Meraki Club: eletrônico com estilo!

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Tramp: a nova balada na Faria Lima!

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A garota da balada.


Sempre fui uma garota muito caseira. A minha vida se resumia a um único trajeto, de casa para escola, da escola para o trabalho e do trabalho para casa, em alguns finais de semana eu ia para a casa do meu namorado, Ricardo.

Nós namorávamos cerca de 2 anos, juntando todas as nossas idas e vindas, porém Ricardo sempre manteve a sua fama de pegador, como toda mulher apaixonada, eu acreditava nas juras de amor dele e acreditava que comigo seria diferente.

Até que certo dia, passeando pela praça com a minha melhor amiga Thalita, vejo Ricardo sentado em um dos bancos da praça, com uma garota sentada em seu colo, eles estavam se agarrando de um modo que pareciam que iam fazer sexo ali mesmo, me dava raiva e nojo ao mesmo tempo.

Thalita me puxou pelo braço e me levou para a sua casa, afinal, Ricardo tinha combinado de ir em casa naquela mesma tarde.

Eu estava realmente chocada com tudo aquilo, Thalita vendo a minha situação, me deu grandes conselhos e eu resolvi ouvi-la.

A primeira coisa que fiz foi ligar para Ricardo e terminar tudo com ele; ele não acreditou muito, mas aceitou numa boa, com o argumento de que, ninguém mais iria me querer.

Thalita era solteira e linda, quase todas as noites, ela saia para dançar pelas baladas da cidade, ela sempre me chamava para sair com ela, mas eu nunca ia.

Como era uma sexta-feira, e no outro dia eu não tinha aula e também não ia fazer nada, resolvi sair com ela.

A segunda coisa, então foi me arrumar, eu não tinha costumes de usar roupas curtas, porem aquela ocasião precisava.

Coloquei um short curto, que mal cobria as minhas partes e uma blusa branca, toda decotada na frente.

Não tinha seios grandes e fartos, eram médios, mas eu os adorava.

Thalita, por sua vez, foi com um vestido lilás curtíssimo e de salto alto fino.

Ela já dirigia, então fomos no carro dela, até uma das melhores baladas de SP.

Logo que entramos o ritmo que tocava era funk, as garotas que estavam ali, dançavam loucamente, Thalita descia ate o chão, eu estava em um lugar totalmente diferente do meu ambiente, porém com algumas doses de bebidas acabei me soltando e também entrei na dança.

Dançava junto de Thalita e os caras em nossa volta ficavam nos olhado sem parar.

Ate que Ricardo apareceu por lá, com seus amigos. Quando ele me viu, ficou pasmo, parecia não crer que era eu ali, mas não foi ate mim.

Eu vendo que os amigos dele também estavam lá comecei a dançar no meio deles, eles estavam em 7. Percebia que algum deles sempre que possível passava a mão em meu bumbum, eu não sabia quem era, mas estava adorando aquela situação.

Chamei Thalita, para se juntar comigo, e nós ficamos lá, dançando no meio dos amigos de Ricardo, até que um deles puxou Thalita, e roubou um beijo dela, um beijo de tirar o fôlego.

Felipe fez o mesmo comigo, me puxou e me deu um beijo, fazendo com que meu fogo subisse imediatamente.

Depois deste momento a única coisa que eu queria era ir para o motel com ele; e assim foi, depois de belas amassadas na balada, nós fomos para o motel, mas próximo.

Chegando no quarto, fomos direto para a cama, deixando a porta aberta e vestígios de roupas para todos os lados.

Felipe, tinha uma boca maravilhosa, ele me beijava, enquanto ia passando a mão em meus seios, eu passava as minhas mãos pelo peito dele que era totalmente definido.

Eu ouvia ele suspirar em meu ouvido, enquanto sentia o seu corpo no meu.

Me virei, ficando em cima dele, que estava apenas de cueca, ele soltou um sorriso, me fazendo ver que ele gostava de ser dominado.

Passei novamente as mãos pelo peito e na barriga dele, fazendo com que ele soltasse mais um sorriso, me deitei sobre ele e o beijei bem molhado, fazendo com que o pau dele lateja-se em baixo de mim, logo sentei novamente em cima dele, fazendo com que ele inclina-se seu corpo, em busca de meus seios, ele chupava os biquinhos que já estavam durinhos e pediam por sua boca.

Ele pegou em minha cintura, fazendo com que eu levanta-se, me colocou d4 na cama, e tirou a minha calcinha, começou a passar a língua em minha buceta, que já estava encharcada, a língua dele me deixou ainda mais molhada.

Eu nunca tinha sentido uma língua roçando em minha buceta, era maravilhoso.

Ele chupava, mordia meu clitóris, me fazendo gemer alto de tesão.

Felipe me chupou, até eu gozar em sua boca, me beijando logo depois. Fazendo com que, eu senti-se o meu gosto em sua boca.

Ele era todo carinhoso, porém às vezes mostrava a pegada que ele tinha.

Ele pegou em meus cabelos loiros, que eram na região das costas e puxou suavemente, para perto de seu pau, fazendo com que meu rosto encosta-se suavemente em sua cueca.

Pude sentir aquele pau durinho em meu rosto, enquanto ele acariciava os meus cabelos, ele então puxou sua cueca para baixo, fazendo com que seu pau, ficasse amostra, de fato aquele pau era o maior que eu tinha visto, afinal, só tinha visto o do meu ex.

Eu não sabia muito bem o que tinha que fazer com aquele pau, mas parecia ser muito gostoso, o meu maior desejo era sentir ele dentro de mim.

Felipe então foi levantando a minha cabeça ate chegar novamente em seu pau, então abri a boca e ele colocou o pau dele, fazendo movimentos suaves, eu fui me acostumando com aquilo e fui me soltando, comecei a passar a língua na cabeça do pau dele, era bem grossa. Eu percebi que ele gostava de minha inocência, porém ele gemia a cada movimento diferente que eu fazia, comecei então a fazer o mesmo movimento que ele, ai ele começou a gemer ainda mais, e me pediu:

– Me chupa bem gostoso vai sua vadia. Cospe no meu pau, deixa ele todo molhado, que eu quero foder sua boceta.

Fiz o que ele havia me pedido e babei no pau dele, deixando todo molhado.

Ele me puxou pelos cabelos, fazendo com que eu ficasse de joelhos, abaixou e me beijou.

Então ele novamente me colocou d4, me deu um beijo na buceta, e começou a meter o seu pau bem gostoso em minha buceta, me fazendo gritar de tesão, eu estava tão molhava que o pau dele acabou escorregando e entrando gostoso, enquanto ele metia em minha buceta, eu sentia o meu cuzinho “vibrando” para sentir aquele pau, não conseguia me controlar e Felipe percebeu, acabou colocando o dedo em meu cuzinho, enquanto metia em minha buceta, era delicioso.

Ele então tirou da minha buceta encharcada e foi metendo devagar em meu cuzinho, colocou a cabecinha, depois foi metendo lentamente até entrar tudo, então ele começou a fazer movimentos suaves de vai-e-vem dentro do meu cu, eu gemia e ouvia ele gemer também, isso me dava ainda mais tesão.

Ele me segurou pela cintura, me puxando contra o seu corpo, fazendo com que, seu pau entrasse inteiro, mostrando a pegada forte que ele tinha, enquanto ele fodia gostoso o meu cu, eu me masturbava, passava a mão na minha buceta sentindo que ela estava ainda mais molhada, ele continuava metendo em meu cu sem parar. Ate que gozei enquanto ele ainda fodia meu rabo.

Enquanto eu gozava, ele metia, metia, metia.

Ele chegou perto de gozar, decidiu então que não seria dentro do meu cu, tirou o pau do meu cu, e começou a bater uma, perto do meu rosto, depois de alguns minutos ele gozou, derramando toda aquela porra quente em meu rosto e seios, enquanto ele soltava aquele leitinho ele gritava de tesão.

Era delicioso sentir aquela porra escorrendo pelo meu corpo, era uma sensação maravilhosa, estava satisfeita e via que ele também, logo que ele acabou de gozar, entramos na hidromassagem, e ficamos ali relaxando e conversando por um bom tempo; enquanto nós relaxávamos, ele dava um jeito de brincar com a minha bucetinha em baixo da água, me fazendo gozar, ainda duas vezes dentro da hidro.

Depois de 2 horas, saímos, nos trocamos e Felipe me levou para casa.

Nós trocamos telefones, e ainda de vez em quando nós damos uma escapadinha, principalmente quando nós nos encontramos nas baladas, ele é uma delicia na cama, me faz me sentir puta de verdade, me fode como ninguém.

Contos Eróticos – Sexo grupal depois da Balada

Contos Eróticos –  Sexo grupal depois da Balada

 

 

Olá,eu sou a Julia Amendoas , hoje eu tenho 20 anos de idade, mas naquele tempo, eu tinha  apenas 18. Sou branca, corpo violão, malhada, olhos castanhos e cabelos pretos. A gente havia programado a semana inteira de ir para uma festa numa casa noturna, a festa iria reunir muita gente e prometia rolar muitas surpresas, além de que, as mulheres não pagavam nada até as duas horas da manha. Aproveitei bem, para tomar umas boas goladas, eu nunca fui de beber, mas naquele dia eu bebi. Usava um vestido branco colado no meu corpo que deixava os homens com desejo, uma blusa decotada e os cabelos lisos, soltos e um salto alto. Ficamos até as quatro horas dançando sem parar, eu e minhas amigas juntamente dos meus quatro amigos (não irei citar nomes). Minhas amigas pegaram suas coisas e vieram até mim. – Estamos indo embora, você vai ficar? Eu toda alegre disse: – Sim, eu vou ficar bem, estou aqui com meus amigos. – Então ta, a gente se vê amanha. Continuei a dançar junto dos meus amigos, até que bateu o horário e eu já não conseguia mais nada, absolutamente nada, então meu amigo havia me convidado para ir dormir na sua casa, juntamente dele, eu aceitei. Chegando em casa, eu e ele apenas, fui direto me trocar, coloquei um short azul que deixava minha bunda maior ainda, bem gostosa. Logo fui deitando na cama dele, e adormeci rapidamente. No outro dia, eu acordei e lá estava os quatro amigos reunidos, e então eu fui até eles. – Bom dia, bêbados. – Bom dia julinha. – Essa hora já? ? Perguntei rindo, brincando. – É que a gente tem que comer né. Eu imediatamente deixei um riso escapar. – Bobos. Disse, era muita gente para eu poder me divertir, todavia seria algo melhor, deixei a xícara de café cair propositalmente e então me agachei com as perna bem duras, aquele short nunca havia ficado tão apertado, e eles suspiraram. – Não faz isso julinha… meu deus. ? Eu ria sem parar, eles estavam todos loucos por mim. – O que? Isso? ? Perguntei, ficando de quatro com aquele rabo toda a mostra, fui puxando o short para baixo deixando a calcinha enterrada a vista deles. Eles me pegaram no colo e me jogaram na cama, e tiraram seus devidos paus para fora. – Vou transar com quatro… ? Falei. Logo comecei a chupar a cabeça de um deles, enquanto o outro dia tentando meter na minha boca a sua rola, eu fiquei excitada e toda molhada, um me lambida nos peitos e o outro me lambia na boceta. Eu gemia, até depois de alguns segundos eu fiquei por cima de um, e aquele caralho começou a penetrar no meu reguinho, eu berrei, mas não parei, fui me acostumando, e o outro veio por cima metendo na boceta, ficou nesse vai e vem gostoso, eu sentindo duas rolas me possuírem, e sentia duas rolas entrarem freneticamente na minha boca, a língua passeava em torno delas. Eu comecei a perceber que eles tinham vontade de me comer mais e mais. Coitado do meu namorado, jamais iria pensar que eu estava tendo quatro amantes. – Gosta disso? PUTINHA SAFADA! ? Eles berravam e eu rebolava bem gostoso, até que anunciaram o gozo, e todos vieram contra mim, me deixando deitada na cama, miraram o pau contra o meu rosto e aqueles jatos pastosos voaram contra a minha face, eu fiquei completamente cheia de porra, satisfeita, tirei uma foto com meu rosto todo branquinho. Depois de tomarmos o café, ainda paguei um boquete para eles.