito mais assediada do que o dançarino. Voltou ao palco, onde apoiando-se na pole, tirou a calcinha ficando completamente nua.


Ele sussurrou no ouvido dela que preferia o corpo dela, que a dançarina era magrinha demais. Ela arrepiou-se toda com o contato da língua dele no pescoço dela. Sentiu os bicos dos seios endurecerem e a buceta molhada.


Fim do show e a pista voltou a ser liberada animada pelo DJ. Muitos foram pra pistas, mas outros procuraram as suítes e desapareceram. Ele a puxou pra pista pra dançarem. Dançavam juntinho, mesmo a música sendo mais animada, mas não se importavam. Ele olhou-a nos olhos e disse: “Quero transar com você!” Ela olhou-o assustada e perguntou: “Aqui?” ele sorriu maliciosamente e respondeu: “Aqui!”. “Na frente de to mundo?” ela perguntou. “No meio da pista, na frente de todo mundo!” respondeu baixinho no ouvido dela.


A música estava mais lenta, mais sensual e ela ouviu o DJ falar alguma coisa sobre olharem para o casal no meio da pista de dança. Ela olhou em volta e ele falou no ouvido dela: “Somos nós!”. Ela olhou em volta e viu que as pessoas olhavam pra eles e aos poucos paravam de dançar pra observá-los. Ela fechou os olhos e deixou-se guiar por ele na dança, até que ele se afastou um pouco e olhando pra ela, começou a desabotoar a camisa. Ela estendeu as mãos e ajudou a desabotoar e tirar a camisa, deixando-a cair no chão. Depois, ajoelhou-se na frente dele e tirou-lhe os sapatos. Em volta as pessoas não só olhavam, mas incentivavam. Ela foi por trás dele e abriu o cinto e a calça, que ele deixou deslizar até o chão. Ela olhava pra sunga dele e pra ele e tocou seu pau, que se avolumava dentro da sunga. Então virou-se de costas pra ele, rebolando sensualmente enquanto ele descia o longo zíper do vestido fazendo suspense pra não tirá-lo de uma vez, mas quando ele finalmente foi para o chão, ouviram aplausos e assobios. Realmente ela tinha um corpo espetacular, com coxas grossas, seios fartos e a lingerie que escolhera só valorizava seu corpo. Ainda por trás dela, abraçou-a alisou seu corpo e esfregou-se nela, até abrir os fechos do sutiã e liberar seus seios. Virou-a e os beijou, chupou, lambeu.


Alguém da boite, veio rapidamente e deixou uma cadeira perto deles. Ela ficou de costas pra ele e apoiada nas costas da cadeira, ficou rebolando sensualmente enquanto ele insinuava-se atrás dela. Esfregou-se até se afastar e percorrer com as mãos o corpo dela, do pescoço até os tornozelos, mas nesse movimento, levando consigo a calcinha dela e a deixando inteiramente nua, não fosse pela sandália de salto alto.


A platéia delirava e ela abriu as pernas pra que a mão dele passasse entre suas coxas e tocasse sua buceta. Com um gesto rápido, ele livrou-se da sunga, que era presa por velcro como a do stripper e com o pau ereto, encostou-se nela. Ela o acariciou com uma das mãos sem tirar a outra do apoio e o recebeu dentro dela. Ele a segurava pelos quadris, metendo na sua buceta por trás enquanto ela o ajudava rebolando sua linda bunda.


A platéia podia ver de pertinho aquele show erótico, que sem ela saber, ele combinara com os organizadores da festa, deixando claro que aconteceria se ela quisesse. Estavam todos excitados vendo aquela gostosa foda.


Ele chegou juntinho do ouvido dela e sussurrou algo que ninguém ouviu e ela concordou com a cabeça. Ele sentou-se na cadeira e ela ficou dançando e o provocando na sua frente, aproximando-se devagar, nua e linda, até sentar sobre ele e deixar que seu pau a invadisse.


Eles se olhavam nos olhos e ela disse que não poderia aguentar muito tempo aquilo: “Estou louca pra gozar!” falou pra ele, que se acomodou na cadeira e falou “Goza minha putinha safada!”. Ela ouviu aquilo e mais do que uma ordem, foi uma junção de energias que a descontrolou completamente e ela gozou como uma cadela no cio, aos trancos, pulando, agarrando seus seios, enfiando-os na cara dele. Parou exaurida com o corpo inerte sobre o dele, que avisou: “Agora me chupa, vou gozar na tua cara puta!” Ela obedeceu e ficou de joelhos na sua frente, chupando e lambendo o pau dele, até que, diante de todo mundo, ele jorrou seu jato de prazer na cara dela, que lambeu tudo, engolindo a porra e o pau, até que ele também quedasse extasiado na cadeira.


As luzes da pista se apagaram e poucos viram quando ela se levantou e o beijou, com a cara toda melada do prazer do prazer dele e ainda disse: “Da próxima vez eu vou sentar e você vai chupar minha buceta!”. O mesmo ajudante que trouxera a cadeira, recolheu rapidamente as roupas e os levou para os camarins, onde poderiam tomar uma ducha e se vestir, só que no camarim acabaram se pegando novamente. O tesão ainda estava muito alto e não conseguiram simplesmente tomar um banho. Ali no minúsculo box do menor ainda banheiro do camarim transaram mais uma vez. Depois sim, conseguiram se vestir e voltar pra boite, onde óbvio, receberam os parabéns de vários casais que estavam nas mesas próximas e até convites para estenderem a noite em um motel.

Um desses convites pareceu bem interessante e foi aceito.

Minha esposa na festa de fim de ano

Olá pessoal meu nome é David. O que vou relatar abaixo aconteceu neste final de ano. Eu e minha esposa sempre fomos muito abertos em relação a sexo. Ela trabalha em uma escola renomada aqui na nossa região em Santa Catarina e fomos à festa de fim de ano da escola. Ela tem uma amiga lá na escola que se chama Patrícia. Pra não irmos em 2 carros, Raquel, minha esposa, sugeriu que fôssemos juntos, assim elas poderiam beber que eu dirigia.


Chegamos no apartamento da Patrícia e ela já estava pronta. Fomos pra festa e chegamos lá umas 8:20 da noite falamos com os conhecidos e começaram a beber já que era tudo free e eu só na minha curtindo. As duas se revezavam para pegar os drinks fui ao banheiro e quando voltei tinha meia garrafa de uísque na mesa, guaraná e Redbull. Pensei: “hoje to ferrado com essas duas”. Nisso apareceu Roger, um cara muito gente boa que já conhecia as duas da escola e era um rolo da Patrícia. Ele ficou na mesa com a gente o tempo todo. Jantamos, dançamos, tava tudo 100% mas resolvemos ir embora e o Roger nos acompanhou pois falamos que íamos passar em outro barzinho antes de irmos pra casa. Se tiver afim pode vir conosco.

Patrícia foi com ele no bar tomaram mais uns tantos drinks e depois seguimos para o apartamento da Patrícia. Eram umas 2 da manha quando chegamos. Ela sugeriu pra fecharmos a noite com chave de ouro e comemorar, Topamos. E ela ligou o som. Puxou o Roger pra dançar coladinho, mas dando uns amassos pesados. Aí falei pra Raquel: Vamos sair que eles querem ficar a sós, mas ela disse pra nem esquentar, que já conhecia bem minha amiga.

 

Ai fui a cozinha pegar mais umas cervejas e Raquel ficou na sala com eles. Quando voltei, dei de cara com o Roger sentado no sofá e Patrícia fazendo um boquete. Fiquei sem reação nenhuma pensei: “ixi e agora?” . E minha esposa só assistindo. Falei: “Raquel sai fora vamos embora”. Patrícia disse: “Relaxa David não vê que ela ta curtindo a festa?” Aí ela me olhou e fez sinal que sim e Patrícia falou assim: “Raquel por que você não vem dividir comigo? Sei que você também gosta de chupar” Ela olhou pra mim e falou: “Amorzinho posso dividir com minha amiga?” Falei: “Tá louca?” Ela falou: “Sim to louca, mas pra chupar aquele pausão ali, também deixa vai!”


Me deu uma sensação de raiva e tesão ao mesmo tempo e um calorão subiu ai respondi que sim, pra aproveitar e quando vi minha esposa se agachando pra chupar outro homem na minha frente, ai me deu mais tesão quando ela pegou o pau do Roger com vontade e colocou na boca e chupava com tanta vontade que até esqueceu de mim. A Patrícia lambendo o saco dele e falando “David olha só que delicia de pau que tua esposa ta chupando vem ver mais de perto”. Aí me aproximei e falei “Como está gata?” Ela com o pau de Roger na boca só fez sinal de ok e continuou chupando e Patrícia tirou da boca de minha esposa e continuou a chupar o Roger. Minha esposa estava de saia eu levantei a saia dela e coloquei meu dedo na buceta dela que estava escorrendo e a Patrícia falou como está ai? Molhadinha aposto?” Falei que estava e muito e vendo minha esposa de quatro ainda chupando, tirei meu pau para bater uma punheta por que não aguentava mais de tesão.


Patrícia saiu por alguns minutos e voltou e falou vem amiga isso é pra você e deu a ela uma camisinha. Eu falei: “Pera aí que é isso aí?” Patrícia falou assim: “David quem tá na chuva é pra se molhar!” Aí minha esposa disse: “Calma amor não vai me decepcionar você acha que vou só chupar? Você deve estar brincando senta aí e assisti sua gata ser devorada por outro macho!” Roger me olhou e deu uma piscada e falou: “Relaxa cara e curte a festa!” Raquel tirou a saia colocou a camisinha no Roger e falou: “Amor olha só isso vem aqui e curte!”


O pau do Roger não era pequeno e ele colocou a calcinha dela de lado e ela virou de costas pra mim e encaixou o pau na buceta e sentou com uma vontade que entrou tudo de uma só vez e deu uma urrada e falou: “Amiga que delícia!” E Patrícia falou: “Aproveita linda e devora tudo e relaxa meu querido que tua gata tá aproveitando!” E Raquel falou: “Amor olha só eu sentada em um pausão deste e você ai curtindo sua gata ser bem fudida! Quem diria?” E começou a cavalgar no pau de Roger e Patrícia do lado vendo minha esposa se deliciando.

Ai minha esposa saiu de cima do Roger e Patrícia que estava vestida ainda só tirou a calca jeans e sentou de frente no pau dele e ficou cavalgando e minha esposa me deu um beijo e falou: “Tá contente amor vendo tua gata dando pra aquele macho ali”? e saiu. Tomou uma água e ficou vendo sua amiga que rebolava e nós curtindo o pau entrando e saindo da buceta da Patrícia.


Eu gozei sem mexer no meu pau foi incrível. Patrícia deixou Roger no sofá e falou amiga vem é sua vez de novo e ficaram as duas de quatro no sofá e Roger começou a fuder minha esposa de novo e eu vendo ela naquela posição fui pela frente dei um beijo nela e falei: “Amor você é uma puta mesmo!” Ela respondeu: “Sou mesmo só você que não sabia. Até minha amiga sabia.

Roger deu uma risada e metendo forte nela fez ela abaixar a cabeça e gozou e Patrícia disse: “Desculpa amigo você é um corno a partir de hoje”! E Roger falou: “Concordo com isso!” E tirou o pau da buceta da minha gata e deu pra elas chuparem e falou: “Vem cá suas putinhas que vou gozar!” E as duas chupando ele falou: “Vem cá!” E puxou a cabeça da minha esposa e gozou bem na boca dela e deu pra Patrícia chupar e limpar tudo. Minha esposa com a boca cheia de porra do Roger falou: “Amor olha isso.” E engoliu tudo e ainda voltou e chupou Roger de novo. Patrícia falou: “É meu amigo por esta você não esperava um chifre”.
Elas ainda falaram mais um pouco. Roger saiu e quando voltou falou: “Tua gata é um tesão espero comer ela de novo”. Ela deu uma olhada pra mim, sorriu e não falou nada. Patrícia ainda atiçou: “Da próxima nós vamos só nos duas tá amiga?”.
Saímos do apto de Patrícia. Fomos embora e no carro ela falou que estava com muito tesão e disse: “Meu corninho te amo muito!” E me deu um beijo. Tomamos um banho e dormimos. No outro dia que falamos no assunto de novo. Mas valeu a pena porque descobri a puta que tenho em casa

Clerice Ferre

Entrevista de emprego

Ela acordou aquela manhã ansiosa pela entrevista que faria na cidade vizinha. Finalmente a chance de mudar de emprego havia aparecido e estava disposta a conquistar a vaga. Tomou um banho, arrumou os cabelos, separou a roupa, uma saia e uma blusa que lhe caíam bem, salto alto, como sempre gostava de usar. Ficou na dúvida se deveria ir com uma calça comprida, mas se orgulhava de suas pernas e se sentiria mais à vontade de saia.

Olhou-se no espelho, aprovando o que via, pegou sua bolsa e foi. Durante o trajeto de 40 minutos, enquanto dirigia, lembrava-se do que deveria dizer, de como deveria se portar e mentalmente revia cada detalhe do que era realmente importante.

Na hora marcada chegou e depois de ser anunciada, aguardou na sala de espera que a chamassem. Uma secretária apareceu vinda do corredor e pediu que a acompanhasse. Seguiu atrás dela e imaginou-se trabalhando ali. Era tudo o que queria.

A secretária abriu a porta de uma sala e esperou que ela entrasse, fechando a porta em seguida, deixando-a a sós com os dois entrevistadores que a aguardavam atrás de uma enorme mesa de reuniões de madeira, muito bonita.

Havia uma cadeira relativamente afastada deles, que gentilmente a convidaram a sentar-se. Os dois executivos da empresa deveriam ter a sua idade, ou pouco mais velhos que ela. Não estavam de paletó, apenas gravata e cada um tinha na sua frente uma pasta com o dossiê dela.


    Eram muito simpáticos e sorridentes mas sérios naquilo que faziam. Ela procurou afastar o pensamento de que os dois a agradavam em muitos detalhes. A educação, a jovialidade e ambos tinham um ar viril que a atraía muito.

No meio da entrevista projetaram uma planilha pra que ela desse sua opinião. Como estava na parede que ficava atrás, teve que se virar, mas com a saia, as pernas cruzadas, achou que deveria ter optado pela calça comprida, porque suas pernas, mesmo sendo a saia até o joelho, atrairiam a atenção deles. Ela então levantou-se para ter uma melhor visão da planilha projetada e começou a explicar os complicados números.

Em dado momento ela teve a impressão de que eles não a ouviam. Parou, olhou pra eles e perguntou se havia algum problema. Eles disseram que nenhum, muito pelo contrário, que estavam gostando de como ela interpretava e também de como ela explicava os números.

O que parecia mais velho levantou-se e enquanto caminhava na direção dela, disse que era muito importante a facilidade que ela tinha de comunicação, porque poderia ser muito útil no contato com os clientes e que a boa aparência dela com certeza facilitariam muito as coisas.

Ela agradeceu, satisfeita com sua performance mas estranhou ele chegar tão perto. Bem próximo dela, mais do que o necessário ele disse que prezavam muito o contato com os clientes e que precisavam ter certeza de que ela compreendia essa parte.

Ela respondeu que compreendia e que não mediria esforços pela posição mas também pra ajudar a que a empresa tivesse mantivesse sua excelência no contato com os clientes.

O outro levantou-se e aproximou-se dela pelo outro lado, explicando que algumas vezes um pouco de sacrifício era necessário para isso. Ela aquiesceu com a cabeça. Ele continuou explicando que seria necessário esquecer a família em algum momento e se ela estaria disposta a esse tipo de sacrifício.

Ela mais uma vez respondeu que não haveria nenhum problema quanto a isso. O mais velho chegou bem perto dela por trás, quase sussurrando em seu ouvido que com todo aquele conhecimento e com toda aquela elegância, ela precisava provar que estaria disposta a tudo pela empresa.

Ela assustou-se um pouco por ele estar tão perto, mas seu perfume era dos melhores e ele adorava homens cheirosos e bem vestidos. Ia virar-se pra responder a ele mas a proximidade com que estavam fez com que ela encostasse seu corpo no dele, que imediatamente a abraçou e disse que tinha tido a melhor impressão possível dela assim que entrou.

Ela olhou para o mais novo que apenas sorria e deixou que o outro cheirasse seu cabelo. “Você está muito cheirosa querida! A boa aparência aqui é muito importante.” O mais novo aproximou-se pela frente e colando seu corpo ao dela disse que: “Já vimos que é uma mulher bonita e elegante, mas agora você deve nos mostrar o que você sabe fazer com tudo isso!” e pra surpresa dela, tocou-lhe os lábios com os seus.

Ali entre aqueles dois lindos homens bem vestidos, safados e capazes de aprová-la ou não para o emprego, ela não precisou pensar muito. Segurou o rosto do que estava à sua frente e puxou-o para si, transformando aquele toque de lábios em um beijo quente e ardente. Ao mesmo tempo, sentiu o mais velho atrás dela a se esfregar na bunda dela. Concentrou-se no beijo e enfiou sua língua na boca do outro, dando-lhe o melhor de si. Sentiu quando o de trás começou a abrir o zíper da sua saia e ao mesmo tempo um tremor entre suas coxas. Ele abriu todo o zíper e enquanto descia sua saia falou que “Vamos ver o que você esconde aqui por baixo.”

O da frente segurou sua mão enquanto ela saía de dentro da saia que estava no chão e afastou-se para descaradamente olhá-la. “Mas que lindas pernas moça!” Comentou assim que a viu sem a saia. A blusa rendada sem mangas cobria todo seu corpo e o mais velho pediu pra que ela tirasse: “Deixe-nos ver mais de você!” Falou. Ela estava contente por ter escolhido um lindo conjunto de lingerie rendado preto pra usar. A calcinha fio dental era um detalhe à mais. Ela soltou a mão e tirou a blusa por cima da cabeça. O mais velho estendeu a mão e ela entregou-lhe a blusa.

Ficou de lingerie e salto alto diante deles. Aguardou que a apreciassem e como seus rostos indicavam que a aprovavam, perguntou se iria apenas tirar a roupa. Eles congelaram por um mínimo instante em que ela aproveitou pra dizer que: “Já que eu estou assim, que tal vocês aproveitarem um pouco e conferirem se sou algo mais além de competente, elegante e bonita?” Atrás dela o mais velho soltou o sutiã e o mais novo não perdeu tempo em beijar-lhe os seios que despontaram assim que o sutiã foi jogado em algum lugar. Enquanto ele a beijava, sua mão procurava seu sexo entre suas coxas, por cima da calcinha e ela sentiu quando, por trás dela, o mais velho encostou seu corpo nu ao dela. Ele tirara rapidamente a roupa e com o pau em riste, se esfregava nela. Ela virou-se para vê-lo e nesse momento o mais novo tirou suas roupas e ela pode então ver aqueles dois lindos executivos, totalmente nus, com dois paus igualmente lindos apontados pra ela. Ela sorriu para os dois, desceu suas mãos, uma pelo peito de cada um até que cada uma tivesse um pau. Abaixou-se e puxou-os para sua boca.

Uma de suas muitas habilidades era um bom boquete, mas sempre teve curiosidade se seria capaz de dar o mesmo prazer que dava a seu amante, a dois homens. Alternava sua boca entre um e outro e pelos gemidos sabia que estavam gostando. Eles a seguravam pelo cabelo, tocavam seus seios e em dado momento fizeram-na parar. Sem dizer nada, com um de cada lado, segurando suas mãos, a levaram para junto da grande mesa de reuniões. Colocaram uma cadeira e a ajudaram a subir na mesa.

Aquilo ali de repente se transformou em um palco e ela imaginava tudo o que poderia acontecer e isso a fez se sentir ainda mais molhada. O mais novo pediu: “Tira a calcinha!” e ela, olhando-os ali de cima, com toda a sensualidade que sempre tivera, tirou. Jogou para o mais velho e perguntou: “O que vocês querem fazer comigo agora nua?” Eles babavam e a resposta foi dada no silêncio dos olhares que a devoravam. O mais novo subiu na mesa e ficou de joelhos na frente dela: “Chupa!” Ela ficou de quatro na sua frente e recomeçou a chupar-lhe o pau. Sabia que nessa posição poderia provocar ainda mais o outro e rebolava lentamente sua bunda, oferecendo-a ao mais velho.

Ele subiu na mesa, ficou atrás dela e acariciou sua linda bunda. Passou sua mão por ela, e buscou sua buceta na frente. Passou a mão, deteve-se no clitóris e brincou com ele. Ela não queria brincadeiras. Queria um pau dentro dela pra acalmá-la. Quando ia pedir que ele a fudesse ele colocou o pau na buceta e entrou sem dificuldade, de tão molhada que ela estava.

Ela o sentiu e uma nova onda de prazer percorreu-lhe o corpo. Com ele ali atrás dela, ela segurou o pau do outro e olhou para ele punhetando-o apenas. Naquela troca de olhares, ele se aproximou e a beijou, retribuindo o beijo que ela lhe dera. Suas mãos acariciavam seus seios enquanto ela manipulava seu pau. Por trás, o mais velho era muito experiente na posição e enquanto entrava e saía dela conseguia mexer em seu clitóris, dobrando seu prazer que já era dobrado ali.

O mais novo deitou-se na mesa e a puxou para junto de si por cima. Ela lamentou o pau do outro sair de dentro dela, mas logo foi recompensada pelo pau que estivera chupando, que agora entrava em sua buceta.

Ela cavalgava o mais novo com força, vontade e disposição e não se importava com mais nada. Só havia aquele momento ali. Foi retirada de sua viagem quando sentiu que por trás dela, o mais velho enfia um dedo em seu cuzinho, lanceando-o. Nova onda de prazer a percorreu só de imaginar o que iria ganhar.

Com toda sua experiência, o mais velho colocou a cabeça do seu pau no cuzinho dela e devagar, aos poucos foi entrando, comendo-a por trás.

Era uma delícia sentir dois paus dentro dela. Dois lindos homens fudendo-a sem a menor piedade, como se fosse a última foda deles. Estava louca e só se ressentia de não poder gritar como uma cadela no cio, pois ali eles a transformaram de executiva na puta mais rasteira e sedenta.

Eles entravam e saíam de seu corpo lhe dando mais prazer do que jamais sentira na vida. Era multiorgástica mas nem sempre seus parceiros conseguiam fazer com que ela tivesse todos os orgasmos que poderia ter. Nova onda de prazer a percorreu, novo orgasmo e ela ficaria ali para sempre até desmaiar não fosse o mais novo avisar que queria que ela bebesse a porra dele.

Os dois saíram de dentro dela, que ficaria ali mais alguns orgasmos e a colocaram deitada sobre a mesa, com um de cada lado. Eles se masturbavam com os paus junto do seu rosto e ela os ajudava até que o mais novo avisou que iria gozar e ela o abocanhou. Ele jorrou seu gozo dentro da boca dela e antes que pudesse se dar conta, o mais velho havia subindo em seu corpo e também gozava em cima dos seus peitos.

Eles se despejaram nela, gozaram como dois doidos. Notou que estavam exaustos e que demorariam algum tempo pra se recuperar. Ela também estava, mas sabia da sua superioridade. Olhou-os e passando a mão nos lábios e nos seios, perguntou se havia sido aprovada. Os dois se entreolharam e sorriram. Ao mesmo tempo, ouviu deles um sonoro sim.

Ela beijou cada um ternamente e disse: “Espero que seja o início de uma bela parceria!”

Desceu da mesa, reuniu sua roupa que estava espalhada por toda a sala e perguntou onde poderia se arrumar. Os dois, pelados sobre a mesa indicaram uma porta da sala. Ela entrou naquele pequeno e bem montado banheiro, com um apropriado chuveiro. Lavou-se rapidamente e vestiu-se.
Quando ela saiu eles estavam tentando se recompor ainda. Ela sentou-se novamente na cadeira que fora reservada a ela, e olhando-os colocando as calças e ajeitando a gravata perguntou: “Quando eu começo?”

Perigosa experiência

Eu a desejava desde o momento que começamos a trabalhar juntos.
Ela aparentava ser uma mulher fria, mas tinha certeza que dentro dela havia uma mulher quente, uma fornalha que ardia em desejos. Já trabalhávamos juntos há alguns meses e sentia desejo pelo mistério que envolvia aquela mulher de 1,65 metros de altura de seios pequeno e bunda grande que ficava muito sexy naquela farda. Era inevitável não desejar comer aquela bunda deliciosa. Em minha mente já tinha comido.
Um dia, em uma rotina de trabalho realizamos uma abordagem em um indivíduo. Eu lhe dei suporte. Enquanto ela revistava o homem de porte médio, passando as mãos revistando-o, eu imaginava aquelas mãos em meu corpo. Ela sabia como me provocar, demorou bem mais que o necessário para revista-lo, mas foi liberado, notei que estava vermelha e isso era bom sinal, tenho certeza que ficou excitada. Perguntei se estava tudo bem, sem olhar nos meus olhos ela só balançou a cabeça dizendo que sim.
Voltamos a viatura para continuar nossa ronda, notei que ela evitava me olhar isso me deixou excitado. De propósito desviei nossa rota para uma rua deserta, parei ficamos ali só observando o movimento que não havia. Ela notou o volume em minha calça, pois meu membro estava duro, latejando e desejando comê-la de todas as formas possíveis e vai ser hoje. Sem pensar nas consequências, me aproximei roçando meu cavanhaque em sua nunca. Senti seu corpo arrepiar, os biquinhos dos teus seios ficaram duros e ouriçados que não teve jeito de esconder toda tesão que percorria teu corpo.
Ela virou, me agarrou e beijou com sua língua quente e atrevida com um olhar de menina maliciosa . Abriu o zíper de minha calça, tirou meu pau para fora que nesta altura pulsava de tesão… Louca de desejo caiu de boca, que sensação gostosa sentir aquela língua quente, suave e macia lambendo sugando meu pau como se fosse um delicioso sorvete. A cada lambida ela divertia-se com meus gemidos as vezes tímida, outras vezes voraz engolindo meu membro. Chupando como poucas mulheres sabem fazer, mamava feito uma louca em meu cassete cabeçudo dando mordidinhas de leve. Chupava levando até a garganta, que sensação deliciosa . Enquanto chupava meu pau, eu dirigia pra sede do canil e não via a hora de fuder aquela bucetinha. Em 25 minutos já estávamos sem as fardas agora seria minha vez de levar ela a loucura ali em cima da mesa. 
Comecei a chupar sua bucetinha toda molhada , uma bucetinha linda toda rosadinha, totalmente depilada.
Deliciei-me com uma completa chupada entre gritos e gemidos senti seu gozo em minha boca. Assim me pus a chupá-la com mais vontade, língua e dedos passeavam pelo teu corpo. Seu grelo apesar de pequeno permitia perder entre os meus dentes, você gemia e esperava para ser fodida. – vai me comer gostoso – quero esse pau dentro de mim – Quer? Quer pau safada? – Quero meter, vai. Peguei você de quatro, comecei a passar meu pau na entrada, atiçando sua bucetinha , enfiei tudo e você começou a gemer , gritar e rebolar como uma vadia. Fodemos durante uma hora de todas as formas possíveis e o melhor estava por vir que era comer aquele rabo gostoso, apertadinho enfiei tudo, nossa que delicia. Ela gemia de tanto tesão enquanto comia seu rabinho e minha mão brincava com seu grelo e penetrava sua bucetinha…
Aiaiai vou gozar você gritava, ai peguei pelo cabelo puxando com força aaaaaahhhhh ela gozou deliciosamente. Tirei meu pau e enfiei na boca. Ela sabia mesmo como fuder com a boca. Deslizava por todo meu pau lambendo e engolindo-o, descia até minhas bolas. Não me contive. Segurei sua cabeça e acelerei os movimentos que me levaram ao um delicioso gozo levando ela a saborear todo o leite oferecido não desperdiçando nem uma gota ….

Anita Any

O Segundo Encontro


Quando Amanda abriu os olhos custou a se dar conta de onde estava. Tudo parecia ter sido um sonho, sua chegada na fazenda, sua preparação para o ritual, os encapuzados observando-a e depois gozando sobre seu corpo, ela de quatro sendo penetrada no anus por aquele homem misterioso, a volta pro camarim… Sonhara? Olhou na escuridão e viu um vulto aproximar-se. Era Amália, a camareira que estava a seu lado. Pelo visto ficara ali zelando seu sono.
Amanda queria saber das meninas e perguntou “Onde estão as meninas?” Mas Amália limitou-se a sorrir e dizer que “Fiquei aqui para te ajudar com o banho!” e ajudando-a a levantar-se, vestiu um roupão atoalhado branco sobre o corpo nu de Amanda e calçou-lhe um par de chinelos, avisando que “Tem um banheiro enorme aqui do lado, com uma banheira ótima. Vou te levar lá e te ajudar.” E saíram retornando ao corredor onde horas antes Amanda havia se exibido para vários desconhecidos encapuzados.
Ela caminhou atrás de Amália, mais calma do que da primeira vez, quando estava tensa e excitada, sem saber o que era maior. Agora ela estava ansiosa por relaxar na banheira, mesmo sem saber porque ficara ali sem as outras menina. “O que importa? Uma folga em um lugar tão lindo é ótimo!” pensou ingenuamente, sem saber que se tornara a única e principal atração ali.

Quando Amália abriu a porta e Amanda entrou, não podia acreditar. Era um banheiro enorme, muito maior do que qualquer um que já vira, até mesmo nos motéis mais sofisticados que fora. Era todo em mármore, imaculadamente branco, com detalhes em granito negro e metais dourados, além disso, uma belíssima banheira antiga, de pés dourados, torneira e tudo o mais aparentando ouro era um enorme convite, iluminada por um forte foco de luz. Um único detalhe passou despercebido por ela à primeira vista. Aquilo era mais do que um banheiro, mas ela logo descobriria.
A criada ajudou Amanda a despir-se do roupão e a entrar na banheira, já cheia de uma água mantida na temperatura ideal. Amanda deliciou-se naquela água e ainda mais quando Amália despejou sais de banho na água, óleos aromáticos e sabe-se mais lá o que. Sentia-se uma rainha banhada pela criada.
Relaxando confortavelmente naquela banheira, Amanda fechou os olhos e mergulhou completamente. Não importou-se com seus cabelos porque sabia que “sua” criada a ajudaria a cuidar deles. Mas quando abriu seus olhos, começou a perceber algo na escuridão. Mais precisamente alguma coisa que escondia-se na escuridão que havia próxima às paredes. Havia alguma coisa ali. Algo que não tinha percebido antes. Olhou para Amália, que impassível a esperava para esfregar suas costas, fazer-lhe uma massagem. Por algum motivo, Amanda tinha certeza que sua criada não responderia a essa ou qualquer outra pergunta, porque realmente não era sua criada.
Sentiu-se estranhamente confortável, como quando se exibira para todos aqueles homens encapuzados. O motivo era um só. Eles estavam ali novamente. Estavam observando seu banho, na escuridão, em total e absoluto silêncio. Novamente a exibicionista tomava conta dela e sem falsa afetação. Despejou todo o seu charme naquele banho. Não queria nada mais do que mostrar-se. Não queria nenhum outro toque a não ser o seu próprio e ao sair da banheira, com seu lindo corpo moreno molhado, pegou a toalha com Amália e enxugou-se sensualmente. Por algum motivo sabia que dessa vez eles não se aproximariam. Não gozariam sobre seu corpo. Aquele banho tinha então algum outro motivo que ela ainda não percebera.
Amália ajudou-a a vestir novamente o roupão branco e silenciosamente como chegaram, deixaram o grande banheiro, deixando para traz todos os encapuzados. Retornaram ao quarto camarim e Amália rapidamente ajudou Amanda a secar seus cabelos e em seguida a vestir-se. Mostrou pra ela um lindo vestido de renda branca com fios dourados. Amanda olhou para aquele magnífico e lindo vestido, mas perguntou: “Só isso?” Amália fez que sim com a cabeça e apontou com o olhar para as sandálias douradas de tiras que ela usara antes.
Enquanto se vestia com aquele lindo e delicado vestido, um leve toque na porta fez a criada ir até lá receber uma bandeja com um prato de salada e um suco que colocou sobre a mesa. Antes mesmo de calçar as sandálias, Amanda comeu aquela frugal refeição e assim que acabou, Amália ajudou-a a colocar as sandálias. Ela perguntou então: “O que querem de mim agora?” – perguntou realmente curiosa, mas muito excitada, pois daquele jeito, com um vestido que realçava não só a cor de sua pele mas também as suas formas, escondendo muito pouco da sua intimidade, ela sabia que algum tipo de prazer esperava por ela. Já passara por um grande exibicionismo no salão principal, quando não só gozaram em cima dela, como foi penetrada sem piedade por Dom Carlo, por um exibicionismo mais suave ao tomar banho diante de uma plateia silenciosa e “E agora?”. Mas Amália não respondeu o que ela queria. Disse apenas: “Agora você espera virem te chamar!” E saiu, deixando-a sozinha no quarto.
Aquilo foi abrupto demais. Amanda esperava que Amália conversasse, dissesse alguma coisa, mas limitou-se a ajudá-la a despir-se, vestir-se, pentear-se, tudo muito básico. Escapara de toda e qualquer pergunta. Houve um momento em que Amanda achou que Amália iria ultrapassar algum limite, que iria tocá-la um pouco mais intimamente. Durante o banho, achou que as mãos de Amália estavam por demais solícitas, muito ousadas, mas também podia ser só sua impressão. Quando percebeu que estava sendo novamente observada pelos encapuzados, não teve como não sentir aquele frisson… outra vez. Por isso, talvez tenha achado que Amália tenha tentando alguns toques mais ousados. Provavelmente ela mesma, sem perceber, oferecera-se mais despudoradamente para a criada, talvez na expectativa de oferecer um espetáculo diferente aos seus observadores, um em que gozasse pelas mãos de outra pessoa.
As batidas na porta e o barulho da maçaneta girando retiraram Amanda desses pensamentos. O mesmo mordomo de antes apareceu e sem dizer nada, ficou a postos na porta mostrando que a conduziria a algum lugar. “Aonde vamos?” quis saber Amanda, mas ele limitou-se a sorrir e caminhou na frente dela. “Ele nem olhou direito pra mim!” pensou enquanto imaginava se aquilo acontecia com frequência tal que ele se acostumara com mulheres seminuas em vestidos rendados. Mas percebeu que o caminho era o mesmo. Ele bateu à porta do grande salão em que antes Amanda ganhara seu banho de porra. “O que será que querem de mim agora?” ela não tinha nenhuma instrução, não tinha nenhuma ideia. As portas foram abertas e ela entrou.
O salão era o mesmo, mas estava diferente. A penumbra imperava e como no banheiro, um foco muito forte iluminava uma enorme cama no meio. Ela não podia ver muito mais além disso, mas percebia que eles estavam ali. Percebia que os encapuzados estavam ocultos na penumbra e em total e absoluto silêncio. Ela respirou e desfilou lentamente até a cama, seu novo palco. Ao chegar ali, podia sentir os olhares ocultos daqueles homens lambendo seu corpo. Sentiu um arrepio que começava nos calcanhares e subia por suas pernas até o meio de suas coxas. Descia de seus ombros, passava pelos seios e mergulhava logo abaixo do seu ventre. Amanda estava excitada. Nada havia sido feito, nada havia sido dito, mas ali, com seu vestido de renda branca, sandálias douradas de salto altíssimo, sem lingerie, visivelmente nua sob o vestido ela sentiu que estava desprotegida. Não poderia esconder sua excitação.
Nesse instante, viu emergir das sombras alguém em um manto vermelho. Dom Carlo. Ela não via seu rosto, mas ouviu sua voz. Outra vez aquela linguagem misteriosa e uma porta em algum lugar foi aberta. Amanda ouviu os passos, o barulho dos saltos e logo sua amiga Savanna estava ao seu lado. O silêncio era tão alto, que Amanda não ousou perguntar nada. Savanna não olhava pra ela, mas para o mestre, o líder, Dom Carlo. Viu quando ele fez um imperceptível sinal com a cabeça e pegando o braço de Amanda “Querida, por favor, deite-se!”. Ela obedeceu enquanto tentava entender o que aconteceria. Arriscou uma pergunta, quando Savanna pegou seu braço e delicadamente prendeu-o à cabeceira: “O que vai acontecer agora?”. A amiga franziu rapidamente os olhos, indicando que o silêncio ali era fundamental e depois de prender os tornozelos de Amanda à cama, deu a volta e, quando prendeu o outro braço, disse tão baixo, mas tão baixo, que Amanda quase não entendeu: “Aproveite, é uma grande honra!”. Disse e colocando uma venda sobre os olhos dela, completou: “Aproveite!” e desapareceu nas sombras.
Amanda estava totalmente desprotegida. “O que vão fazer comigo?” Temia que todos aqueles homens fossem estupra-la. Ela gostava de se exibir, mas de nada violento. Será que sua amiga ainda estaria ali por perto? Poderia ter sido a criada a amarra-la e venda-la, mas mandaram sua amiga para que ela tivesse confiança, por isso teria. Procurou relaxar e aproveitar a tal grande honra.
Mais falas naquela língua que ela não compreendia e a música, tão ritualística, mística e eletrônica quanto a outra começou a soar. Ali deitada, vendada, percebeu que Savanna colocara a venda de forma errada. Havia um espaço abaixo onde ela podia ver e via. “Amiga, amiga, te devo essa!” e por essa fresta, Amanda pode ver o líder aproximar-se pelos pés da cama e tirar seu manto vermelho. Naquela posição ela via o corpo, mas não podia ver-lhe o rosto. Ele estava nu e foi assim que suas mãos tocaram os pés de Amanda ainda com a sandália. Subiram por suas pernas e desceram novamente. Fez esse movimento várias vezes, sempre subindo mais um pouco, sempre ousando mais ao aproximar-se da buceta de Amanda, até que a tocou e instintivamente, Amanda gemeu. Não sabe porque, mas gemeu. Quase um gozo.
Ele afastou suas coxas já afastadas pela posição de estrela em que fora amarrada à cama e ela sentiu ele com a cabeça entre suas pernas. Não acreditou quando ele começou a chupa-la. Tinha pensado em muitas bobagens, mas nunca que o líder iria chupa-la… Muito menos do jeito como ele fazia. Seus dedos afastaram seus grandes lábios e sua língua lambia seu clitóris com muita experiência e tesão. Os lábios do líder seguravam seu clitóris e o mordiscava, seus dedos introduziam-se sem vacilar e ela entregou-se a esses carinhos. Queria abraça-lo mas não podia com as mãos presas. Ele estava mergulhado entre suas pernas e ela sentiu quando um de seus dedos tocou seu anus e começou a pressiona-lo. Ele a chupava, metia dois dedos em sua buceta e outro em seu cu. Ela respirava ofegante. Aquilo, daquele jeito, estava perfeito. Começava a sentir seu corpo fraquejar. Ela não queria entregar-se. Não é que não quisesse gozar. Apenas não queria gozar ainda, mas ele sabia o que fazia e quando ela estava chegando no topo, ele mudava o ritmo, os movimentos, suavizava a língua ou enfiava um pouco mais o dedo em seu anus e tudo começava outra vez.
Não era um jogo. Ela estava literalmente nas mãos e na boca dele. Ele estava fazendo o que queria com ela e ela amarrada, se entregava aos carinhos daquele homem misterioso que a conduzia habilmente pelos caminhos do prazer e mais, estava decidido a fazê-la gozar como nunca. Tudo foi num vai e vem que de repente simplesmente foi. Em um dado momento ela não teve e não quis mais se segurar e explodiu em um gozo intenso, longo e frenético. Deixou-se levar pelas mãos hábeis do seu líder, do seu senhor e gozou com tanta intensidade que jorrou seu gozo na boca do seu senhor. Nunca sentira aquilo daquela maneira. Ela nem tinha mais certeza se algum dia realmente gozara. Aquilo foi um marco, um recomeço. Ele ficou ali sorvendo seu sumo até se dar por satisfeito.
Amanda queria vê-lo. Queria conhecer seu senhor, seu dono, o homem que a fizera redescobrir seu próprio corpo e que a fazia conhecer novos caminhos de prazer. Pela fresta na venda ela o viu levantar-se e antes que pudesse lamentar, sentiu suas mãos sobre o fino e transparente vestido de renda. Com um golpe preciso ele o rasgou. Abriu-o completamente deixando o corpo moreno de Amanda agora sim completamente à mostra para todos aqueles que das sombras olhavam o casal. Ele tocou seus seios, apertou com força seus mamilos, o que quase a fez chorar da boa dor. Ela só sabia que o queria. Foi quando ele tirou-lhe a venda. A luz forte que iluminava apenas a cama a cegou momentaneamente, mas segundos depois ela o viu sobre seu corpo. Ele estava sobre a cama, completamente nu a não ser por uma máscara que escondia seu rosto completamente. Ele sentou-se sobre ela que sentiu o pau de seu senhor duro. Ele esfregou-o nela e com alguns movimentos estava dentro dela. Não foi delicado, mas não foi bruto. Foi preciso. Ela o recebeu e o apertou. Mas ele saiu. Entrou novamente e saiu outra vez. Esses movimentos seguidos e da forma como foram feitos a fizeram fechar os olhos, algo que não queria, porque queria mesmo olha-lo. Não veria seu rosto por causa da máscara, mas via seu corpo.
Ele repetiu aquilo algumas vezes até se dar por satisfeito e saiu para não voltar. Ela não tinha coragem e muito menos autorização para falar, mas seu rosto deixou claro que ela queria mais, mas ele não. Ele queria outra coisa. Queria sua boca, mais precisamente sua boca em seu pau. Aproximou-o até que tocasse seus lábios. Ela abriu a boca e recebeu-o. Sentiu-se privilegiada por poder chupar o pau do seu dono. Se estivesse livre ela mostraria o quanto de prazer poderia lhe dar, mas presa, amarrada naquela cama, decidiu mostrar que mesmo assim era capaz de lhe dar prazer e fez com sua boca e língua o que sua buceta não fora capaz. Não por inabilidade, mas porque ele não lhe dera tempo. Ela chupou, lambeu, engoliu e sentiu-se privilegiada quando ele a pegou pelos cabelos, com força é verdade, para comandar seu vai e vem. Ela procurava pelos seus olhos atrás da máscara e em um dado momento eles se encontraram. Ela não teve como evitar e teve um gozo espontâneo sem nada a penetrá-la a não ser o pau de seu dono em sua boca.
Ela o tinha em sua boca e percebeu pela maneira como ele comandava seus movimentos, que ele estava bem próximo do gozo. Mas esse momento durou bem mais do que ela estava acostumada com os homens que passaram por sua vida. Nada que se comparasse àquele. Ele a dominara sem palavras. Tomara conta do seu corpo e agora, pela segunda vez iria despejar-se dentro dela, que finalmente sentiria o prazer de descobrir qual o gosto do seu dono. Ela o queria mais do que qualquer coisa que quisera até então. E ela o teve. Com um espasmo sua boca encheu-se da porra do seu dono, que gozou abundantemente. Sua porra escorreu da boca para os lábios, dos lábios pelo rosto, para o pescoço. Ele respirou ofegante e colocou sua mão sobre a boca dela e desceu até seus seios, espalhando sua porra no corpo de sua posse. Foi assim que ela foi possuída pela segunda vez por Dom Carlo e foi dessa maneira que ele apresentou a todos os seus seguidores presentes e testemunhas daquela foda, quem era a sua posse.
Ela estava novamente nua e melada, exposta na frente de desconhecidos e outra vez plenamente satisfeita. Ele levantou-se e um dos seguidores que saíra das sombras colocou seu manto vermelho sobre os ombros. Retirou-se em silêncio seguido por aqueles que observaram das sombras.
Amanda ficou alguns instantes a sós, aproveitando o gosto do seu dono na boca até que Amália apareceu e a desamarrou. Ela não queria falar e não precisava. Amália não falaria. Levou-a de volta a um outro quarto. Não voltaram ao camarim, mas a um quarto onde Amanda reconheceu várias de suas coisas. Seu porta retrato com os pais, seus perfumes, sua maquiagem… Foi até o armário e quando o abriu ali estavam suas roupas. Ela virou-se para Amália “Como trouxeram minhas coisas?” e a criada apenas respondeu “Você agora é dele. Deve ficar aqui. Essa é a vontade dele”
Amanda não sabia o que dizer e nem se isso era o que queria, mas parecia não ter escolha. Amália pareceu ler seus pensamentos disse: “Você é livre pra ir embora quando quiser, mas ele tem certeza de que você vai ficar.” Amanda não tinha força pra discutir. Olhou para o seu relógio na mesinha de cabeceira e não acreditou que fosse tão tarde. Amália mostrou-lhe que havia um banheiro no quarto. Não era palco de nada, um banheiro comum e decente. Amanda tomou um banho e quando saiu, apenas com a toalha enrolada sobre o corpo, sua camisola estava sobre a cama e nenhum sinal de Amália. Vestiu-se, bebeu a água que havia na jarra ao lado da cama e acomodou-se nela. O sono a possui na mesma rapidez que Dom Carlo a possuíra.
Sonhou que passeava com seu dono por um jardim que se transformava em uma floresta onde entravam em uma pequena cabana onde ele a possuía como dono, amante, namorado e esposo. Ela não sabia o quão profético era esse sonho.
Acordou com os raios do Sol entrando mansamente no aposento. Amália ao seu lado informou: “Ele a espera para tomarem o café da manhã.”