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Swing no sitio do amigo


Quando quatro pessoas se reúnem para bom sexo é algo estimulante!
(escrito por Kaplan) 
Nossos amigos Euclides e Rose nos convidaram para um domingo no sítio que eles tinham. Já conhecíamos o local, ficava num condomínio novo, portanto, com poucas casas, e todas razoavelmente longe umas das outras, pois os “lotes” tinham cerca de 10.000 m2 e alguns mais abonados chegaram a comprar dois contíguos…

O deles era de 10.000 m2 e fora suficiente para construírem uma bela casa de 430 m2, colocarem uma piscina, plantarem uma horta e, além disso, várias árvores frutíferas. Época de jabuticabas, de mangas, de marmelos? Iamos sempre lá e nos fartávamos com as frutas.

E quando a gente ia em épocas que não eram frutíferas, o sexo rolava solto…

Como no domingo que vou relatar a vocês agora. 
Ei.. que horas a empregada vai embora?

Chegamos lá e como a empregada que eles tinham ainda estava presente, terminando de preparar o almoço pra gente, nos comportamos. 
As garotas de biquíni, eu e o Euclides de bermuda, ajudei-o a arrumar algumas cercas na horta e as duas ficaram admirando as flores do jardim.

Quando a moça terminou e avisou que estava indo (afinal, domingo era o dia de folga dela…) aí pudemos largar tudo e cuidar de nós mesmos.

As duas tiraram os sutiãs e vieram em nossa direção. A visão dos belos seios já nos excitou. 
Isso me deixa muito… muito emocionada!
Ao chegarem perto, Rose veio para o meu lado e Meg agarrou o pau do Euclides, por cima da bermuda jeans que ele usava. Deu pra ver claramente o volume na mão dela. 

O silêncio do local, a privacidade, tudo ajudava. Coloquei Rose sentada num banco, tirei a calcinha dela e mandei ver numa bela chupada na xotinha, enquanto Meg começava a fazer o que gostava bastante: tirou a bermuda do Euclides, pegou no pau dele, deu uma boa lambida e depois enfiou-o em sua boca, chupando barulhentamente, até provocando risos em todos nós. Ela não se incomodou, adorava quando podia fazer os barulhos que gostava e ali ela podia fazer isso! 
Elas gostam de muito leite…

Animou Rose a fazer o mesmo e tive o prazer de ter meu pau engolido por ela. E foi ali mesmo, perto da piscina que as duas nos cavalgaram, pularam bastante, gozaram. Pisquei o olho para o Euclides, que entendeu, colocamos as duas sentadas numa espreguiçadeira e nos punhetamos até enchê-las com nosso leite.

Elas se limparam e fomos todos nadar. Pelados, como convinha no local. Rose saiu e foi ver se já estava pronto o almoço que a empregada tinha deixado no forno. Estava e então ela nos chamou para comer.

Por unanimidade, resolvemos trazer a comida e os talheres para a área perto da piscina, e tivemos o prazer de ver as duas almoçarem sentadas nos paus dos respectivos maridos. Convenhamos… a comida tem outro sabor!

Após o almoço, ficamos nas redes que eles tinham colocado na varanda. Ver as duas nuas, deitadas, nos provocando… merecia foto, e fui até o carro pegar a máquina. 

e outra maravilha (foto: Kaplan)


Uma maravilha… (foto: Kaplan)
E depois de um tempo, mais trepadas, com os maridos trocados. Rose chegou perto de mim e me confidenciou que adorava um papai e mamãe. Como não satisfazê-la? Deitamos no chão mesmo, eu por cima dela e fiquei bombando. Meg não ia perder a chance de cavalgar o Euclides e foi o que ela fez. Eles estavam deitados ao nosso lado e os gemidos das duas se misturavam.

Mas tanto o Euclides quanto eu gostávamos de outras posições e elas, bem satisfeitas, nos atenderam. Pusemos as duas de quatro e comemos as xotinhas por trás e depois os cuzinhos. 

Pena que o dia acabava… Mas outros domingos viriam, com certeza!

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O carnaval de Meg, mascarada e dando


Mais uma da série: carnaval entre amigos, todos usando máscaras… e rolando muito sexo!
(escrito por Kaplan)
Nosso grupo de amigos se reunia sempre, festas eram comuns, todas regadas a muito sexo. Carnaval, então… todo ano no sitio de alguém, longe do mundo, fazíamos nosso próprio carnaval. E ali tinha de tudo, concursos de fantasia, bailes, ménages, swings, sexo a dois, de tudo um pouco. Eram quatro dias, dava para fazer de tudo!

Lembro de um baile à fantasia, de carnaval, logo depois que tínhamos feito uma viagem à Itália e, em Veneza, Meg comprou uma daquelas belíssimas máscaras do carnaval de lá. Ao comprar, já me falou:

– Aguarde o próximo carnaval. Vou causar uma explosão de felicidade!

Rimos, e quando chegamos no hotel ela experimentou, o que foi motivo para transamos loucamente, imaginando o que poderia rolar no carnaval.

A fantasia dela era a mais simples possível. Uma capa preta e a máscara. Sim, exatamente isso, debaixo da capa preta a nudez completa, exuberante. Ela tinha 37 anos naquela época. Seu corpo era inigualável, seios divinos, bumbum de 102cm… tudo de bom! 
Que fantasias…



… mais comuns…. Eca!
Ela levou a fantasia e deixou-a escondida no porta malas do carro, até a hora do baile, que seria no domingo. No sábado teve concurso de fantasias, e ela participou com uma de odalisca, que não chamou muito a atenção porque havia mais duas parecidas. Me fez ir de Zorro, o herói mascarado dos filmes de nossa infância. Também não fiz sucesso.

Mas o mais importante é que, ao longo do tempo, começaram a se formar os casais interessados em tirar a fantasia… e no final, todo mundo nu, transando na sala, nos quartos, e até na cozinha! Eu só vi Meg às três da manhã, quando quase todos já estavam arriados e ela veio de um quarto. 

– Vamos dormir que amanhã é outro dia… nossa… fiz um ménage ali que foi muito bom! E já sei quem vou pegar amanhã. Já me entregou qual vai ser a máscara dele e vou traçá-lo! E você, divertiu-se?

– Muito, mas fiquei só no mano a mano mesmo, demos duas trepadas muito boas.

No domingo, todo mundo falando, as mulheres querendo saber o que cada uma ia usar, e Meg não disse nada, ficou em silêncio, fugiu mesmo do pessoal, queria que sua fantasia fosse mesmo uma grande surpresa.

Quando o baile começou, todo mundo começando a beber uísque, cerveja, e todos dançando, todos fantasiados, ela foi ao carro, estava escuro lá fora, tirou a roupa e colocou a capa e a máscara. E assim ela entrou na sala. Os primeiros que a viram pararam até de dançar, extasiados pela beleza da máscara, que realçava bem por causa da capa preta que escondia o corpo dela por inteiro.
Mas quem é ela…


… ah… estes seios… é a Meg!!!
E ela, exibicionista como ela só, foi até o meio da sala e começou a sambar, momento em que a capa começou a mostrar o que havia… e ela jogou a capa para trás e quando seu corpo apareceu por inteiro, todo mundo ficou sabendo quem era.

Na mesma hora ela foi cercada por vários, mas ela já sabia quem seria o escolhido naquela noite. Procurou e encontrou, ele usava a mascara daquele fantasma do filme O fantasma da ópera. Chegou nele, pegou, levou-o para o meio da sala e ficaram dançando e ali mesmo ela se abaixou, abriu a calça dele fez um boquete. 
No meio do salão!!!



Liberou geral!!!
Um escândalo… que foi aplaudido por todo o mundo e aí o baile acabou. 
Todo mundo começou a comer todo mundo. E varamos a noite trepando. Ela ficou só com o rapaz que tinha escolhido, levou-o para um quarto e passaram a noite lá. De manhã ela saiu pelo corredor, nua, carregando a máscara e a capa nas mãos. Quem já estava acordado sorriu para ela, recebeu convites para que ela os escolhesse ao longo do dia e à noite, ela apenas sorria.

Me achou, fomos para o carro e dormimos lá dentro. Só levantamos quando nos vieram chamar para almoçar. Olhamos e vimos todo mundo nu, então… nos juntamos a eles!

Lá pelas 14 horas estavam todos na piscina e não tinha só gente nadando, já começavam os pegas e o que se via eram casais saindo da piscina, se enxugando e entrando na casa, à procura de um quarto onde pudessem transar à vontade.

Meg não quis saber de ninguém durante o dia, ficou comigo o tempo todo, eu percebia que ela tinha ficado cansada com as trepadas da noite. 

– Foram seis, querido, seis… e ele quer ficar comigo hoje de novo, mas acho que vou não… mais seis dessas eu desmonto… Você está muito a fim de alguém?

– Bem… tem muitas aí, mas acho que conheço todas.

– Vamos ficar juntos, hoje, então? Na hora que começar o baile a gente some…

Foi o que fizemos. E todo mundo ficou preocupado, onde estariam aqueles dois? Mas não ficaram sabendo. 

Aí, na terça feira, já refeita da surra de xoxota que ela levara, nos liberamos para transar com quem quiséssemos. Ela fugiu do rapaz das seis trepadas durante o dia, transou com dois e só quis saber dele à noite. Mesmo assim, depois da quarta ela saiu da cama e foi dormir no carro.

Eita carnaval produtivo aquele!

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Ela venceu o concurso e teve dois paus à disposição por um fim de semana


Isso é que é concurso… o resto é bobagem…
(escrito por Kaplan)  
Meg e eu sempre tivemos um círculo de amizades muito legais. Nada de multidões, grupos pequenos, no máximo 20 pessoas, geralmente casais casados ou namorados, mas todos liberais. Isso era a característica mais importante para pertencer ao grupo.

E sempre a gente buscava criar coisas novas, não ficar apenas na troca de casais.

Foi assim que, teve uma certa época, que começamos a fazer concursos e a criar prêmios para os(as) vencedores(as).   
Hors concours, pois não?

Quando teve o concurso do biquíni mais erótico, Meg ganhou disparado, por dois anos seguidos, aí se tornou hors concours, para não melindrar as demais.

Mas o concurso que vou narrar agora não a envolveu. Quer dizer, ela estava envolvida, mas perdeu, então não teve prêmio nenhum.

No final de um encontro desses, todo mundo reunido, antes de ir embora, o dono do sítio falou que na semana seguinte eles não estariam lá, mas gostariam que nós fôssemos, ou, pelo menos, quem ganhasse o concurso que ele imaginara deveria ir. E depois tinha de relatar para o grupo todo o que tinha rolado. Todo mundo topou.

Então realizou-se o concurso com as mulheres. Era uma corrida em volta da piscina e da quadra de peteca. Cinco voltas e quem vencesse sortearia o prêmio numa cumbuca. Havia dez coisas ali e uma delas seria sorteada.
Preparar… comecem a correr!

Elas se posicionaram, começou a corrida e quem ganhou foi a Maria Eliza. Foi fácil para ela, ela corria sempre para manter a boa forma…

Então deram a ela a cumbuca para escolher o prêmio. Quando ela tirou, gargalhou e falou com o marido:

– Querido, não leve a mal… mas olha o que saiu pra mim!!!

Ele leu, balançou a cabeça e falou com o dono do sítio que aquilo era uma sacanagem. Todos ficamos curiosos e ele leu: A vencedora vai escolher dois amigos e passar o fim de semana com eles. Não vale escolher marido, namorado ou companheiro!

Foi uma zoeira só. Mas ninguém ficava bravo com isso, era o nosso jeito de brincar.

Só que Maria Eliza se recusou a escolher. Falou que não era legal, era melhor sortear, para ninguém ficar constrangido. Aceitamos a ponderação, os nomes de todos foram escritos, exceto o do marido dela. Ela pediu à Meg para sortear os dois nomes.

Todo mundo ansioso, Meg ainda fez uma cena grande, até que sorteou o primeiro: Alisson. E depois o segundo: Robson. 
Vamos lá, gente… saber o que rolou!

– Bem, então está certo. Sábado, vocês três virão, ficarão com o sítio à disposição e vão se divertir à vontade. No outro sábado, reunião da confraria toda para ouvirmos o relato do trio!

Fomos embora e como programado, voltamos no outro fim de semana. Quando todos já estavam lá, nadando, alguns pelados, outros não, o dono do sítio deu a palavra à Maria Eliza para narrar.

– Gente, vocês fizeram uma sacanagem. Quase morri! Passar um fim de semana com esses dois… vou te contar! Acabaram comigo!

Todo mundo ria e ela começou.

– Bem, chegamos aqui no sábado, devia ser umas 9 horas. Perguntei a eles o que a gente ia fazer e o Robson, muito do sem vergonha, já foi falando que a primeira coisa a fazer era ficar todo mundo nu. E eles arrancaram as roupas rapidamente e me despiram também. E aí, me carregaram, feito uma mala velha e me levaram lá pro riacho. Podiam ter ficado aqui na piscina, mas não, lá no riacho.   
Se o começo foi assim… faça ideia do resto…

Ficamos deitados na grama, o Alisson deitou atrás de mim e ficou me encoxando, o Robson na frente, me beijando. E logo eu estava sentada no pau dele e o Alisson enfiando pau na minha boca. Me comeram bastante e terminaram fazendo uma DP. Aí pulamos no riacho e nadamos um pouco. 
Voltamos para a casa e eles não me deixaram colocar roupa. Nem eles colocaram. É um martírio ficar pelada dentro de uma casa com dois amigos pelados, e eles são sacanas, passavam por mim e me davam tapas na bunda, pegavam nos meus peitos… safados!

Dali a pouco me chamaram para a piscina, tinha umas carnes na churrasqueira já no ponto, abriram cervejas, bebemos, conversando, falando sobre um certo sujeito que inventava concursos… sua orelha deve ter queimado o tanto que te xinguei!

Bem… claro que a gente estava aqui para fazer sexo. Então, logo estávamos na piscina, o Robson sentou na beirada, endureceu o pau e me deu pra chupar e enquanto eu fazia isso o Alisson enfiou o dele na minha xota. 
Chupando e comida na piscina… ótimo!

Chupando e sendo comida… não vou negar, é muito bom!

Depois de séculos de chupação, o Robson sai, vai lá pra trás… e outra DP! Não riam, eu estou dizendo, esses dois são loucos! Duas DPs numa mesma manhã… sai de baixo!

E ainda gozaram no meu rosto! Tive de entrar no chuveirão para me limpar…

Felizmente, no resto do dia eles não pensaram mais em DP, mas dei a xoxota duas vezes pro Alisson, uma vez pro Robson, que ainda me fez o favor de comer meu cu. Eu não dormi aquela noite, eu desmaiei, nem sei se eles fizeram alguma coisa comigo, é hora de saber.

Rindo, eles disseram que até pensaram em come-la de novo, mas não conseguiram fazer com que ela acordasse, então se conformaram.

– Juram? Que bom que pelo menos isso vocês respeitaram!

Bem, no domingo eles me acordaram, eram oito horas. Foram muito gentis, levaram café na cama pra mim, avisando que eu precisava me fortalecer porque tinham grandes ideias. Quase desmaiei de susto! O que eles pretendiam?

Fiquei sabendo logo… saí do quarto, fui até a sala e vi que os dois estavam vestidos, com roupas estranhas e sombreiros, aqueles chapelões mexicanos. Aí lembrei que o Alisson tinha trazido uma mala, além da mochila e no sábado eu tinha pensado o que haveria naquela mala, mas com a trepação toda, me esqueci. E agora eu estava vendo a mala ali, vazia, pois as roupas e os sombreiros estavam nela, além de um violão.

Estranho, né? Foi sim. Me levaram ao jipe, me colocaram sentada na traseira, o Alisson foi dirigindo e o Robson tocando violão. Percorremos alguns trechos da estrada, encontramos algumas pessoas que riam do que estavam vendo, sem entender nada. Aí eles voltaram e quando chegamos aqui, tiraram minha roupa e me deixaram sentada pelada no jipe. 
Nunca pensei dar num jipe..

Tiraram as roupas mexicanas também, o Alisson sentou aqui na traseira do jipe, me pegou e sentou no colo dele, mas enfiando o pau no meu pobre cuzinho… e o Robson veio pela frente e enfiou na minha xota… outra DP! E gozo na minha boca…

Entramos na casa de novo e eu falei que, já que eu tinha vencido o concurso e o prêmio era meu, eles estavam proibidos de fazer mais DP comigo. E se não aceitassem eu ia cortar o pau deles.  Falei sério e pelo menos eles respeitaram. Mas não deixaram de me comer. O Alisson me comeu antes do almoço, lá pelas 15 horas e depois no banho, antes de a gente ir embora. O Robson parece que combinou com ele, porque meia hora depois que ele terminava, o Robson vinha e me comia também. O banho foi dos três e lá os dois me comeram, mas sem DP.

Foi isso que aconteceu. Juro a vocês, não quero ganhar mais concurso nenhum por aqui. Fiquei dois dias sem poder sentar direito…

A loira.

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Me chamo Adriano, e trabalho numa empresa de grande porte na cidade de São Paulo, faço a segurança local e quase todos os dias eu sou obrigado a sair na parte da tarde, para buscar encomendas em outro prédio comercial, estava fazendo isso pelo fato de estar faltando um motoboy. Sou casado há 5 anos e esta tudo bem no meu casamento, porém todos os dias vejo uma loira sensacional onde costumo buscar as mercadorias e sinceramente me perco só de olhar para as curvas dela, de certa forma sei que isto é errado com a minha esposa, porém sei que a minha mulher também chama atenção por onde ela passa.Sempre que vejo aquela loira o tesão dispara no meu corpo e desejo ter ela pra mim, mas acontece que sempre que chego perto dela a minha mulher me liga como se ela soubesse que eu estou desejando outra. Vira e mexe ela parece com um papo de apimentar a nossa relação, mas ainda não sabe como. Sempre que ela fala isso, eu penso que esta loira sem duvida poderia participar de nossas transas loucas. Minha mulher em quatro paredes é realmente uma puta.Nos casamos cedo, eu tenho apenas 26 anos e ela 24, eu fui o primeiro homem da vida dela, e sei que de alguma forma ela deve ter alguma curiosidade em saber como é da pra outro cara, assim como eu sou louco para ter noites de puro sexo com outras mulheres, porem eu nunca há trai. Nós sempre tivemos uma química muito forte e tudo o que acontecia ela me contava e eu o mesmo, mas eu não tinha tido a coragem de falar pra ela sobre esta loira, sei que apesar de ela não ter ciúmes dessas coisas, ela ficaria com isso na cabeça e é o que eu não queria. Mas um dia de trabalho e duas encomendas naquele dia e quem estava lá? Aquela loira maravilhosa. A minha mulher era morena, e o meu sonho sempre foi ter ela e uma loira na cama lá de casa metendo sem parar. Tive coragem de ir falar com a loira e perguntar o seu nome, e pra minha surpresa ela me respondeu Jaqueline, o mesmo nome da minha esposa. Coincidência ou não, as duas eram muito lindas e gostosas. E na minha cabeça ainda passava a ideia de que as duas poderiam ser minhas. Me apresentei a moça também e fui embora para a minha empresa. Um pouco mas a tarde acabei indo para a casa, e minha mulher linda como sempre, estava me esperando com uma lingerie vermelha transparente, em cima da cama e ainda estava sem calcinha. Penso comigo que depois de uma transa louca, seria a hora perfeita de falar da loira para ela. Disse a ela que só ia tomar um banho e que já ia para a cama com ela, mas ela apressada como sempre, não quis esperar e entrou no banho comigo, depois de beijos molhados e caricias, ela ficou “d4” ali da minha frente e não teve como me conter, meti o meu pau naquela buceta deliciosa, e ouvia ela gemendo baixinho, minha esposa era uma delicia, qualquer homem faria qualquer coisa para esta ali no meu lugar comendo essa minha vadia. Acontece que a minha esposa me completa tanto na cama que o fato de eu desejar outras mulheres não me faz querer trair ela, eu desejo comer a minha esposa todos os dias. Ela é realmente uma deusa e uma puta entre quatro paredes. Estávamos transando de uma forma alucinada, acabei gozando dentro da buceta dela. Nós terminamos e pedi que ela me esperasse na cama, afinal eu ainda estava louco de tesão por ela, e ainda queria falar sobre a tal loira. Não demorei para sair do banho, e ela estava lá na cama, toda pelada me esperando, e claro brincando com a sua buceta. Não me contive e já fui para cima dela, beijando-a e acariciando-a, logo percebi que ela gozou, e que naquele momento eu estava liberado para pedir qualquer coisa a ela, decidi falar da tal loira enquanto eu fodia a buceta dela. Ela estava tão alucinada, que parecia nem ouvir o que eu dizia. Porem quando eu falei da loira na mesma hora ela me segurou e perguntou do que eu estava falando.Eu confesso que foi difícil continuar falando sobre isso com ela me olhando daquele jeito, mas nós estávamos muito excitados, e eu não aguentava ela me olhando com cara de quem queria meter mais e mais. Decidi que falaria enquanto comia ela, só assim conseguiria fazer as duas coisas que mais queria de uma só vez. Comecei a meter devagar naquela buceta encharcada de gozo, e ela gemia baixinho, puxei a cintura dela, e cheguei bem perto do seu ouvido e falei…- Sua puta. Quero foder você e outra mulher, uma loira que conheci há algum tempo.Nesse mesmo instante, ela me puxou pelo braço- Me fala mais dessa tal loira seu filha da puta.Continuei metendo com ela, e fui falando da Jaqueline, uma loira que acabei conhecendo por acaso, e ela estava sempre no prédio onde eu ia buscar as encomendas a tarde, e que naquele dia eu tinha parado para falar com ela.- Ah. Então é isso sr Adriano? você resolveu desejar outras mulheres enquanto ta comigo?- Lógico que não. Meu tesão é ver vocês duas, e não quero só foder ela, e sim você.- Faz o seguinte então, me leva com você amanhã que quero ver essa tal Jaqueline de perto, quero vê se ela é tudo isso que tu fala mesmo.Meu corpo estremeceu em um tesão absurdo, eu só queria que chegasse logo a hora de ela ir ver, continuei fodendo a buceta dela, e agora nós gemíamos com mais vontade, e os beijos eram super molhados, é como se aquela fantasia, estivesse já dentro da nossa transa. Gozei, e acabamos dormindo pelados mesmo, estávamos exaustos. Logo pela manhã o despertador tocou, e eu me levantei rapidamente, ainda precisava tomar um banho e acordar a minha esposa para ir comigo, já que era o dia de folga dela, e eu nem sabia. Não demorou muito, saímos, e fomos com o carro da empresa, chegando lá, ela não poderia entrar comigo dentro do prédio, então ela ficou me esperando do lado de fora, eu precisava verificar quais as encomendas que eu precisava buscar e coincidentemente ou não, tinha quatro encomendas, e isso daria mais do que uma hora junto com a loira. Enfim sai, e fui direto para o carro a onde minha mulher estava, ela parecia ansiosa e eu também, não via a hora de saber o que ela estava preparando. Não demorou muito para chegamos lá, estava sem transito. Quando parei o carro minha mulher logo viu a tal Jaqueline. – É aquela loira ali? (Apontou para dentro do prédio)- Sim amor.- Hum. Ela é bem gostosa mesmo, agora entendi o porque quer ela conosco. Vou descer e vou ali vê ela de perto enquanto você guarda o carro, tudo bem?- Ta bom amor.Ela desceu e foi para dentro do prédio, enquanto eu procurava uma vaga para estacionar, estava tão cheio por ser uma avenida, fiquei cerca de uns 15 minutos procurando uma vaga e ainda consegui parar um quarteirão depois. Neste tempo minha mulher ficou lá dentro com a loira.Quando entrei percebi que as duas estavam sentadas em uma mesa conversando, quando a minha mulher me viu, me chamou. Estava meio assustado, em pânico mas da mesma forma muito excitado. Fui chegando perto, foi quando a loira se virou e viu que o marido dela se tratava de mim. – Oi?- Oi Jaqueline, tudo bem?- Tudo. É você que é o marido que quer me comer?Fiquei louco pelo modo como ela falou, minha mulher já tinha contado tudo a ela, e ela ainda estava ali, parada conversando.- Sim. Quero te comer junto com a minha esposa.- Ela me contou tudo e te começo não quis aceitar não. Mas acho que posso realizar a tua fantasia, junto com a minha que é de ficar com a sua esposa, Ela é simplesmente maravilhosa, e só de ficar esse tempinho aqui com ela, me excitei. Podemos fazer agora se vocês puderem.- Nesse momento não posso porque tenho que voltar para o trabalho e entregar essas encomendas, mas acho que podemos fazer da seguinte maneira. Vou lá entrego as encomendas, enquanto vocês ficam aqui, daqui a duas horas passo novamente para buscar vocês, pode ser?- Por mim pode.- Por mim também marido, então vai logo, pra você voltar logo, estou louca para transar com vocês. Ela me deu um beijo, peguei as encomendas sem nem pensar muito e fui para a empresa, enquanto as duas ficaram lá conversando, elas pareciam se dar tão bem, fiquei impressionado da forma como a minha mulher aceitou a ideia, e fiquei pensando que comeria as duas, mais tarde. Estava louco, meu pau latejando. Entreguei as encomendas ao meu chefe, e sem nem pensar muito decidi pedir para ela que me liberasse mais cedo. Eu não tinha mais o que fazer ali, não tinha mais encomendas e nada do tipo, então ele resolveu me liberar, nesse tempo todo já tinha se passado uma hora do tempo. Eu entrei no carro da empresa e fui rapidamente de volta ao prédio. Quando chego lá, estaciono o carro, entro no prédio, e não as vejo, acho estranho e decido perguntar na recepção. Quando fui informado que as duas haviam subido ao quarto da loira. Pedi que a recepção avisassem elas que eu já estava lá, foi quando a loira pediu para que eu subisse até o quarto, liberando assim a minha entrada. Subi, ela morava no 15º andar. Quando cheguei lá, as duas já estavam me esperando na porta, APENAS DE TOALHA. Me puxaram para dentro, a minha esposa já começou a me beijar, eu apenas deixei me levar por aquilo, era a minha fantasia se realizando de uma tão forma, uma forma inacreditável, sonho de qualquer homem, ter duas mulheres como elas na cama para foder.Minha esposa começou a tirar a minha roupa e me deixou somente de cueca, dentro da nossa casa, nós só fazíamos sexo, depois de um banho gostoso juntos, e aqui foi a mesma coisa, elas tinham acabado de sair do banho e estavam me esperando, a loira me levou ate o banheiro, para que eu pudesse tomar um banho. Enquanto entrava ouvia o barulho da cama, e a minha esposa chamando a loira para brincar, enquanto a agua ia caindo sobre o meu corpo, eu ouvia o gemido da minha esposa, e pedindo que a loira chupasse a bucetinha dela deliciosamente. Sai rápido do banho, só para ver aquela cena, fiquei na porta com o pau duro, vendo as duas brincando. Elas riam, gemiam, me olhavam, me provocavam. A minha esposa veio até mim, e já caiu de boca no meu pau, enquanto a loira me olhava e falava.- Não era isso que você queria, eu e a sua esposa todinhas pra você? Agora tem que comer, tem que nos fuder gostoso demais.E minha esposa continuava chupando meu pau, deixando ele todo babado, enquanto a loira brincava com a buceta dela, deixando ela a vista para mim. Não demorou muito para que ela também viesse junto com a minha esposa chupar o meu pau, as duas se beijavam enquanto meu pau batia na cara delas, elas chupavam, babavam, me deixa louco só com as boquinhas delas.Enfim, puxei as duas pelos cabelos, e comecei a beijar uma de cada vez, joguei a minha esposa na cama, e continuei beijando a loira. Chegamos mais perto da cama, enquanto a minha mulher estava d4 louca para que eu chupasse aquela buceta toda molhada, a loira continuava me chupando. A minha mulher adora o modo como eu chupava ela, e ela gozava quase sempre na minha boca, ela estava tão excitada que eu sentia cada pulsada da buceta dela, enquanto ela gozava. Naquela mesma posição, tirei meu pau da boca da loira, e meti na minha esposa, a buceta dela estava muito molhada, do jeito que eu gosto, meu pau deslizava de uma tal forma naquela bucetinha só minha, que nós dois gemíamos, enquanto a loira só me beijava. Tirei o pau da buceta da minha esposa, deitei na cama e a loirinha veio em cima, ela disse a minha mulher que adora cavalgar em um pau gostoso. Ela rebolava que era uma delicia, o modo como ela mexia aquela buceta no meu pau.Minha mulher sem perder tempo, veio por cima e colocou a buceta na minha boca e ficou de frente para loira. A gente fodia tão gostoso, enquanto eu fodia a loira e chupava a minha esposa, as duas se beijavam, apertavam os seios. Que delicia essa aventura, eu estava entrando em êxtase, nosso sexo era fascinante, a gente meteu de uma forma tão gostosa, ela começou a pular no meu pau e eu não aguentei, gozei. A loira saiu de cima de mim, e a minha mulher caiu de boca no meu pau, fazendo um 69 delicioso. Fui tomar um banho novamente, e elas ficaram ali deitadas curtindo o momento pós sexo, com beijinhos e chupadinhas nos biquinhos do seios. Infelizmente eu e a minha esposa tivemos que ir embora, já estava tarde, mas antes de ir embora, a minha esposa deu um beijo demorado na loira, e depois a loira deu um beijo em mim, fechando assim, o nosso triângulo do sexo. Não a vejo mais, fiquei sabendo que depois desta aventura maravilhosa, ela se mudou para outro estado. Mas tenho que certeza que uma aventura como está, ninguém esquece, eu e a minha esposa, vive falando desta nossa aventura, e ela me diz sempre, que foi maravilho para ela poder transar com uma mulher como aquela loira, e que antes de eu chegar, elas já tinham transado e só estavam me esperando para terminar de transar.

Sexo via Skype



Meu nome é Andressa, tenho 20 anos e namoro o Rafael que tem 23 anos, nós estamos juntos há 2 anos e 7 meses.
Nós nos damos bem em tudo, mas acontece que durante esse tempo em que estamos juntos, eu nunca pensei em ninguém e nem se quer olhava para o lado quando eu saia de casa. As minhas amigas insistiam para que eu entrasse na era das redes sociais, elas eram loucas para que eu fizeste o “skype”, pois elas se falavam por lá e de certa forma eu ficava fora de muitos assuntos, porem eu sempre evitava fazer estas coisas, pois sabia que o Rafael não gostava que eu ficasse falando com gente que ele não gostava. Elas sempre me disseram que eu era boba e muito sem noção, que enquanto eu era muito certinha e um pau mandando dele, ele estava fazendo coisas erradas em baixo do meu nariz e eu não via e de fato elas estavam certas.
Com o passar do tempo senti que Rafael me tratava sempre com frieza e só me procurava quando queria sexo, o fato disso acontecer fez com que eu começasse a sentir uma certa carência, afinal eu não queria só sexo.
Contando tudo o que estava acontecendo para uma de minhas amigas, ela acabou me convencendo que eu precisava me distrai e a melhor forma era conversar com as meninas pelo “skype”, decidi fazer, porem eu não conhecia muita gente, não tinha muitos contatos, talvez uns 15,20 nada mais do que isso.
Na minha mente eu tinha as pessoas mais importantes pra mim, inclusive Rafael, que ficou sabendo que eu havia criado um, porem não falou nada.
Certo dia, eu resolvi entrar para conversar com as minhas amigas e vi que tinha um convite de um cara chamado Fernando, logo comecei a imaginar da onde eu poderia conhecer alguém chamado Fernando, mas não lembrava ou talvez não conhecia, mesmo assim decidi aceitar, afinal precisava saber quem era.
Acontece que eu costumava entrar todas as tardes, mas aquele contato nunca estava, e eu comecei a ficar preocupada achando que poderia ser alguém que estava me espionando para falar para o Rafael, mesmo sabendo que não estava fazendo nada de errado, ficava com medo de que ele pudesse terminar comigo.
Por acaso do destino depois de ter tomado um bolo dele numa sexta feira, decidi que ficaria a noite toda no “skype”, quando entro percebo que o Fernando estava online, meu coração disparou quando ele veio falar comigo. pensei que poderia ser Rafael se passando por outra pessoa.

– Ola Andressa.
– Oi Fernando.
– Tudo bem?
– Sim e vc?
– Melhor agora linda. creio que não saiba quem sou.
– Não sei mesmo.
– Sou amigo de uma as suas amigas. 
– Qual amiga? 
– Fabiana
– Ah.. nossa por um momento me passou pela minha cabeça que poderia ser meu namorado. 
– Não linda. mas que triste saber que vc namora
– Ah eu namoro. A Fabi não te falou nao?
– Pra falar a verdade sim.
– Então vc já sabia quando me add
– Sim.
– Hum. 
– Mas preciso ser sincero com vc.
– Seja.
– Ela me disse que o seu namorado é um otário e que ele te trai e que por isso eu deveria te conhece pq eu saberia te ajudar a sair dessa roubada.
– Nossa ela te contou tudo isso?
– Aham.
– Nossa
– Não fique com raiva dela, ela só quer o seu melhor.
– Percebi. falando assim desse jeito deve ser por causa do meu bem mesmo.

E a nossa conversa continuou por horas, de certa forma Fabi tinha razão. Eu me sentia bem falando com ele, era como se eu o conhecesse há anos. 
Conversa vai conversa vem, comento com ele que Rafael foi o segundo cara com quem eu tinha ido para a a cama. Acabei contando a ele tudo o que já tinha feito na cama. 
Fernando confessou que aquela conversa o deixava excitado e de certa forma eu também.
Decidimos ir, além disso, e ele sugerio que ligassemos as nossas webcams, eu sem pensar muito, aceitei, eu estava meio alucinada por essa novidade em minha vida. Fernando era maravilhoso e ele vivia me elogiando. Acabei deixando a conversa rolar.
Eu acabei caindo nos encantos dele, e tudo o que ele pedia eu fazia pela webcam e claro ele também.

– Fe, eu nunca fiz isso antes, será que você pode me ajudar?
– Claro linda. Preciso que você fique relaxada e comece pela sua blusinha, tira ela, tira.

E lá estou eu, tirando a minha blusinha, ficando com os seios a mostra pra ele, já que estava sem sutiã.

– Pronto Fe.
– Vou tirar a minha camiseta também. Que lindos seios, que vontade de chupar esses biquinhos.
– Tira, vem estou aqui louquinha por você.

E ele tira a camiseta, ele tinha o corpo definido, e uma tatuagem de dragão no peito, não pude deixar de reparar.

– Andressa, você esta me deixando louco! Balança esses peitos pra mim, deixa-me sentir eles.
– Eu sou toda sua, faça o que quiser de mim.
– Delicia heim. Tira o resto, fica só de calcinha. Gostosa.

Me levantei d cadeira e comecei a tirar a minha saia, fazendo um striper para ele, e pude ver o leve movimento de uma das suas mãos dentro da calça, antes de eu tirar a saia.

– Fe, tira a calça e a cueca, deixa eu ver esse pau. Que vontade de chupar ele todinho.

Percebi que ele soltava sorrisinhos, enquanto eu ia tirando a minha saia e ele ficava com o pau a mostra pra mim.

– Uau ! Que delicia de pau.
– Delicia é você Andressa. Vontade de foder você todinha
– Me fode! Me pega “d4” e faz tudo o que você quiser.
Percebi que ele se masturbava com uma rapidez e eu também comecei a me masturbar vendo ele, eu não consiga pensar em mais nada a não ser naquele gostoso e naquele pau, louca de vontade de sentar naquele pau e rebolar sem parar. Eu demorei uns 5 minutos para gozar, e sinceramente queria poder gozar em cima do Fe, enquanto eu gemia baixo, ele continuava a se masturbar.

– Andressa, vou gozar, deixa eu gozar nessa sua cara de safada?
– Goza, me lambuza tudo com essa sua porra.

Ele gozou, não demorou nada depois disso. Ele me pediu um tempo para tomar banho, eu estava muito excitada e continuei brincando, mesmo com a cam ligada, afinal, ele estava no notebook e acabou levando o note pro banheiro, e de certa forma eu vi o começo do banho dele.
Mesmo assim, a gente conversa pelo microfone e ele falava tantas besteiras a fim de me fazer gozar mais.
Ele terminou o banho, e eu já tinha me trocado também, continuamos a nos falar, acontece que eu estava afim dele, e tudo o que tínhamos feito ali, eu queria pessoalmente. Acabei chamando ele para a gente sair, eu já nem lembrava mais de Rafael. Eu só queria saber do Fernando, ele tinha me feito sentir mulher mesmo estando longe de mim.
Acontece que Fernando aceitou se encontrar comigo, e adivinha? Rafael chegou nesta mesma hora, tive que sair correndo do skype, e deixar o Fernando falando. 
Rafael parecia nervoso, porem ele mais uma vez foi me procurar para sexo. Fizemos um sexo tão gostoso, como nunca tínhamos feito antes, pois eu estava com o pensamento em Fernando. 
Dificilmente eu encontrava Fernando online, devido ao trabalho dele, nossos horários eram totalmente diferente, mas eu precisava dele, e acabei deixando uma mensagem offline para ele com o numero do meu telefone, pedindo que ele me ligasse o mais rápido possível, que eu estava com saudades e queria ver ele logo, pois precisava ser aquele pau delicioso pessoalmente, pra minha surpresa na manha seguinte ele me ligou, a voz dele por telefone era linda, sexy e excitante, voz de homem, e não de moleque como era a do meu namorado. 
Nós conversamos por um bom tempo, e decidimos que o nosso encontro não poderia passar daquela noite, e em vez de eu ir para a faculdade, eu fui encontrar com ele. Ele ficou me esperando na frente da minha faculdade, e quando o vi, a primeira impressão que tive, era que ele era totalmente diferente de Rafael, ele era o homem que eu precisava.
Só de tocar no corpo dele através de um abraço, eu senti aquele fogo subir por todo o meu corpo, estava em choque, choque de tesão. E percebi que ele também. Alem de lindo, gostoso, ele era cheiroso. Não tivemos muito tempo de conversar e dali já fomos para o motel.

E como eu imaginei, Fernando era um homem de verdade, ele me fazia ficar louca só com aquele sorriso malicioso que tinha. Eu já não via a hora de me entregar a ele, entramos na suíte, e já começamos a nos beijar, que fogo tomava conta dos nossos corpos, era uma mistura de desejo e tesão, era uma loucura.
Os beijos dele no meu pescoço me faziam ficar toda arrepiada, ele sabia o que estava fazendo, os beijos dele, sempre molhados e demorados. Eu estava de vestido, e ele sem pressa começou a tirar o meu vestido que começou a deslizar pelo meu corpo ate cair no chão. Eu estava com uma lingerie pequenina vermelha, e ao me ver daquele jeito, ele mordeu os lábios e começou a passar uma de suas mãos pelo meu corpo, afim me sentir, e com a outra me segurava nas costas, eu comecei a passar a mão pelo rosto dele, a gente não se falava, a gente só queria se pegar, ele parou de passar a mão pelo meu corpo e tirou a camiseta, fiquei alucinada ao ver aquele corpo todo definido, comecei a passar a mão pelo seu corpo e ele começou a me beijar novamente, ele ia andando para atrás e sem perceber caindo na cama, subi em cima dele e fiquei com a buceta, ali em cima do pau dele, que estava latejando de todo desejo, era excitante demais ficar daquele jeito com ele.
A gente se beijava, enquanto ele soltava o meu sutiã, quando os meus seios ficaram ali para que ele fizesse o que quisesse, ele não demorou muito e começou a chupar os meus biquinhos, ele mordia tão suave, tão gostoso, eu conseguia sentir a minha buceta toda molhada.
Sai de cima dele, e tirei a calça dele e também a cueca, precisava sentir o pau dele de verdade, pegar, lamber, chupar.
Terminei de tirar a cueca dele, e já cai de boca no pau dele, passando a língua na cabeça, de leve só pra sentir que aquilo era real e o melhor de tudo naquele momento ele era todo meu e só meu.
Fechei os olhos e comecei a descer a boca no pau dele, subia e descia, ele gemia conforme eu ia descendo, sempre que descia mais, ele segurava mais o gemido, não me contive e tentei chupar o pau todinho dele, e ele soltou um gemido um pouco mais alto, ia babando e ia deixando ele todo molhado, ele gostava disso e sempre mordia os lábios. Eu pensava comigo, puta que pariu, me fode seu filha da puta. Ele parecia ler os meus pensamentos, me puxou pelo cabelo, me jogou na cama e arrancou a minha calcinha, e também caiu de boca na minha buceta que já estava louca para sentir a língua dele, ele babava e conseguia deixar ainda mais molhada, mordia, dava pequenas lambidas, era delicioso, meu namorado nunca tinha feito isso comigo, a sensação era muito boa, quando ele terminou de me chupar, ele veio me beijar, o gosto da minha buceta estava na boca dele, e eu queria sentir, comecei a beijar ele alucinadamente, o gosto era delicioso e eu queria mais, puxei ele pelos cabelos e levei ele ate a minha buceta, queria gozar na boca dele, queria que ele sentisse que eu era toda dele. Ele começou a me masturbar também, não demorou pra que eu gozasse na boca dele, ele me fazia sentir algo que eu nunca havia sentido, eu tinha vontade de fazer loucuras com ele, ele veio ate mim e começou a me beijar novamente. Eu não conseguia me conter mais, eu queria sentir o pau dele me fodendo gostoso… ele desceu o meu corpo com beijos e chegou na minha buceta.

– Delicia. Você não queria que eu te pegasse “d4”?
– Claro!
– Fica “d4” pra mim e empina esse rabo gostoso pra mim. Quero te fuder toda.

Não demorei nada para ficar “d4” pra ele, me apoiei na beira da cama, e ele veio por trás, começou a encaixar o pau, e ia metendo devagar, eu sentia a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta, louco pra entrar e foder, mas ele se controlava, e ia metendo bem devagar, eu sentia tudo entrando bem devagar, ate que no final, ele me segurou pela cintura e jogou meu corpo contra o dele e eu senti o pau dele la no fundo, pronto aquele pau estava inteiro dentro da minha buceta e louco pra me foder como eu merecia, igual a uma puta.
Ele começou a meter devagar, e me segurava de leve pela cintura também, sei que ele estava só sentindo a minha buceta, que a cada bombada ficava mais molhada. Ele então decidiu começar a meter mais forte, e me segurou pelos cabelos, fazendo duas voltas em sua mão, ele puxava forte e enquanto isso, ele metia com uma velocidade incrível, eu gemia tão alto e ele também, ele estava me arrombando. E eu sentia isso com cada estocada ate o final que ele dava.
Eu não me controlava, eu rebolava no pau dele, e não queria da de outro jeito, queria que ele me arrombasse “d4”, era maravilhoso ter um homem me pegando e me fazendo delirar de prazer.
Enquanto ele segurava pelo meu cabelo, e ia socando o pau na minha buceta, eu acabei gozando de todo e gozando tudo em cima do pau dele, acontece que ele não queria saber, ele metia, metia e metia sem parar. Eu gritava alucinada, chegava a chorar de tanto tesão que sentia, mas ele não parava e metia cada vez mais rápido. Tenho em mente que foram 25 minutos, fodendo em um ritmo alucinado, o pau dele latejava muito dentro da minha buceta e eu sabia que ele estava perto de gozar, comecei a rebolar sem parar no pau dele, e pude sentir ele gozando, ele apertava a minha cintura de uma forma louca, e gemia muito, muito alto, ate que ele gozou. 
Estávamos exaustos, acabamos deitando na cama pelados, neste momento o meu celular tocando, e adivinha quem era? Rafael. Eu nem lembrava que ele existia, mas precisava atender para que ele não desconfiasse de nada. A minha respiração estava acelerada, mas eu tentava me controlar ao falar com ele.
Ele não desconfiou de nada, e também não tinha conseguido acabar com a minha foda perfeita. Eu e o Fernando fomos para a hidro relaxar um pouco, afinal, logo eu precisava esta em casa por causa do horário da faculdade. Ficamos relaxando por uns 30 minutos e ele resolveu me levar ate em casa, fomos embora do motel e ele me deixou em frente de casa. Rafael, não sabe de nada, mas continuo traindo ele com o Fernando. Mesmo depois de 3 meses. A nossa transa continua alucinada, fazendo sexo pelo skype e pessoalmente, Fernando me fode como ninguém.