Casal Raysp


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Viu a cunhada nua, ela topou, a esposa viu e aí…


Triângulos que se formam sem qualquer planejamento têm tudo para dar certo… ou não!
(escrito por Kaplan)
Eurico e Carla eram casados já há cinco anos. Não tinham filhos, e viviam bem, pois ambos trabalhavam e seus salários eram pra lá de ótimos. Passeavam muito, o sexo era bom. Mas conversavam muito sobre isso, tinham amigos e amigas que vivenciavam experiências interessantes como ménage, swing, bissexualidade… e sempre ficavam na expectativa de que, um dia, poderia acontecer alguma coisa com eles nesse sentido. Só não imaginavam quando isso poderia ocorrer e muito menos com quem.

E aconteceu sem que eles planejassem. Aconteceu dentro de sua própria casa e o resultado foi inesperado.

Isso porque a irmã de Carla, Norma, veio visitá-los e ficaria alguns dias na casa deles. Carla sempre comentara com o marido sobre Norma e seus outros dois irmãos. E dizia que ela era da pá virada, aprontava todas. Era solteira, tinha 23 anos, não era magrela, pelo contrário, tinha umas gordurinhas e não estava nem aí pra isso. Nada de academias, dietas… tudo era classificado por ela como tormentos. Vivia sem grilos com suas gordurinhas. 
Que cunhada mais gostosa!!!

E aconteceu que, num sábado em que ela estava visitando o casal, Carla tinha ido ao salão e Eurico estava em casa. Cunhada e cunhado conversavam bastante e, depois, ela falou que ia tomar banho.

Saiu da sala e dirigiu-se ao banheiro. Eurico ainda ficou ali uns minutos e depois dirigiu-se para o quarto de casal. Teria de passar pela porta do banheiro social e quando passou, viu-a semi-aberta e a cunhada completamente nua se preparando para entrar no boxe. Parou, extasiado. Ela tinha uma bunda fenomenal! 

Ele não resistiu, entrou no banheiro, assustando a cunhada que tentou proteger os seios e a xoxota, mas, vendo que a bermuda dele era reveladora da excitação em que Eurico ficara, ela “desprotegeu-se” e ele pôde ver os seios e a xoxota dela também.

E ela mostrou que, realmente, era da pá virada.

– Cunhado… mas você ficou assim só porque me viu pelada?

– E tinha algum motivo melhor?

– Gracinha… merece um presente pelo elogio que me fez… 
Mas o que estou vendo???

E abaixou a bermuda dele, ajoelhou-se e começou a fazer um boquete. Foi demorado, muito demorado e os dois estavam tão extasiados que nem perceberam o barulho das chaves. Era Carla que voltava do salão e, ao se dirigir ao quarto, viu a porta do banheiro aberta e aquela cena: a irmã dela chupando o pau do marido.

Boquiaberta, ela protestou, perguntando o que era aquilo.

Eurico ficou verde, não sabia onde se esconder. Mas Norma ficou calma e disse que havia sido um acidente, mas… já que a irmã vira, que tal ajudá-la no boquete?

Norma e Eurico entreolharam-se. E parece que a mesma ideia tomou conta dos dois, simultaneamente. Afinal, já não tinham conversado sobre ménages? Já não estavam na expectativa de que isso poderia acontecer com eles? E ali estava a resposta! Quem, melhor do que a cunhada, para ser o terceiro elemento de um ménage?

Então ela se ajoelhou ao lado da irmã e as duas ficaram chupando o pau do Eurico, que achou fascinante o que estava acontecendo. Mas sentiu que o banheiro estava ficando pequeno demais e convidou-as a irem para a sala, no que foi atendido.

Lá, ele e a cunhada despiram Carla e as duas, por sua vez, arrancaram a bermuda e dele.

– Posso ser a primeira? Perguntou Norma, e Carla consentiu. 
 
Este é o triângulo perfeito…


Então, Norma se ajoelhou no sofá, Eurico se ajoelhou atrás dela e Carla ficou sentada no braço do sofá, à frente de Norma. E ficou vendo o marido enfiar o pau na xoxota da irmã e sacudi-la com suas bombadas.

E teve a surpresa de ver Norma aproveitar aquela posição para dar umas lambidas na xoxota dela, causando-lhe arrepios. Nunca imaginara tal coisa! E era gostoso! E Eurico quase gozou ao ver as lambidas que a cunhada dava em sua esposa.

Sem se preocupar em ter orgasmo naquele momento, Norma cedeu o lugar para Carla, que foi, então, comida pelo marido e os dois chegaram ao gozo, em grande parte devido à adrenalina provocada por aquela situação não imaginada por eles.

– Bem, gente, isso foi ótimo. Mas eu ia tomar banho, então estou indo…

O casal ficou ali no sofá, deitado, ruminando o que tinha acontecido. E resolveram que Norma não iria mais dormir no quarto de hóspedes. Dormiria na mesma cama com eles…

No segundo dia, ela levou a amiga para um cantinho que só ela conhecia, depois teve de tudo!


Eu não entendo porque se critica  o relacionamento entre garotas.
(escrito por Kaplan)
As férias chegaram e Ionara convidou sua amiga mais querida, Miriam, para passar uns dias no sítio da família. Miriam aceitou, era uma chance de estar com sua amiga durante vários dias, e até imaginava o que poderia acontecer. Elas se amavam muito!

Foram num fim de semana, mas os pais de Ionara foram também. E aquilo, em vez de esfriar as duas, esquentou-as mais ainda. 
Estou custando a aguentar… vontade de você!

Aproveitando o sol, as duas colocaram seus biquínis e passaram a manhã toda na piscina, conversando baixinho, fazendo planos.

– Miriam, vai ser difícil durante o dia, mas à noite, vamos dormir juntas e aí poderemos cuidar de nós… sacou? Só não podemos fazer barulho…

– Mal vejo a hora de anoitecer.

Umas “casquinhas” foram tiradas quando elas passaram protetor solar uma na outra. Olhando atentamente para a porta, para ver se alguém chegava, as mãos percorreram os corpos uma da outra com sensualidade, tocaram nas xotinhas, afagaram os seios… era enlouquecedor!

Mas, à noite, uma decepção: a mãe de Ionara colocou as duas em quartos separados. A noite de sábado para domingo foi dramática, com as duas se masturbando, cada uma em seu quarto. Então, Ionara teve a ideia, assim que levantaram, de sair com a amiga “para mostrar o sítio pra ela, mãe!” O sítio era enorme e tinha locais que ela conhecia muito bem, bastante secretos, com privacidade e ali elas poderiam se amar.

Ela levou uma toalha, e explicou pra mãe curiosa que era para elas poderem sentar, caso ficassem cansadas de andar. Miriam tinha de se segurar para não explodir em gargalhadas, vendo como a amiga enganava sua mãe.

Então saíram e, de fato, enquanto estiveram perto da casa, portanto, enquanto ainda podiam ser vistas, ela foi mostrando o pomar, a horta, o galinheiro. Elas nem sequer se davam as mãos, para despistar bastante.

E então, a casa sumiu da vista delas, o que significava que a chance de elas se beijarem e tudo o mais aumentou. Depois de alguns beijos, para matarem a saudade, chegaram a um cantinho mais reservado e foi ali que ela estendeu a toalha e as duas se deitaram, de mãos dadas, sorrindo uma para a outra. Finalmente estavam a sós!
Até que enfim, minha delícia!

Beijos e mais beijos, mãos que roçavam seus corpos, seios beijados e biquinhos apertados, xotinhas tocadas, lambidas… tudo que elas podiam e gostavam de fazer, foi feito ali, sem preocupação de serem vistas. Sabiam que os pais, já idosos, não se arriscariam a ir procurá-las, era muito chão que teriam de percorrer.

Foram longos minutos que elas ficaram ali, e mais ficariam se, olhando o relógio, viram que era hora de voltar, pois, dali a pouco tempo o almoço estaria pronto. Não era bom atrasar, para não despertar suspeitas.

A sorte das duas é que já tinham combinado com os pais que elas ficariam mais alguns dias, para se recuperar do estresse de fim de semestre na faculdade. Tanto é que haviam ido em dois carros. No final da tarde do domingo, os pais foram embora. 
A mãe havia providenciado comida para elas ficarem mais uns três dias, deixou no congelador e elas teriam o trabalho de, apenas, descongelar e esquentar. Depois das mil e uma recomendações, eles se foram e as duas, finalmente, estavam a sós.

Passaram a noite juntas, dormiram pouco, porque as carícias, os beijos, as mãos… tudo isso rolou bastante na cama. A felicidade das duas era algo indescritível. 
Somos duas Evas no paraíso…

Na manhã de segunda, foram para a piscina e não tiveram a preocupação de colocar biquínis. Entraram nuas, nadaram nuas e se pegaram bastante.
Mais beijos, muitos… e mãos nos seios, e chupadinhas nos biquinhos…

Miriam queria mais, sentou-se na borda da piscina e ficou com sua xotinha pronta para receber beijos e dedos de Ionara, que se desdobrou para dar o maior prazer possível para a amiga. E conseguiu, porque logo ela se estirava na borda da piscina, gemendo loucamente.

– Sobe aqui, Ionara… quero fazer o mesmo com você!

Foi a vez de Ionara quase desfalecer de prazer graças à língua e aos dedos de Miriam em sua xotinha.

Saíram da piscina e sentaram-se num banco, para que o sol as enxugasse.

– A gente podia morar aqui para sempre, hein?

– Nem me fale… por você eu largaria a faculdade, largaria tudo. A gente ia viver muito feliz aqui, mas nossos pais teriam de saber, né? Do contrário, morreríamos de fome.

– Iriam nos encontrar, nuas, na cama? Ou na piscina? Ou naquele cantinho onde você me levou no domingo?

Ionara deu uma gargalhada.

– Estamos enlouquecendo? Dizem que se morre de amor, mas acho que eu não gostaria de experimentar isso não!

– Mas olha o que eu poderia fazer todo dia!
Mate-me de amor, meu amor…

E assim falando, Miriam levantou-se do banco, sentou-se entre as pernas de Ionara e mandou ver numa chupada e tanto na xotinha dela. Foi tão gostosa aquela chupada que Ionara prendeu a cabeça da amiga com suas coxas na hora em que gozou.

– Miriam, que loucura… já te contei que namorei outras meninas, mas nunca consegui prazer tão grande quanto com você! Se eu fosse homem estaria aqui com meu pau duro, jorrando porra pra tudo quanto é lado!

– Credo, que comparação horrível!

– Nunca vou querer que a gente se separe, viu? Quero que a gente se ame muito, até ficarmos velhinhas!

– Pode acreditar, meu amor. Mas vamos comer? Fiquei com fome…

Entraram as duas, nuas, e foram esquentar o almoço que a mãe tinha deixado. Depois de almoçarem, deitaram-se e dormiram, profundamente. Acordaram lá pelas 17 horas, foram ver televisão, deitadas no tapete e com um edredon a cobri-las, pois começava a esfriar um pouco.

Mais uma saraivada de beijos e amassos aconteceu ali…

Ficaram vendo televisão até anoitecer e dormiram ali mesmo.

Na terça feira, repetiu-se quase tudo: piscina, mil beijos, mil amassos.   
Ah… eu me acabo…

Depois do almoço, mais um cochilo e, quando acordaram, Miriam pediu que Ionara lhe fizesse uma massagem. A amiga atendeu e pode-se imaginar o que rolou. Depois de massagear a bundinha, os seios, a xotinha… o desejo tomou conta das duas e elas se engalfinharam na cama, lambuzando-se de óleo, beijando-se, chupando-se. Ficaram tão esgotadas, que dormiram, à noite, nos quartos separados, pois não queriam arriscar-se a mais uma noitada acordada…

Na quarta feira elas voltaram. Estavam muito felizes e satisfeitas com os quatro dias passados no sítio. E sabiam que voltariam em qualquer fim de semana daquele mês…