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Ela se divorciou e procurou o amigo do marido para trepar


Ela sabia que o amigo ia adorar saber que ela tinha se divorciado…
(escrito por Kaplan) 
 

Fábio estava em casa, curtindo uma tarde sem fazer nada. Trabalhava em casa e naquele dia não havia nada para se fazer. Achou estranho ouvir a campainha da porta. Quem seria? Um cliente que não avisara? Curioso, foi até a porta, sem fazer barulho e olhou pelo olho mágico. Surpresa maior ainda, era Salete, esposa de um amigo dele. 
Nossa… mas ela é gostosa demais…

Abriu a porta e viu-a sorridente.

– Que surpresa boa, Salete! Entre!

– Obrigada, está tudo bem com você Fábio?

– Tudo, e o maridão não veio?

– Não existe mais maridão, nos divorciamos a semana passada.

Fábio precisou sentar. Não acreditou no que ela dissera.

– Divorciaram? Como assim?

– Ah, Fabio… sem detalhes! Não deu certo, acabou.

– E aí? Você está morando onde?

– No mesmo lugar, ele concordou em deixar o apartamento comigo e foi morar num flat, até alugar um apartamento pra ele. E eu resolvi vir aqui te ver, porque me lembrei das cantadas que você me dava antes de eu me casar, recorda?

– Poxa, Salete… claro que me lembro…

– Então…

– O que quer dizer com isso?

– Estou aqui, livre, desimpedida… a cantada ainda tem valor? Eu acho que tem… né? 
Ainda chamo sua atenção?

E sem esperar a resposta dele, ela começou a se despir. Tirou a minissaia, a blusa e apareceu para ele só de lingerie. E ainda inclinou-se, realçando o bumbum. Ele não quis saber, tirou a roupa também, ver a amiga quase nua na sua frente, excitou-o bastante.

E ela subiu numa cadeira e sentou-se na bancada do barzinho que ele tinha na sala. Abriu as pernas e ficou esperando que ele fizesse algo. E ele fez, afastou a calcinha dela pro lado e lambeu sua xotinha, arrancando gemidos e mais gemidos. 
Depois ele preferiu tirar a calcinha dela e continuou chupando e enfiando o dedo na xotinha. Salete estava alucinada. Não contou para Fábio, mas a razão da separação era justamente a falta de disposição do seu ex-marido para aventuras sexuais intensas. O sexo era mecânico, ela nunca gozava e por isso largou-o.

E só por aqueles poucos minutos que ficara com Fábio já sentira a diferença. Gemia, coisa que não acontecia com o ex. Seu corpo tremia, e ela sabia que ia sair dali bem satisfeita.

Tirou o sutiã e deixou que ele mamasse à vontade. 
Há quanto tempo não gozo…

Então ele tirou-a de lá, carregou-a até o sofá, sentou-se e a colocou sentada em seu pau. Nossa, como ela pulou! Havia séculos que não fazia isso, com o ex era só papai e mamãe e olhe lá!

– Fábio, que gostoso que está… eu estava precisando muito disso! Segura bastante que eu quero gozar muito, ok?

Ela gozou, sim. Parou de pular, olhando para ele, sorrindo. Quanto tempo não tinha um gozo como aquele!

Mas ele não tinha gozado, então colocou-a deitada no sofá e penetrou-a de frente e meteu bastante, até sentir que iria gozar, então tirou o pau de dentro e deixou que sua porra caísse na barriguinha da Salete.

Ficaram os dois, deitados, por alguns minutos, depois foram tomar um banho. Mais carícias, mais chupadas, ele sentou-se e ela sentou nele e o cavalgou de novo até conseguir seu segundo orgasmo.

– Cara, foi bom demais. Me autoriza voltar aqui, de vez em quando?

– E desde quando você precisa de autorização, Salete? Venha quando quiser!

2068a

Ela traçou o amigo do irmão


Ela não perdia tempo… queria, buscava e conseguia!
(escrito por Kaplan) 
Marcelino tocou a campainha. Foi atendido por Jenifer, irmã de seu colega de faculdade.

– Olá! Que bom te ver, entra!

– Só vim trazer a mochila do seu irmão, ele me pediu, porque tinha dentista hoje e ia direto da faculdade pro consultório.

– Tá, mas entra, vamos conversar um pouco, tem muito tempo que você não aparece por aqui!

Ele entrou e sentaram-se no sofá. Ele logo percebeu que não havia mais ninguém em casa, só ela. E Jenifer era uma gata, e ainda estava de camiseta e shortinho… que delícia, mas… era irmã do amigo, colega… não valia a pena arriscar. Se bem que já notara uma certa caída dela pra ele… mas não era bom arriscar…

Jenifer adorava o Marcelino. Considerava-o o amigo mais engraçado e charmoso do irmão. Nunca falara com o irmão sobre o interesse dela, pois achava que ele podia ficar chateado.

E agora… que oportunidade boa aquela… o irmão ia demorar, os pais trabalhando… só ela e o Marcelino ali no sofá. 
Uma boa conversa cria o clima…

Começaram a conversar e as coisas que ele dizia sempre eram muito engraçadas, o que fazia com que ela desse gargalhadas e a cada risada, ela colocava a mão na perna dele, sentia um leve tremor.

Depois de muitas risadas, ela falou sério com ele.

– Marcelino, eu te acho o cara mais engraçado do mundo. Mas vou te perguntar uma coisa e quero a resposta mais sério do mundo: você gosta de mim?

– Claro, Jenifer… gosto sim.

– Mas, escuta… não quero saber se é um gostar assim banal, igual a gente gosta de muitas pessoas. É um gostar com um “plus”? É um gostar diferente? Porque é assim que eu gosto de você!

Ele engoliu em seco. Nunca tinha recebido uma declaração como aquela! Então, o que ele pensava ter observado era verdade, ela tinha sim, um tesão por ele. E agora? Ele também tinha, mas e o irmão? Teria que conversar com Jenifer a respeito.

Mas não teve tempo para isso, porque ela, simplesmente sentou no colo dele e o beijou, apaixonadamente. Que susto ele levou, mas logo entendeu que não podia recuar. Ela estava a fim, ele também. Suas mãos tocaram as coxas dela que deu um gemido e levou a mão até o pau dele.

– Jenifer…

– Não fale nada, deixa rolar… 
A boca serve para outras coisas, alem de falar…

Arrancou a bermuda dele, a cueca foi junto. O pau já estava quase duro quando ela  pegou, olhou, e deu uma lambida.

– Até quando você ia me esconder essa maravilha, Marcelino?

– Até o dia em que você me mostrasse as suas maravilhas, Jenifer…

– Lindo, você é lindo demais… Então é hoje, não é?

Ele só deu um sorriso e ela então começou um boquete, que o deixou admirado. Chupava muito bem e não teve pressa alguma para acabar. Quando terminou, o pau dele estava todo babado. 

– Quer ver agora as minhas maravilhas? – perguntou ela sorrindo. 
Maravilha 1

Ele disse que sim, então ela tirou a camiseta, o sutiã e exibiu seus dois seios, tamanho médio, durinhos… virou de costas para ele e tirou o shortinho e a calcinha, mostrou a bunda e depois virou-se e ele viu a bela xotinha dela.
Maravilha 2

Ajoelhada no chão, ela voltou a chupar, agora encostando os seios nas pernas dele. Ele estava doido para segurar neles, colocá-los na boca, mas ela insistia em continuar chupando.

Até que ele tomou a iniciativa de levantá-la, colocou-a sentada no sofá e lambeu a xotinha, já molhadinha. Depois foi levantando o corpo até que seu pau ficasse na altura certa para penetrar aquela xaninha que ansiava pela presença dele. E meteu, e comeu Jenifer com paixão, sendo correspondido por ela, que alcançou o melhor gozo de sua vida até aquele momento.

Esgotados, suados, ficaram trocando carícias, depois se vestiram.

– Quer ser meu namorado, Marcelino?

– Eu é que devia te perguntar isso, não?

– Tanto faz, querido… se você quer, eu quero…

2061a

A surpresa do aniversario


Aniversários: excelente ocasião para presentes especiais!
(escrito por Kaplan)
Há mais tempo, escrevi um conto falando da viagem de Meg à pousada na praia de nosso amigo Danilo (O tempo estava ruim, ameaçava chover, então voltaram para a pousada e lá ela deu). E quando ela voltava, combinou com ele de na próxima vez eu também iria. O que de fato aconteceu, e fizemos ménages a granel. Foi muito bom. E antes de vir embora, eu falei com ele em particular, que queria que ele viesse a nosso apartamento no dia do aniversário da Meg, que eu ia fazer uma surpresa para ela. Ele anotou a data, e, dois dias antes, me avisou que poderia vir.

E veio, no dia exato. Me telefonou querendo saber qual era a surpresa e eu disse que era para ele vir no apartamento. Eu estaria esperando por ele.

Quando ele chegou, estranhou que o ambiente não estava parecendo de festa não. Eu expliquei meu plano e ele gostou, então ficou escondido quando Meg estava para chegar.

Quando ela abriu a porta, eu a recebi com beijos e já tinha falado antes que teria uma surpresa para ela. Ela não viu nada, a não ser um embrulho em cima da mesa, e já que era papel de presente, olhou para mim, perguntando, com os olhos, se era pra ela, eu disse que sim, então ela correu, e abriu o embrulho. 
Ela achou que a surpresa era esta… (foto: Kaplan)

Adorou o presente, eu vi pela expressão do rosto dela. Era uma veste, meio macaquinho, meio lingerie, preta, com um enorme decote, que ela tratou de vestir e me mostrar. Tinha ficado maravilhoso no corpo dela.

Ela veio me agradecer, beijando e apertando meu pau por cima da calça. Enfiei as mãos dentro da veste e segurei os seios dela, colocando-os para fora e mamei neles bastante. Sempre com o cuidado de deixa-la de costas para a porta da área, onde Danilo espreitava. Ele viu ela se despir, viu ela vestir o presente, e agora me via mamando nos seios dela.

– Sabe como vou te agradecer, não sabe?

– Imagino…

– Safado, sem vergonha…

Me jogou sentado na poltrona, ajoelhou-se entre minhas pernas, e sempre me olhando com aqueles olhos que agradeciam, sorriso nos lábios, abriu minha calça, puxou-a um pouco para baixo, abaixou a cueca e pegou meu pau. Colocou-o na boca e fez aquele boquete. Chupou com muita vontade, lambeu o tronco, lambeu as bolas, fez tudo como sabia que eu gostava… e depois tirou o presente e sentou-se em meu pau, me cavalgando. Eu via que o Danilo já estava quase entrando, e já tinha ficado excitado, segurava seu pau por cima da calça e dava para ver o volume…

E ela pulava e pulava. 
Isso, querida… pule… se soubesse que tem alguém vendo…

– Essa surpresa foi muito legal, querido.

– Qual surpresa?

– Como assim, qual surpresa… este presente que você me deu!

– Mas a surpresa que te prometi não é esse presente…

– Não? O que é, então?

Ela até parou de pular, surpreendida com o que eu falava. Me encarou e eu não consegui parar de rir. 

– A surpresa está atrás de você!

Ela arregalou os olhos e virou o rosto. Aí viu o Danilo e deu um berro!

– Não acredito!!! Você!!!!

– Eu mesmo, eu sou a surpresa que este maluco do seu marido preparou pro seu aniversário!

– E você estava aí vendo minha bunda?

– Vendo tudo… e tudo maravilhoso!

– Escuta aqui, você veio só apreciar ou faz parte do pacote de sexo desta noite?

– Você é quem decide…

– Não aguento vocês dois… cada qual mais sem vergonha do que o outro. Anda, tira essa roupa e vem se juntar aos bons!

Mais que depressa, Danilo se despiu e veio abraça-la, beijá-la, lamber sua nuca. Ela continuava sentada em meu pau, mas eu falei com ela que podia sair e ela então, encaixou sua xotinha no pau do Danilo e começou a pular. 
Que DP maravilhosa… grande presente!

Eu não iria perder uma oportunidade dessas. Levantei, fui para trás dela e me posicionei para penetrar no cuzinho. Ela sentiu meu desejo e facilitou a entrada e fizemos uma DP maravilhosa, que a levou ao gozo. E a nós também, enchemos o corpo dela com nosso gozo!

Quando terminamos, nos lavamos, voltamos para a sala e dali para o quarto. Levei vinho e tomamos na cama, os três pelados. Isso significava que logo, logo, haveria mais sexo por ali.

Cedi a vez para Danilo come-la do jeito que ele gostava e lá foi ele colocando-a de quatro e metendo. Aproveitei e deitei de forma que meu pau ficasse na boca da Meg, que me chupou prazerosamente, agradecida pela surpresa que eu preparara para seu aniversário.

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Ela fez um striptease e ele comeu o rabinho dela em seguida


Amigos às vezes agem de forma estranha…

(escrito por Kaplan)
Nosso velho e querido amigo Arnaldo, o fotógrafo que nos ensinou tudo de fotografia e que sumira, um belo dia reapareceu. Lógico que não sabia onde morávamos, pois nesse interim do sumiço dele, tínhamos mudado umas três vezes. Ele foi ao endereço antigo e o porteiro, que ainda era o mesmo, deu a ele a informação do endereço para onde nos mudamos quando saímos de lá. Ele foi atrás, já não estávamos mais lá e um morador antigo lembrou-se de nós e indicou um terceiro endereço. Era o atual. Quando o porteiro anunciou o nome de Arnaldo, Meg não acreditou. Não podia ser ele. Aflita, abriu a porta e ficou esperando ele sair do elevador. 
Você é dose… não pode sumir assim não!

– Mas é você mesmo! Que saudade!

Abraçou-o, beijou-o, e levou-o para dentro do apartamento. Xingou bastante: como ele sumira daquele jeito?Absurdo! Mas não conseguiu sair do colo dele, beijando-o sem parar. Na certa se recordava das muitas trepadas que deram, cada qual melhor do que a outra…

De minivestido, ela sentia as mãos dele percorrerem suas pernas e teve uma ideia. Levou-o para o quarto.

– Fica ai, quietinho, vou fazer um show pra você, pra comemorar sua vinda!

Colocou uma musica e começou um strip. Dançava lascivamente, subindo e descendo o vestido, mostrando a calcinha pra ele. Subiu na cama, ficou ajoelhada e dançava assim mesmo, subiu o vestido de vez até a cintura, ficou de bunda pra ele e foi tirando a calcinha, lentamente, deixava o cuzinho aparecer, subia com ela, abaixava mais um pouco até descer totalmente e ele ficou com uma visão linda do cuzinho e da xotinha. 
Gostando, querido?

Continuou rebolando, gemendo, suspirando e adorando ver que ele não tirava a mão do pau.

Aí ela abriu a gaveta do criado e tirou um mini vibrador, que enfiou no cuzinho enquanto falava que aquilo ela usava para lembrar do pau dele entrando nela.

Arnaldo enlouqueceu vendo aquilo, saiu da cadeira onde tinha sentado e foi até ela, tirou o vibrador do cuzinho e ele mesmo ficou enfiando e tirando.

Depois largou-o de lado e foi cuidar dela, colocou-a deitada de costas e deitou-se por cima, beijando-a, pegando nos seios, lambendo ela todinha.

Ela se recordava com saudade da pica dele e tratou de tirar a calça dele e fazer aquele boquete que ele sempre admirou.

 Pelo espelho ele via o bumbum dela, rebolando enquanto ela chupava seu pau e a visão deixava ele cada vez mais excitado.

Conseguiu faze-la parar com o boquete e deixou-a de quatro, ajoelhou atrás dela e meteu na xotinha e ficou bons minutos bombando, até senti-la molhada e seu pau bem lubrificado, então enfiou no cuzinho e continuou a bombar lá. Meg gemia. 
Ele estava com saudades de você!

– Ahhh… seu coisa ruim… por que sumiu… aiiiii…. que gostoso este seu pau no meu cu…. como senti sua falta… não tira, não tira… mete… aiii.. isso é bom demais…

– Vou gozar… vou gozar dentro deste cu maravilhoso…

– Segura mais, segura… tão gostoso…

Ele deu uma parada para se concentrar . Depois tornou a meter e meteu bastante até não conseguir segurar mais e gozou, enchendo o cuzinho dela com sua porra.

Ficou deitado em cima dela, ouvindo as reclamações.

– Onde você esteve, seu veado… nunca deu notícias…

– Rodei o mundo, meu bem.

– Quantos cus você comeu nessas andanças… muitos, aposto.

– Muitos, mas nenhum igual ao seu.

– Até parece…

Foram tomar um banho e voltaram para a cama. Novo boquete, o pau endureceu de novo e ele tornou a comer o cuzinho dela, agora colocando-a sentada em seu pau e deixando que ela pulasse. Muitos gemidos de novo, sem tirar o pau ele a colocou de ladinho e continuou metendo e beijando-a, e pegando nos seios dela… ela estava completamente transtornada.

Aguentou até ele gozar de novo.

Ele levantou e se vestiu.

– Vou embora, vou sumir de novo.

– Pera ai, não vai esperar o Kaplan?

– Pra que… ele não vai deixar eu comer o cu dele…

Confesso que não acreditei muito nessa história que a Meg me contou… muito estranha!

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O marido quis ver ela dando… e viu!


Maridos quando querem virar cornos, ninguém segura!
(escrito por Kaplan)
– Por favor, Romilda… me atende!

– Não, Alexsandro, não! Já te falei que não quero dar pra ninguém, só pra você! Para com essa mania de querer me ver com outro… 
Não insiste! Já falei que não quero!

– Mas não custa nada, querida… você vai sentir prazer em conhecer picas novas e eu vou ter prazer em te ver… uma vez só, please!

Ela saiu de casa, batendo a porta, furiosa. Que mania mais louca era aquela do marido! Foi para o ponto do ônibus e nem conseguia enxergar as pessoas que estavam lá, de tão brava!

Viu chegarem três ônibus, mas nenhum era o dela. Aguardava, impaciente, viu que havia só uma pessoa atrás dela, todos os outros já haviam embarcado. Então ouviu:

– Levantou mal humorada hoje…

Já ia dar um torra na pessoa quando, ao se virar, reconheceu Rafael, casado com uma amiga dela, e que morava no prédio vizinho ao dela. Relaxou.

– É, Rafael, até que levantei bem, mas o Alexsandro me tirou do sério.

– Posso ajudar?

– Não, nada demais, é só uma insistência dele que me irrita. E sempre ele está batendo na mesma tecla… deixa pra lá. Como estão vocês, tudo bem por lá? Estamos devendo uma visita, vamos ver se este fim de semana vai dar pra ir em sua casa.

– Tudo bem, e faz uma força para irem, vamos gostar muito de sua visita.

O ônibus chegou, era o mesmo dele, entraram, sentaram-se juntos e ele percebeu que ela, passado o momento de fúria, continuava com as sobrancelhas arqueadas. Insistiu, queria saber o que estava acontecendo, ela acabou contando. Tinha certeza de que poderia confiar. Depois de explicar o que o marido insistia, ela virou-se para ele, até que meio envergonhada de ter exposto aquela intimidade, e perguntou:

– Você teria coragem de pedir isso pra sua esposa?

Viu que ele comprimiu os lábios, olhando fixamente pra ela. Compreendeu o significado daquilo.

– Não acredito, você pediu…

Ele fez que sim com a cabeça.

– E ela concordou?

Ele fez que sim com a cabeça.

– Não estou acreditando… e já aconteceu?

– Já, muitas vezes.

– E aí?

– Nossa vida sexual melhorou mil por cento. Você não tem ideia de quanto nosso amor aumentou, pela cumplicidade que passou a existir entre a gente. Se não acredita, pergunte pra ela.

– E você também pode transar com outras mulheres
Não estou acreditando… você já fez isso?

– Sim, posso. É o que se chama de casamento aberto, muito legal. Liga pra ela, ela vai te falar!

Ele desceu do ônibus, ela ainda continuou por mais três quarteirões. Cabeça a mil, não estava entendendo mais nada. Ligou para a amiga que confirmou tudo e incentivou-a.

– Até que você está me animando, mas não conheço ninguém…

– Transa com o Rafa… ele vai adorar, gosta muito de você!

– E você não vai se incomodar?

– Imagina! De jeito nenhum! Vá em frente. Posso dar a boa notícia pra ele hoje à noite?

– Não, calma, deixa eu colocar minha cabeça no lugar.

O resto do dia Romilda não conseguiu trabalhar direito, pensava o tempo todo no que conversara com a amiga e com o Rafael. Pensando bem, o Rafael era um pedaço de bom caminho… já que a amiga não se importava e o marido queria ganhar chifres… resolveu que ia topar. 
Você aceitou! Me mata de tesão!

À noite, ela e o marido transaram loucamente. Ele custava a acreditar que ela resolvera e que seria com o Rafael, um amigo querido.

Na manhã seguinte, ela esperou por ele no ponto do ônibus e confirmou que ia encarar e que ele seria a “vítima”. Ele adorou saber e quase a agarrou ali mesmo, mas se conteve. Marcaram para aquela noite.

Ao chegar do trabalho, ela lanchou, entrou para um banho, passou hidratante no corpo todo, ficou bem perfumada e foram aguardar o amigo, que chegou pontualmente.

Alexsandro não cabia em si de contente e falou que o fato de a esposa ter escolhido o Rafael o alegrara muito.

– Pode crer que fiquei mais alegre que você, Alex… com todo o respeito, Romilda é uma gata!

– Eu sei disso… eu sei disso… bem, fiquem à vontade, façam de conta que não estou aqui.

À vontade Romilda não estava. Mas logo ficou, quando Rafael a abraçou e sussurrou em seu ouvido para ela ficar calma que tudo ia correr bem. 
Hmmm… comecei a gostar da brincadeira!

Ela estava com um vestidinho de malha, curtinho, decotado, ele logo percebeu que sutiã não fazia parte do traje dela. Ao abraça-la e beijar sua nuca, já foi levantando o vestido, a calcinha foi aparecendo. Com o rabo do olho, viu que Alex já segurava o pau, que parecia bem duro. Pensou: somos todos iguais… é assim mesmo que eu fico quando vejo minha mulher com outro… delicia completa!

Levantou o vestido dela, expondo a bundinha mal coberta por um fio dental. Pegou nas nádegas, sentiu a firmeza. De fato, a amiga era muito gostosa! Ainda bem que a esposa tinha conseguido convencer Romilda a dar pra ele!

Despiu-a por completo, fez ela ficar de quatro no sofá, o marido pegou na mão dela, ela sentiu que ele tremia de emoção. E ela quase enlouqueceu quando Rafael abaixou-se e começou a lamber seu reguinho, cuzinho e chegando à buceta. O marido nunca fizera aquilo, que coisa mais deliciosa! Sentiu que ficava molhada e ele lambia tudo, parecia gostar muito de beber os sucos femininos…

Rafael ofereceu seu pau e ela entendeu o que ele queria. Chupar era com ela mesmo! Fez um boquete que ele gostou muito, elogiou depois. 

E aí ele sentou no sofá e ela sentou por cima dele, o pau já foi todo enfiado na buceta, e o maridão vendo tudo, sentado ali ao lado deles.


Ah, marido… você não sabe em que se meteu!!!
Cavalgou bastante, era impossível não gozar… e gozou gostoso demais! Ah, Alex tinha razão, como foi gostoso conhecer outra pica… e deveria haver muitas outras interessadas… demorou demais a aceitar a proposta e gostou tanto que já sabia, outras picas iriam visitar sua buceta e não ia demorar muito…