Foram de moto para um matinho bem escondido


Se não tem carro para ir ao motel, vá de moto a um matinho escondido… talvez seja até melhor, é de graça!!!
(escrito por Kaplan) 
Numa cidade do interior, não muito pequena, mas com seus 30.000 habitantes, Fábia, uma bela morena de 24 anos, solteira, que se mudara da capital havia alguns meses, angustiava-se com a falta de programas. Habituada às baladas da capital, tinha de ficar restrita, agora, a programas de televisão e a pequenas festividades tradicionais da cidade.

Foi então que, numa dessas festas, ficou conhecendo Sinésio, boa pinta, da mesma idade que ela.

Logo se enturmaram e daí veio a vontade de fazer sexo. Só que nenhum dos dois tinha carro. Até que havia um motelzinho na saída da cidade, mas ir a pé não dava; pegar um taxi, eles ficariam falados na cidade inteira e até o padre iria recriminá-los. Teriam que transar em local afastado, e aí vinha o problema do veículo…

A sorte deles foi que um amigo do Sinésio comprou uma moto, pequena, nada de coisa exagerada. E Sinésio pediu-a emprestada um dia e o amigo concordou. Ele então combinou o melhor dia com Fábia, pegou a moto, eles se encontraram e ele a levou estrada a fora. Graças aos capacetes, ninguém sabia quem estava na moto… 
Boquete ao ar livre, ao lado da moto… hummm….

Pegaram uma estrada pouco frequentada e procuraram um local adequado. Havia, num ponto da estrada, uma pequena clareira, bem protegida pela vegetação e foi ali que eles pararam.

E não perderam tempo, ela foi logo tirando o shortinho, teve sua bunda lambida e beijada por ele que também tirou a calça e foi devidamente chupado por ela.

E aí, transaram bonito. Ela se apoiou na moto, empinou o bumbum e ele penetrou em sua xotinha, por trás e começou a bombar.

Para Fábia, era uma sensação muito boa. Havia transado muito quando morava na capital e aquela era a primeira transa depois que se mudara. Estava já quase subindo pelas paredes e finalmente podia trepar bonito, com um cara bacana e que tinha uma bela pica.

Ele a comeu bastante naquela posição, e depois variaram, ele sentou-se no chão e ela o cavalgou até gozarem, os dois. 
A moto, a bunda, os seios… que foto!

Não foram embora logo não. Ficaram ali conversando, ela pôs a calcinha, ele continuou pelado e tirou uma foto dela ao lado da moto.

– Essa moto tem de ficar na história, junto com você, Fábia. Que dia fantástico ela nos está proporcionando!

Ela riu, achou engraçado o comentário dele. Ele ficou passando as mãos nas pernas e na bunda dela e falou, logo depois.

– Olha aqui, Fábia, tem alguém querendo mais…

Apontou para seu pau e ela alegrou-se ao vê-lo rijo novamente.

– Que bacana, vamos lá. Agora, Sinésio, eu geralmente não faço isso na primeira transa, mas como não sabemos quando poderemos ter outra, vou fazer. Se você também quiser, claro. Gosta de sexo anal?
Estava com saudade disso…
 – Adoro!

– Quer?

– Claro que quero! 

E este foi o momento seguinte. 
Sentado no chão, ele recebeu a bela bunda dela descendo em sua direção e foi encaixando seu pau no cuzinho. E assim, terminaram a bela tarde.

Agora seria o momento de esperar que o amigo se dispusesse a emprestar a moto de novo.

2088a

A fama de Meg como secretária se espalhou: ela recebeu tantos convites!


É nisso que dá ser eficiente… tem de dar…
 (escrito por Kaplan)

Os convites apareceram aos montes! Mais casos interessantes do caderno de Meg.

Nunca pensei que atuar como secretária fosse uma atividade tão gratificante! Depois que substitui uma amiga que estava grávida e fiquei quatro meses trabalhando lá, e transei com o Silas, o outro empregado do escritório e com o patrão dele, subitamente apareceram vários convites para eu trabalhar. Logo entendi que o patrão havia dado minha ficha para amigos. Safado, não contente em me comer gostoso, ainda me arrumou mais parceiros. Ainda bem que todos foram ótimos! Kaplan chegou a ficar desconfiado, aquilo nunca acontecera, mas eu disse que era coincidência, muitos dos que me convidaram eram do mesmo prédio, me viram lá, sabiam que eu estava só substituindo e quase todos precisavam de alguém nos seus escritórios, também por um mês ou dois… nada mais do que isso.

Fui secretária de dois advogados, um dos quais era negro.

Mas o primeiro foi o Celso, que me cantou três dias depois que eu estava trabalhando com ele. Era só telefonista, pois a moça tinha sofrido um acidente e ficaria uns 15 dias com gesso nas duas pernas. Impossível trabalhar assim, né? Ele fez questão de dizer que eu poderia ir com as roupas que quisesse, não haveria censura alguma. Acho que foi porque ele me viu de minissaia o dia em que ele me conheceu.

Bem, no terceiro dia eu já sabia que ele iria me cantar. Aproveitei os dias anteriores para conhece-lo melhor e gostei. Então, como ele era bonito, simpático, educado, charmoso, eu não me incomodei quando a cantada chegou. Aceitei-a, mas deixei para o dia seguinte… E no dia seguinte fui de minissaia preta, com uma blusa sem mangas. Ele gostou, vi pelo olhar que me deu quando cheguei. Passei o dia atendendo o telefone e, ao final do expediente, ele falou que eu estava usando uma sandália muito bonita. O que eu fiz? Sentei na mesa, levantei os joelhos e minha calcinha apareceu para ele. Mas ele, primeiro, tirou minha sandália e beijou meus pés. Eu quase morro de aflição com beijos nos pés, me sobe um raio pelo corpo e eu fico molinha, molinha, pronta pra tudo. 
Não faz isso, patrão… nem imagina como fico!

Depois que ele beijou bastante, eu coloquei os pés no pau dele, por cima da calça. Senti a dureza… pedi para ver, ele abriu a braguilha e me mostrou. Estava bem duro e eu peguei nele com os pés, ele quase enlouqueceu… depois fiz um boquete e ele foi tirando minha blusa, minha saia, minha calcinha e deixou que eu o cavalgasse até gozar.

Foram mais de quinze dias que a telefonista dele precisou para ficar boa… imagine o que rolou entre nós dois naquele escritório. Quando fui embora ele me fez prometer que voltaria, mas não voltei.

O segundo advogado para quem trabalhei foi o Olinto. Era negro, de uma elegância a toda prova. Fiquei fascinada por ele e queria transar, mas ele não dava entrada. O que eu fiz? Peguei um consolo de silicone que eu tinha, pus na bolsa e num dia em que ele estava particularmente bem humorado, ao abrir a bolsa… que coisa! O consolo caiu na mesa dele! Fingindo-me envergonhada, peguei o consolo mas não o guardei. Falei que meu marido é que me dera e como ele viajava muito, eu tinha como substituí-lo. Ele me disse que era uma boa ideia, mas achava que eu podia substituir um de verdade por outro de verdade. “O seu, por exemplo”? perguntei, e ele respondeu que sim, poderia. Era tudo que eu queria ouvir. Peguei o consolo e fiquei chupando-o e minha mão foi direta para o pau dele. Assustei, o bicho era bem grosso. Tive que ver, abri a calça dele e realmente, era portentoso. 
Nossa… como é grosso… e gostoso!

Chupei bastante e depois consegui que ele enfiasse aquilo tudo em mim. Foi difícil entrar tudo, mas conseguimos. Foi uma bela trepada, que se repetiu alguns dias depois e aí, nem eu acreditei, mas ele conseguiu enfiar quase tudo no meu cu… Não gozei, não era possivel, foi muito desconfortável.

Ainda bem que lá eu fiquei só uma semana! Imagina se ficasse mais e tivesse que levar aquela vara no cu de novo… eu ia morrer!

O terceiro foi o Mário, escritor. Escrevia romances, contos. Tinha uma sala que era o escritório dele, computador, máquina de escrever (socorro… ainda existiam? Ainda bem que nunca me pediu para usá-la). Mas ele só sabia escrever na máquina e me contratou exatamente para passar pro computador o que ele escrevia. Coisa de doido? Talvez, mas era assim que ele trabalhava.

Só que eu sou muito palpiteira e quando, num dos romances dele, apareceram algumas cenas meio eróticas, eu não gostei e disse a ele que precisava mudar aquilo. Sou doida mesmo… imagina, dar pitaco no que o Mário escrevia! Para minha alegria, ele aceitou meus comentários e me pediu sugestões. Eu tinha muitas! Contei a ele algumas de minhas aventuras e ele me pediu para trabalhar em cima delas para ele publicar. Concordei, não tinha nada a ganhar nem a perder com isso. 
Entendo porque todos te cantam…

Mas contar pra ele as minhas aventuras, deixou-o excitado e num dia ele me elogiou, dizendo que entendia como eu conseguia ter tantas aventuras. Fazia referência ao meu corpo, claro, não achei ruim não. Já estava a fim de agarrá-lo… rsss… então tirei meu vestido e me mostrei só de lingerie para ele. Perguntei se ele achava bonito mesmo, ele só levantou, me pegou, nos beijamos e rolamos no tapete da sala.

Me comeu ali, eu de quatro, cavalgando, depois me colocou sentada na mesa, levantou uma perna minha e enfiou a pica, foi aí que ambos gozamos.

Ali eu estava também só substituindo a digitadora dele, que estava bem gripada. Com ela voltando, parei com o trabalho. Mas, de vez em quando ele me ligava para passar lá e contar mais aventuras que ele pudesse aproveitar… e aí a gente transava gostoso!

Outro profissional que me pediu para ajudá-lo, foi o Emilio, um arquiteto. Não entendi bem o que ele queria, afinal, meu curso de Belas Artes não me possibilitaria absolutamente nada no que se refere ao trabalho de um arquiteto. Mas ele era muito estressado! Nossa, quase fiquei louca!

Eu já o conhecia, gostava muito dele, mas não imaginava que ele fosse tão estressado assim, tanto é que só fiquei lá um dia. E acho que consegui diminuir o estresse dele. Quando o vi querendo fazer 3 ou 4 projetos ao mesmo tempo, e falando sem parar, tomei a iniciativa de fazer uma massagem nos ombros dele. Isso o acalmou, mas não totalmente. Então fiz mais, ajoelhei debaixo da mesa e fiz uma “massagem” no pau dele. Que delícia… senti ele endurecendo totalmente! Ele me perguntou o que eu estava fazendo e eu disse que conhecia algumas técnicas para ele ficar relaxado. Mas, de fato, depois de pegar no pau dele, eu já estava com vontade de ver tudo o que ele tinha! Tomei a iniciativa de tirar a blusa, fiquei de sutiã e de saia apenas. Ele entendeu logo que técnicas eu estava falando, e já veio até mim, tirou meu sutiã e mamou nos meus peitinhos. Uau!!! Sabia como fazer! 
Ah! arquiteto… você arquiteta muito bem!!!
 Daí tirou minha saia e calcinha e me deu uma lambida que arrancou gemidos! Ótima! Daí me fez ficar curvada na mesa e começou a enfiar a pica em minha bucetinha e bombou, bombou divinamente! Não satisfeito, me pôs sentada na mesa e me comeu de frente também. Eu já estava quase gozando e pedi para ele deitar no tapete, sentei e pulei até gozar.

Tinha sido maravilhoso, fiquei pensando porque ainda não tinha acontecido nada entre a gente, que cara gostoso… será que ele ficava bom de cama assim toda vez que ficasse estressado? Mas não quis voltar lá pra ver… Fiquei satisfeita só com a primeira e única vez que transei com ele.

Gustavo era consultor financeiro de algumas empresas e também atendia a particulares. Muito movimento no escritório dele e ele não tinha empregados. O volume de papeis e documentos era tão grande que o levou a procurar alguém que pudesse ajudá-lo e foi o Mário, o escritor, quem deu a dica pra ele. E imagino o que ele deve ter falado…

Apareci no escritório dele, era um cara de uns 50 anos, alto, sempre de terno. Me explicou o que estava precisando, deixou claro que não seria um emprego, me pagaria pela atividade de catalogar os papeis e documentos, colocá-los em pastas. Realmente, havia pilhas de papeis, dentro de caixas, soltos, no chão, em cima das cadeiras… um horror. Como sou muito organizada, bastou ele me explicar como gostaria de ter as coisas que comecei a fazer. Ele não ficava muito tempo no escritório, corria as empresas para as quais fornecia consultoria e só aparecia lá pelas 18 horas, com cara de cansado. Pelo que consegui fazer no primeiro dia, ao chegar eu falei com ele que imaginava terminar tudo em duas semanas. Ele tinha me pedido essa previsão para estabelecer quanto me pagaria. Então chegamos a um acordo e continuei a fazer o que ele queria. 
Posso consultar isso aqui, senhor consultor?

No quarto dia, ele chegou mais cedo, eram 16:30 e aí ficamos conversando e logo eu saquei que o Mário tinha me entregado direitinho ao Gustavo. Eu ficaria chateada e até largaria tudo se ele fosse um cara grosso, mal-educado. Mas como era uma pessoa muito interessante, deixei rolar. Me contou boa parte da vida dele, era solteirão. Papo pra lá, papo pra cá… eu sentia que ele queria algo, mas ficava meio indeciso, então, pra variar, tomei a iniciativa. Como já era “fim de expediente”, fui me despedir dele e ao dar os dois beijinhos no rosto, minha mão agarrou o pau dele. Sorri, me afastei e tirei a blusa, mostrando meus seios, ele arregalou os olhos e aí resolveu agir, pegou neles, me acariciou, mamou gostoso… passo seguinte, abri a calça dele para ver o que ele tinha lá. Gostei de ver, de pegar e de chupar… muito bom!

Fui chupada por ele, que me despiu inteiramente, me sentou na mesa e caprichou nas chupadas em minha buceta. E me comeu ali mesmo, de frente pra mim, metendo até gozar. Não gozei daquela vez, tinha sido rápido, mas eu ainda ia ficar mais uns dez dias lá e vi que ele passou a chegar mais cedo todos os dias. Então transamos todos os dias, cavalguei, fiquei de quatro, me comeu em pé e até o cuzinho eu dei pra ele no último dia.

O mais interessante, no entanto, foi um telefonema que recebi. Era uma mulher, chamada Betânia, arquiteta também a quem aquele maluco do Emilio, o estressado, me recomendara. Perguntou se eu estava disponível para ajudá-la e eu aceitei. Essa não perdeu tempo, desde o primeiro dia me cantou, e conseguiu! Era linda, adorável, simpática, gostosa… tudo de bom!

Apaixonei-me por ela desde a hora em que a vi pessoalmente. Ao falar comigo, sempre pegava em mim, me deixava arrepiada, e logo estávamos nos beijando. 
Você é deliciosa, arquiteta…

As chupadas que ela me dava eram divinas, maravilhosas, fantásticas. Eu cheguei a gozar um dia só com elas!

Como ela era interrompida o tempo todo por telefonemas, não conseguia se concentrar direito na transa, me perguntou se eu podia ficar depois das 19, porque ai ela não atenderia a mais ninguém. Claro que disse que podia, ficaria até meia noite, porque estava adorando!

E então nos amamos bastante, não só naquele dia como nos demais, eu fiquei ajudando-a em muitas coisas, fazendo serviço de banco, levando projetos para clientes, atendendo telefonemas… e no final do expediente, a gente tirava as roupas e rolava muito sexo… foi um período ótimo de minha vida!

               

2085a

Swing no sitio do amigo


Quando quatro pessoas se reúnem para bom sexo é algo estimulante!
(escrito por Kaplan) 
Nossos amigos Euclides e Rose nos convidaram para um domingo no sítio que eles tinham. Já conhecíamos o local, ficava num condomínio novo, portanto, com poucas casas, e todas razoavelmente longe umas das outras, pois os “lotes” tinham cerca de 10.000 m2 e alguns mais abonados chegaram a comprar dois contíguos…

O deles era de 10.000 m2 e fora suficiente para construírem uma bela casa de 430 m2, colocarem uma piscina, plantarem uma horta e, além disso, várias árvores frutíferas. Época de jabuticabas, de mangas, de marmelos? Iamos sempre lá e nos fartávamos com as frutas.

E quando a gente ia em épocas que não eram frutíferas, o sexo rolava solto…

Como no domingo que vou relatar a vocês agora. 
Ei.. que horas a empregada vai embora?

Chegamos lá e como a empregada que eles tinham ainda estava presente, terminando de preparar o almoço pra gente, nos comportamos. 
As garotas de biquíni, eu e o Euclides de bermuda, ajudei-o a arrumar algumas cercas na horta e as duas ficaram admirando as flores do jardim.

Quando a moça terminou e avisou que estava indo (afinal, domingo era o dia de folga dela…) aí pudemos largar tudo e cuidar de nós mesmos.

As duas tiraram os sutiãs e vieram em nossa direção. A visão dos belos seios já nos excitou. 
Isso me deixa muito… muito emocionada!
Ao chegarem perto, Rose veio para o meu lado e Meg agarrou o pau do Euclides, por cima da bermuda jeans que ele usava. Deu pra ver claramente o volume na mão dela. 

O silêncio do local, a privacidade, tudo ajudava. Coloquei Rose sentada num banco, tirei a calcinha dela e mandei ver numa bela chupada na xotinha, enquanto Meg começava a fazer o que gostava bastante: tirou a bermuda do Euclides, pegou no pau dele, deu uma boa lambida e depois enfiou-o em sua boca, chupando barulhentamente, até provocando risos em todos nós. Ela não se incomodou, adorava quando podia fazer os barulhos que gostava e ali ela podia fazer isso! 
Elas gostam de muito leite…

Animou Rose a fazer o mesmo e tive o prazer de ter meu pau engolido por ela. E foi ali mesmo, perto da piscina que as duas nos cavalgaram, pularam bastante, gozaram. Pisquei o olho para o Euclides, que entendeu, colocamos as duas sentadas numa espreguiçadeira e nos punhetamos até enchê-las com nosso leite.

Elas se limparam e fomos todos nadar. Pelados, como convinha no local. Rose saiu e foi ver se já estava pronto o almoço que a empregada tinha deixado no forno. Estava e então ela nos chamou para comer.

Por unanimidade, resolvemos trazer a comida e os talheres para a área perto da piscina, e tivemos o prazer de ver as duas almoçarem sentadas nos paus dos respectivos maridos. Convenhamos… a comida tem outro sabor!

Após o almoço, ficamos nas redes que eles tinham colocado na varanda. Ver as duas nuas, deitadas, nos provocando… merecia foto, e fui até o carro pegar a máquina. 

e outra maravilha (foto: Kaplan)


Uma maravilha… (foto: Kaplan)
E depois de um tempo, mais trepadas, com os maridos trocados. Rose chegou perto de mim e me confidenciou que adorava um papai e mamãe. Como não satisfazê-la? Deitamos no chão mesmo, eu por cima dela e fiquei bombando. Meg não ia perder a chance de cavalgar o Euclides e foi o que ela fez. Eles estavam deitados ao nosso lado e os gemidos das duas se misturavam.

Mas tanto o Euclides quanto eu gostávamos de outras posições e elas, bem satisfeitas, nos atenderam. Pusemos as duas de quatro e comemos as xotinhas por trás e depois os cuzinhos. 

Pena que o dia acabava… Mas outros domingos viriam, com certeza!

2083a

Meg na casa do vizinho feliz


Mais um da série:meu vizinho, meu amor…

 (escrito por Kaplan)  

Um dos muitos vizinhos que tivemos, o Igor, era representante comercial. Isso significava que ele não ficava o tempo todo no apartamento que alugara em nosso prédio, no mesmo andar do nosso. Viajava bastante, às vezes ficava 15 dias ausente. Quando chegava, a farra era certa!

Mas, engraçado, ele nunca quis transar com Meg em nosso apartamento. Como ele era solteiro, não tinha qualquer problema para recebê-la no apartamento dele. E fazia questão disso. 
Olha o traje com que ela vai atender a porta…

Teve uma noite que ele apareceu lá, depois de uns dez dias ausente. Bateu a campainha, eu atendi, ele, muito educado como sempre fora, me cumprimentou, falou que tinha acabado de chegar e queria saber se havia alguma novidade no prédio. Meg estava no quarto, já tinha colocado a camisola e deitado, mas, ao ouvir a voz do Igor, veio correndo à sala. Preocupada com o fato de a camisola ser transparente e ela estar só de calcinha por baixo? Nada!!!

– Olá, rapaz! Está de volta?

– Acabei de chegar e acho que conseguirei ficar pelo menos uma semana aqui. Essas viagens matam a gente!

– Então vá dormir, descansar… amanhã a gente conversa com mais calma!

– Vou sim, aliás, desculpem ter batido aqui tão tarde, mas é sempre bom revê-los!

A tradução do final dessa conversa poderia ser a seguinte:

– Então vá dormir, descansar, amanhã eu vou ao seu apartamento.

– Vai sim, só vim te avisar que estarei em casa amanhã…

Ele se foi, entramos e eu já estava rindo, sabendo do que iria rolar. Meg também ria.

E não deu outra. Na manhã seguinte, levantei, tomei meu café, me despedi e fui trabalhar. 
Que visão emocionante para meus olhos!

Ela, simplesmente, tirou a camisola, vestiu uma camisa minha, social, de manga comprida, abriu a porta e foi em direção ao apartamento do Igor. A porta dele estava aberta, ela sabia que estaria. Foi entrando e sentiu que ele estava no quarto. Foi até lá e o viu, completamente nu, deitado na cama, à espera dela.

– Hummm… mas assim você me deixa louca, Igor!

– Saudades de você, moça! Dez dias sem te ver…

– Precisa mentir pra mim, não… você é igual marinheiro, tem uma em cada porto…

– Nada disso… não vou negar que tenho uma ou outra por aí… mas em todo porto não tenho não… a não ser neste porto seguro aqui… com essa marinheira linda, sem igual… vem cá, vem!

Ela foi tirando a camisa, estava nua. Subiu na cama, ficou ao lado dele, sentada em suas próprias pernas, conversaram um pouco e logo ela ficou passando a mão nas pernas dele, no tórax, e, finalmente, pegou no pau dele, flácido, mas que em questão de segundos endureceu, pois ela o colocou na boca e começou a chupá-lo. 
Que prazer eu sinto chupando um pau!

– Adoro isso… pau molinho e cheiroso… mas quando ele endurece dentro da minha boca… que sensação maravilhosa… Já chupou algum pau na sua vida, Igor?

– Acredita que já?

– Mesmo? Que barato! Me conta…

– Nada sério, coisas de adolescentes fazendo troca-troca. A gente chupava e comia…

– Deu o cu também?

– Dei, né… era o jogo…

– Nossa… você me excitou com essa história…

Tratou de sentar no pau dele e cavalgá-lo, ele pegava nos seios dela e os acariciava e depois ele deu uma virada rápida com o corpo, deitou-a, e caiu de cabeça entre as pernas dela, dando-lhe uma chupada demorada, que fez Meg gemer alucinada. Não lambeu só a xotinha, lambeu o corpo todo dela, mamou nos peitinhos dela, sentou nela e colocou seu pau entre os seios, voltou a mamar, voltou a chupar a xotinha… ela estava já quase gozando…

Ele tornou a deitar e ela tornou a sentar no pau dele e pulou até gozar. Seu corpo caiu sobre o dele, ofegante…   
E que prazer eu sinto comendo este cu…

Ele tornou a colocá-la deitada, deu-lhe mais uma chupada na xotinha e ai tornou a meter seu pau nela, comendo-a de frango assado. E depois levantou o corpo dela, e ela sabia o que iria acontecer em seguida. 
Com o pau todo lambuzado pelo gozo dela, ele tentou enfiar no cuzinho, mas não estava boa a posição. Pediu e ela atendeu, ficou de quatro, então ele conseguiu com maior facilidade a penetração e ficou bombando até gozar, inundando-a com seu gozo.

– Ah… como gosto disso, Igor… detesto quando você viaja… mas adoro sua volta porque ai a gente trepa fantasticamente… vai ficar uma semana por aqui, de verdade?

– Espero que sim.

– Então, amanhã, deixe a porta aberta de novo, viu? Eu voltarei!

2070a

Ele premiava os funcionários com sexo da esposa


Empresário estranho, escroto ou o quê? É cada um que aparece!
(escrito por Kaplan)
Acredito que Pascoal era o patrão que todo funcionário desejava. Não que ele pagasse os melhores salários da cidade, mas por causa dos “bônus” com que ele premiava os “funcionários do mês”. Era algo inacreditável, mas que ele determinava: se alguém comentasse, ia pra rua na mesma hora. Era algo a ser mantido em segredo. 

Claro que não era e ele sabia que não seria. Mas era uma forma de motivar seus empregados a trabalharem dobrado, pois todos queriam ser o “funcionário do mês” para merecer o tal “bônus”: nada mais nada menos do que uma noite com a bela loura esposa do Pascoal, a Fabíola, num motel, tudo pago pelo generoso patrão.

Um desses funcionários era meu amigo e me contou o que rolava. Chamava-se Jarbas e coube a ele ganhar o tão disputado título de “funcionário do mês”.

Naquela tarde, ao fim do expediente, o senhor Pascoal reuniu os cerca de 20 trabalhadores e anunciou que Jarbas tinha sido escolhido. Deu a ele um diploma, tiraram uma fotografia para colocar no mural que havia na entrada e que depois ele levaria para casa. 
Muito prazer, dona…

Sabedores do que iria acontecer, os funcionários que já tinham recebido aquela distinção levavam os outros embora. E Jarbas foi, com o seu Pascoal, ao encontro da Fabíola. Ele levou o Jarbas até seu apartamento, ele ficou conhecendo a Fabíola e logo ela o puxou pela mão e o levou ao motel.

Vendo que ele estava meio inibido, ela foi logo entregando o jogo.

– Olha, não se intimide. Eu era garota de programa que tive a sorte de encontrar um salvador, o Pascoal. Me tirou da vida, casou comigo, me dá tudo que quero e só me pede uma vez por mês para eu fazer de conta que ainda sou garota de programa. Passo algumas horas com os funcionários do mês, depois os deixo em casa. E vou para casa e conto tudo pra ele que, em seguida, me come maravilhosamente bem. Relaxa, portanto, e vamos curtir.

Entendendo a jogada, Jarbas resolveu participar ativamente.

Olhou bem para ela. Era uma linda mulher, devia ter uns 35 anos, loura, não muito magra. Pernas compridas, pois ele as viu já que ela estava de shortinho. Bumbum parecia bem durinho quando ela andava. 

– O que você gosta de fazer, Jarbas? Melhor, me diga: você é casado?

– Sim, sou.

– Ótimo, então faça de conta que sou sua mulher, faça comigo o que você gosta de fazer com ela.

– Ok. 
Maravilhosa…


Slurp.. slurp… deliciosa…
Tirou a camisa e chegou até onde ela estava, segurou-a pelos cabelos, firme, mas carinhosamente e deu-lhe um beijo. Gostou que ela correspondeu e então beijos furiosos aconteceram entre eles. A blusa que ela usava foi tirada, assim como o sutiã e ele pegou nos seios dela, mamou neles, beijou-os, lambeu-os. 

Foi descendo com os beijos, passando pela barriga lisinha dela, tirou o shortinho, a calcinha, viu uma bela bucetinha peluda que lambeu e enfiou a língua dentro dela, depois um dedo, mais um, fez movimentos de vai e vem com os dedos.

Fabíola sentiu que aquele funcionário era diferente. Os outros eram bem machistas, que sempre buscavam o prazer deles. Jarbas não, estava procurando dar prazer a ela, era uma novidade e ela relaxou e se deixou levar por ele.

E então rolaram na cama, beijando-se muito, mãos percorriam os corpos, lábios buscavam as regiões mais erógenas, fizeram um 69 como há muito ela não fazia. Gostou de chupar o pau dele, de tamanho médio, que ela conseguia colocar praticamente todo dentro da boca enquanto sentia a língua dele dar-lhe verdadeiras chicotadas dentro da vagina.

Prendeu os braços dele com suas mãos ao sentar-se no pau dele.

– Você é bom, cara… muito bom! Me come! Quero gozar com você, coisa que nunca fiz com nenhum outro funcionário dele.

Ele achou que não era verdade o que ela dizia, mas… não custava dar prazer a ela, pois ele também recebia prazer!
Uau… que elasticidade…

Então deixou-a pular, e notou que ela parecia estar, mesmo, aproveitando. Seus olhos estavam fechados, sua boca entreaberta, ela pulava e os seios dela quase saíam do corpo, tal a fúria com que ela pulava. Seus corpos estavam molhados de suor quando ela deu um grito, demonstrando que tinha gozado. Não, ela não fingira. Ele percebeu que ela gozara mesmo, pois o corpo dela caiu sobre o seu e ele sentiu o coração dela bater descompassadamente.

– Jarbas… você foi ótimo… obrigada! Faz isso com sua mulher? Que feliz ela é!

– Faço sim, nunca gosto de gozar sozinho, sempre procuro esperar que ela goze.

– Mantenha isso, meu querido… mantenha isso! Bem, não temos muito tempo, vamos tomar um banho?

Foram para o chuveiro e se banharam, momento em que ele fez questão de ensaboar e enxaguar Fabíola, beijando todo seu corpo. Beijou longamente a bunda dela, passou a língua no reguinho, chegou ao cuzinho. Ela não se incomodou. Não curtia muito sexo anal, mas aquele rapaz… ela daria tudo a ele depois daquele gozo monumental. Então falou com ele para sentar, pois viu que o pau dele já estava duro de novo. E sentou-se, mas colocando o pau em seu cuzinho. Definitivamente ela nunca deixara os “machistas” fazerem anal com ela. Ele era um privilegiado. E pulou até ele gozar.

Lavou, carinhosamente, o pau dele, saíram do chuveiro, se enxugaram e se vestiram. Foram embora, ela o levou até o edifício onde ele morava, parou no quarteirão anterior para ninguém ver que ela o estava levando e despediu-se.

No dia seguinte, após ser recebido com sorrisos pelos colegas, ele foi chamado à sala do seu patrão. Temeroso, entrou e Pascoal olhou para ele.

– Olha, eu não sei o que você fez de mais ontem à noite, mas minha mulher exigiu que eu o nomeasse funcionário do mês de novo!