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O marido quis ver ela dando… e viu!


Maridos quando querem virar cornos, ninguém segura!
(escrito por Kaplan)
– Por favor, Romilda… me atende!

– Não, Alexsandro, não! Já te falei que não quero dar pra ninguém, só pra você! Para com essa mania de querer me ver com outro… 
Não insiste! Já falei que não quero!

– Mas não custa nada, querida… você vai sentir prazer em conhecer picas novas e eu vou ter prazer em te ver… uma vez só, please!

Ela saiu de casa, batendo a porta, furiosa. Que mania mais louca era aquela do marido! Foi para o ponto do ônibus e nem conseguia enxergar as pessoas que estavam lá, de tão brava!

Viu chegarem três ônibus, mas nenhum era o dela. Aguardava, impaciente, viu que havia só uma pessoa atrás dela, todos os outros já haviam embarcado. Então ouviu:

– Levantou mal humorada hoje…

Já ia dar um torra na pessoa quando, ao se virar, reconheceu Rafael, casado com uma amiga dela, e que morava no prédio vizinho ao dela. Relaxou.

– É, Rafael, até que levantei bem, mas o Alexsandro me tirou do sério.

– Posso ajudar?

– Não, nada demais, é só uma insistência dele que me irrita. E sempre ele está batendo na mesma tecla… deixa pra lá. Como estão vocês, tudo bem por lá? Estamos devendo uma visita, vamos ver se este fim de semana vai dar pra ir em sua casa.

– Tudo bem, e faz uma força para irem, vamos gostar muito de sua visita.

O ônibus chegou, era o mesmo dele, entraram, sentaram-se juntos e ele percebeu que ela, passado o momento de fúria, continuava com as sobrancelhas arqueadas. Insistiu, queria saber o que estava acontecendo, ela acabou contando. Tinha certeza de que poderia confiar. Depois de explicar o que o marido insistia, ela virou-se para ele, até que meio envergonhada de ter exposto aquela intimidade, e perguntou:

– Você teria coragem de pedir isso pra sua esposa?

Viu que ele comprimiu os lábios, olhando fixamente pra ela. Compreendeu o significado daquilo.

– Não acredito, você pediu…

Ele fez que sim com a cabeça.

– E ela concordou?

Ele fez que sim com a cabeça.

– Não estou acreditando… e já aconteceu?

– Já, muitas vezes.

– E aí?

– Nossa vida sexual melhorou mil por cento. Você não tem ideia de quanto nosso amor aumentou, pela cumplicidade que passou a existir entre a gente. Se não acredita, pergunte pra ela.

– E você também pode transar com outras mulheres
Não estou acreditando… você já fez isso?

– Sim, posso. É o que se chama de casamento aberto, muito legal. Liga pra ela, ela vai te falar!

Ele desceu do ônibus, ela ainda continuou por mais três quarteirões. Cabeça a mil, não estava entendendo mais nada. Ligou para a amiga que confirmou tudo e incentivou-a.

– Até que você está me animando, mas não conheço ninguém…

– Transa com o Rafa… ele vai adorar, gosta muito de você!

– E você não vai se incomodar?

– Imagina! De jeito nenhum! Vá em frente. Posso dar a boa notícia pra ele hoje à noite?

– Não, calma, deixa eu colocar minha cabeça no lugar.

O resto do dia Romilda não conseguiu trabalhar direito, pensava o tempo todo no que conversara com a amiga e com o Rafael. Pensando bem, o Rafael era um pedaço de bom caminho… já que a amiga não se importava e o marido queria ganhar chifres… resolveu que ia topar. 
Você aceitou! Me mata de tesão!

À noite, ela e o marido transaram loucamente. Ele custava a acreditar que ela resolvera e que seria com o Rafael, um amigo querido.

Na manhã seguinte, ela esperou por ele no ponto do ônibus e confirmou que ia encarar e que ele seria a “vítima”. Ele adorou saber e quase a agarrou ali mesmo, mas se conteve. Marcaram para aquela noite.

Ao chegar do trabalho, ela lanchou, entrou para um banho, passou hidratante no corpo todo, ficou bem perfumada e foram aguardar o amigo, que chegou pontualmente.

Alexsandro não cabia em si de contente e falou que o fato de a esposa ter escolhido o Rafael o alegrara muito.

– Pode crer que fiquei mais alegre que você, Alex… com todo o respeito, Romilda é uma gata!

– Eu sei disso… eu sei disso… bem, fiquem à vontade, façam de conta que não estou aqui.

À vontade Romilda não estava. Mas logo ficou, quando Rafael a abraçou e sussurrou em seu ouvido para ela ficar calma que tudo ia correr bem. 
Hmmm… comecei a gostar da brincadeira!

Ela estava com um vestidinho de malha, curtinho, decotado, ele logo percebeu que sutiã não fazia parte do traje dela. Ao abraça-la e beijar sua nuca, já foi levantando o vestido, a calcinha foi aparecendo. Com o rabo do olho, viu que Alex já segurava o pau, que parecia bem duro. Pensou: somos todos iguais… é assim mesmo que eu fico quando vejo minha mulher com outro… delicia completa!

Levantou o vestido dela, expondo a bundinha mal coberta por um fio dental. Pegou nas nádegas, sentiu a firmeza. De fato, a amiga era muito gostosa! Ainda bem que a esposa tinha conseguido convencer Romilda a dar pra ele!

Despiu-a por completo, fez ela ficar de quatro no sofá, o marido pegou na mão dela, ela sentiu que ele tremia de emoção. E ela quase enlouqueceu quando Rafael abaixou-se e começou a lamber seu reguinho, cuzinho e chegando à buceta. O marido nunca fizera aquilo, que coisa mais deliciosa! Sentiu que ficava molhada e ele lambia tudo, parecia gostar muito de beber os sucos femininos…

Rafael ofereceu seu pau e ela entendeu o que ele queria. Chupar era com ela mesmo! Fez um boquete que ele gostou muito, elogiou depois. 

E aí ele sentou no sofá e ela sentou por cima dele, o pau já foi todo enfiado na buceta, e o maridão vendo tudo, sentado ali ao lado deles.


Ah, marido… você não sabe em que se meteu!!!
Cavalgou bastante, era impossível não gozar… e gozou gostoso demais! Ah, Alex tinha razão, como foi gostoso conhecer outra pica… e deveria haver muitas outras interessadas… demorou demais a aceitar a proposta e gostou tanto que já sabia, outras picas iriam visitar sua buceta e não ia demorar muito…