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As duas me receberam bem… aliás, muito bem!


 Surpresa mais agradável as duas me fizeram! Excelentes alunas!
(escrito por Kaplan)
Alice e Mara tinham sido alunas minhas quando eu dava cursos de fotografia no meu Studio. Muito simpáticas, aprenderam, mas não pensavam em se profissionalizar. Apenas queriam fazer fotos melhores e conseguiram isso. Ao final do curso elas me confessaram que nunca pensaram que era tão fácil aprender as técnicas. Bom pra elas.

Bem, sumiram, claro, depois eu fechei o Studio e apesar de ter um fichário com nomes e endereços de todos que fizeram cursos comigo, acabei me desligando por completo.

De vez em quando trombava com um no meio da rua, batia-se um papo e a pessoa desaparecia de novo. Os alunos sempre perguntavam pela Meg, não se esqueciam das aulas práticas no Studio com ela posando seminua. 

Pois bem, um belo dia me encontro com a Mara. Ficou feliz em me ver, me abraçou, perguntou o que eu estava fazendo, batemos um bom papo. E ela me convidou para ir no apartamento dela.

– Sou vizinha da Alice, lembra dela?

– Lembro sim!

– Então, vamos combinar de nos encontrar para você, inclusive, ver o que andamos fazendo de fotografias. Temos muitas e é claro que as achamos ótimas, mas sempre é bom um mestre dar seu palpite. Podemos marcar? 

Marcamos. E no dia marcado, compareci ao apartamento da Mara. Alice já estava lá e assim que entrei as duas vieram me cumprimentar, sorrindo, estavam felizes mesmo me vendo ali. Sentei e exigi que elas me beijassem, cada uma de um lado. Riram muito, mas fizeram o que eu sugeri.

Não pude deixar de observar as belas pernas, pois Mara estava de shortinho e a Alice com uma minissaia que mostrava tudo quando ela sentava. E ela nem se preocupava se eu estava vendo sua calcinha ou não, sentava-se de maneira bastante informal.

Me serviram um vinho, conversamos um pouco sobre o que tinha rolado em nossas vidas desde aquela época e depois elas foram me mostrar as fotos. Tinham feito muitas viagens, sempre as duas. Não tinham se casado. Me falaram que isso ia atrapalhar as viagens e o objetivo delas era conhecer o mundo. Já tinham ido à Europa, aos Estados Unidos, à Argentina, Uruguai, México e rodado muito pelo Brasil.

– Mochileiras?

– Pode dizer que sim. Kaplan, o que nós gostamos de viajar, de conhecer gente nova, novas culturas… não tá no gibi. Se a gente casasse, aí vinham os problemas com maridos, que nem todos gostam de viajar, nem podem por conta de trabalhos… e se aparecerem filhos aí é que se pode dar adeus mesmo… não, não casamos e nem pretendemos. Somos duas amigas que correm o mundo, aproveitando as heranças que receberam. E também não somos lésbicas, se fossemos, moraríamos juntas. Somos vizinhas, passamos os dias uma na casa da outra, mas sem envolvimento sexual. Lógico que nas viagens conhecemos caras muito legais e aí rola sexo, casual, sem compromisso… beleza pura!

– E registramos tudo em nossas viagens. Por isso que selecionamos umas poucas fotos aqui, porque se você quiser ver tudo, vai ter que acampar aqui por um mês ou mais!

– Por mim, tudo bem! Adoro companhias como vocês, e adoro fotos…

– Tá bom, viu? E eu lá quero um homem dentro da minha casa por um mês ou mais? Você ia tirar minha liberdade total! Mas vamos deixar de falar bobagens. Olha aí e diz o que acha dessas fotos.

Havia cerca de uma centena que elas me mostraram. Belíssimas. Os lugares, deslumbrantes e as noções de técnica, composição e iluminação que passei a elas estavam perfeitamente obedecidas, e assim os resultados eram brilhantes. 
Barcelona (foto: Kaplan)



Aruba (foto: Kaplan)
Depois de ter olhado todas e elogiado, pensava em me retirar, mas elas não deixaram e disseram que desejavam fazer algo que tinham pensado na época do curso de fotografia e não tiveram oportunidade.

– E o que seria?

– Agarrar você!

– Vocês estão brincando comigo…

– Claro que não! 
Era verdade mesmo… elas queriam!

E começaram a tirar as camisetas e foram abrindo minha camisa, minha calça, que foi retirada, Alice pegou meu pau e Mara começou a me beijar.

O que eu podia fazer, além de ter tomado um susto com o que elas faziam? Participar, então me envolvi totalmente com elas. Elas me sentaram no sofá, Alice sentou em meu pau e Mara ficou de lado, esperando a vez dela. Passava as mãos em minhas pernas e – engraçado – eu senti falta de um lado lésbico delas que, se existisse, poderia ser muito legal. Elas poderiam se beijar, se tocar, o que me deixaria com um tesão redobrado… mas não aconteceu.

Então, Alice pulou até não querer mais e depois foi a vez de Mara deitar-se no sofá, abrindo as pernas para meu pau entrar dentro dela. Chamei Alice para deitar-se na parte superior do sofá e assim pude ficar chupando a xotinha dela enquanto comia Mara.
Esta sessão de fotos vai ficar na história!

Com as duas satisfeitas, me despedi. Elas estavam viajando dali a três dias para o Peru. Falei que quando voltassem, me chamassem para ver as fotos… iria adorar outra sessão como aquela!

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Ele foi entrevistar a esposa do amigo, a amiga da esposa… comeu as duas!


Momentos de crise acabam sendo bem criativos!

(escrito por Kaplan) 
Bóris andava preocupado com a situação econômica. Era a época daqueles planos econômicos malucos, que só faziam ferrar a gente alguns meses depois de implantados.

Arrumou um bico de fazer entrevistas com donas de casa, a respeito de produtos de limpeza e de higiene. Uma empresa multinacional pagava bem pelas entrevistas, que visavam compreender o que pensavam as donas de casa, para lançarem, no mercado, produtos que teriam boa saída.

Fez o aprendizado na empresa e começou. Pediu à esposa que lhe indicasse as amigas que poderiam ser entrevistadas. A primeira que ele procurou foi a Glenda. 
Uau… que decote!!!

Ela o atendeu muito bem, aliás, até bem demais. Para surpresa dele, ele foi praticamente agarrado pela amiga de sua esposa. Ela o recebeu já com trajes no mínimo suspeitos. Um vestido decotadíssimo, que ele não conseguiu parar de olhar. Ela sorria sem parar, sentou-se no sofá com ele, respondeu a todas as questões que ele fazia e não se esquecia de pegar no braço ou na perna dele. 

Inquieto, ele tentou levar a conversa apenas o necessário, mas ela não deu trégua e, quando ele menos esperava, ela lhe mostrou o que o decote mal escondia. Abaixou o vestido, mostrou os seios e perguntou o que ele achava deles.

Gaguejando, Boris respondeu que eram muito bonitos, sim, com certeza eram. Na sequência, ele fez uma pergunta que já tinha feito, motivando sorrisos de ambos e a certeza de Glenda que ele estava no papo.

Despiu-se, com a maior naturalidade, pegou a prancheta e a caneta que Boris portava, tirou a roupa dele, deu-lhe uma curta chupada no pau, só para deixá-lo lubrificado e sentou-se, começando a pular feito uma cabrita.
Não entendi… mas tá bom!

Ele não entendia mais nada. Já tivera oportunidade de, com a esposa, frequentar a casa da Glenda, que nunca dissera ou insinuara coisa alguma. E agora, ali estava ela, atacando-o com uma ferocidade que lhe fazia lembrar de lobas selvagens… bem, o jeito era relaxar, deixá-la gozar e depois ele também gozar…

Assistiu à pulação dela em seu pau, primeiro de costas para ele, depois ela se virou e ficou de frente, os fartos seios dela ficaram bem na altura para ele abocanhá-los e sugá-los, ouvindo os gemidos enlouquecidos da Glenda.

E ela pulava e pulava, seus cabelos estavam revoltos, pulavam junto com ela, assim como os seios que subiam e desciam no mesmo ritmo… ele ficou pensando o que sua esposa iria pensar se soubesse do que estava acontecendo ali… melhor não deixar ela saber!

Ela deu uma parada na pulação, ajoelhou no sofá e mandou ver num belo boquete, mais demorado, mais cuidadoso, que deixou o Boris quase gozando. 
Maravilha… se todas forem assim…

Mas ela queria que ele gozasse dentro dela, então ficou de quatro e encaminhou o pau dele para sua bucetinha, e ele ficou bombando até gozar. Ela tinha gozado na cavalgada.

Ele se levantou, se vestiu, agradeceu a ela e perguntou se ela sabia de alguma amiga que tivesse interesse na entrevista.

– Ah… tenho sim, acho que você a conhece, é a Jeisa. Sua mulher a conhece também. E vou te dizer, aqui, bem baixinho… ela vai adorar o seu jeito de entrevistar a gente… se ainda está com forças, vai lá agora, se não vai amanhã… pode ir que você vai gostar demais das respostas dela!

Boris saiu dali matutando. O que a Glenda queria dizer com o que falara? Será que a tal da Jeisa também iria querer atacá-lo, seria outra loba furiosa? Por via das dúvidas, para não fazer feio, deixou para o dia seguinte. 
Socorro… elas são lobas furiosas!

Em lá chegando, mais surpresa. Jeisa abriu a porta para ele praticamente nua, pois estava só de camisola, absolutamente transparente! Para ele, a situação era muito clara. Glenda havia telefonado para Jeisa e contado o que acontecera e, como parecia ter gostado, já dera o toque que a amiga podia atacar o Boris.

Mas o importante era a entrevista, e ele fez questão de fazer todas as perguntas do roteiro que levava. E Jeisa respondeu a tudo, com um sorriso sempre sedutor. E mexia sempre com o corpo, o que levava Boris a ver belos lances das pernas e dos seios dela.

Quando ele terminou, aconteceu o que ele esperava. Ela, sempre sorrindo, falou que Glenda tinha dito que ele “entrevistava” divinamente. E ela queria ver isso.

Então se levantou, tirou a camisola e apareceu totalmente nua para Boris, que engoliu em seco. Puxa vida, pensou, minha esposa sempre teve essas amigas e eu nunca reparei nelas… são bem gostosas…

E lá veio ela, subindo em cima dele e o beijando, e logo suspendeu a camisa dele, abriu a calça e foi experimentar o “instrumento” do entrevistador.

– Hmmmm… de fato, Glenda não mentiu… tenho certeza de que esta entrevista será ótima!

Já sabendo do inevitável, Boris se entregou de corpo e alma (mais de corpo…) às delícias do sexo casual, inesperado, com belas coroas. 
Que coroa mais gostosa…

Deixou que ela o chupasse bastante, o tanto que ela queria. Depois mamou nos belos seios dela, fez brincadeiras que não havia feito com Glenda, como esfregar seu pau nos lábios de Jeisa, arriscou até uma espanhola, antes de comer a dadivosa.

Comeu-a no sofá, tal como havia feito no dia anterior com a amiga. Ajoelhou-se no chão, colocou-a sentada bem na beirada do sofá e meteu bastante, arrancando bons e belos gemidos dela, até ver que ela gozara.

E ela quis experimentar o leite do entrevistador. Colocou o pau dele na boca e chupou até que ele gozasse e ela pudesse engolir quase tudo.

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Surpreendi Meg e a amiga lésbica em ação


Espetáculo de rara beleza… e muito tesão!

(escrito por Kaplan)

Meg ficou conhecendo uma massagista que se revelou a ela quando lhe fazia massagens, era lésbica e não estava aguentando só passar as mãos no corpo dela, sonhava com algo mais. Como Meg não tinha qualquer preconceito, encarou e as duas se amaram várias vezes. Esta história já foi narrada aqui, mas tem tanto tempo que acho que todos esqueceram…

Teve uma tarde que eu cheguei antes do horário normal em casa e ouvi gemidos vindo do quarto. Não tinha ideia de quem poderia estar ali com Meg e fui olhar. E aí surpreendi as duas no maior fogo. Marina era o nome da massagista. 
Te amo, Meg… te amo muito… sempre te desejo!

Era uma cena linda de se ver, fiquei olhando, sem fazer barulho para não perturbá-las.

Eu via Marina ajoelhada na cama e Meg, atrás dela, fingia ser um homem que a estivesse comendo, provocando risos nas duas. Mas depois ela foi fazer as coisas sérias. Beijou o bumbum da Marina, lambeu bastante e depois enfiou um dedo na xotinha dela, depois mais um, e ficou fazendo vai e vem, ajudada pela massagista que ficava esfregando os grandes lábios, dedos se cruzando… e gemidos sendo ouvidos.

Mais lambidas de Meg na xotinha e no cuzinho e ai ela pegou o strapon que eu havia lhe dado de presente e aí, sim, fingiu ser um homem de verdade, enfiando o pau de silicone na xotinha da amiga. Os gemidos aumentaram de intensidade.

Ela metia com cuidado, não fazia força como os homens geralmente fazem quando bombam uma mulher de quatro. Enfiava devagar, tirava, tornava a enfiar, sempre com cuidado e com a outra mão acariciando o corpo da Marina. 
Eu adoro isso… mas só quando você me penetra…

– Ahhhh… Meg, isso é tão bom…ahhhh…. gosto muito… ahhhh….

– Eu também gosto… depois você vai por em mim, ok?

– Faço sim, tudo que você quiser… te amo muito! 

Meg tirou o strapon, deitou-se de costas e falou com a amiga para sentar nela.

– Eu adoro cavalgar, e com esse pau aprendi que gosto de ser cavalgada também… é muito gostoso…

Marina sentou-se, felizmente de costas pra mim, e dobrou o corpo depois de engolir o pau de silicone, seus seios ficaram na altura da boca de Meg que mamou neles gostosamente.

E ela conseguiu fazer Marina gozar, as duas se abraçaram, se beijaram, rindo de felicidade.

Ficaram um tempo abraçadas, se beijando, se acariciando. E depois foi a vez de Marina atuar como “ativa”, para tentar dar a Meg o mesmo prazer que ela sentira.

Meg também ficou de quatro, e Marina ajoelhou atrás dela para beijar-lhe a xotinha e o cuzinho.

Meg pediu a ela que colocasse o strapon e comesse seu cuzinho.

– Não quer na xotinha, hoje?

– Hoje, não, hoje só quero no cu. Incomoda-se?

– De jeito nenhum, quero te dar prazer, que seja do jeito que você quer.

E lá veio ela enfiando o strapon no cuzinho da Meg, que gemeu. Apesar de acostumada a ter relações anais, a entrada da cabeça sempre provocava uma careta de dois, logo substituída pelos gemidos de prazer.

Marina cansou de bombar e acabou tirando e começou a beijar e lamber a xotinha da Meg.

Parece que ela olhou o relógio e deu uma parada.

– Está quase na hora de seu marido chegar…

– Já te falei que mesmo ele chegando ele não vai se incomodar de nos ver… ele sabe de nosso caso…

– Eu sei, e tenho de agradecer muito a ele por isso. Mas não gosto que homens me vejam nua.

– Não devia se incomodar, seu corpo é tão lindo!

– Por isso mesmo, não gosto de saber que desperto tesão em homens. Você sabe que só gosto de garotas, principalmente lindas como você! 
Adoro seus lábios, seus seios… adoro você todinha!

– Safadinha… vem cá, me dá uns beijos antes de ir embora…

E elas iniciaram outra sessão de beijos que não presenciei, tratei de sair de fininho para que Marina não desconfiasse que eu tinha visto tudo que elas fizeram. Saí sem fazer ruído, desci o elevador e lá da portaria liguei pra Meg, falando que estava chegando.

– Me dá 5 minutinhos, querido… Marina está aqui comigo.

– Está bem.

Dali a pouco vi Marina sair do elevador. Passou por mim, olhos baixos e apenas disse:

– Obrigada!

Quase que eu falei: Eu é que agradeço pelo espetáculo maravilhoso que presenciei. Mas não disse nada, apenas sorri para ela.

Festinha

Nada melhor do que uma festinha entre amigos; eu e o meu namorado combinamos de fazer um churrasco para os nossos amigos e assim foi feito à festa.

O local escolhido para tudo isso acontecer, foi a casa do meu namorado; ele ligou para os amigos dele e eu para os meus, compramos as coisas e fomos curtir a festa.
Um som rolando, as meninas dançando e os meninos conversando. Eu estava sentada no sofá do lado de fora junto de uma amiga.
Estamos conversando sobre alguns desejos, fantasias, comentei com ela que adoraria realizar todas as minhas fantasias e as fantasias do meu namorado; percebi que ela havia gostado da idéia.
Então ela me confessou que estava afim de um dos amigos do meu namorado.
Neste mesmo momento ela se levantou e foi para o banheiro.
Chamei meu namorado que estava conversando com os seus amigos e falei:
– amor, a lê me disse que gostou do Leonardo, fala pra ele vim aqui, conversar com ela.
Meu namorado virou-se e chamou Leonardo, ele foi chegando perto e nesse momento Letícia também chegou, apresentei os dois e sai de lá, deixei os dois conversando. Fiquei junto com meu namorado o tempo todo.
Depois de algumas horas de festa; já passando das 2h da manha, depois de algumas bebidas, aumentaram o som e colocaram funk.
Todos começaram a dançar, porem eu fiquei sentada no colo do meu namorado, estávamos de frente para Leonardo e Letícia, percebemos que depois de alguns copos de vodka, os dois haviam se soltado.
Eles estavam se beijando, e Leo já acariciava o corpo dela disfarçadamente, senti neste mesmo momento que meu namorado também havia ficado excitado, aquilo me excitou também. Eu e ele começamos a nos beijar, enquanto todos dançavam, porem ficou só nos beijos.
Batendo as 3:30h da madrugada, algumas pessoas começaram a ir embora, ficando por coincidência ou não, somente os casais.
Pois bem, resolvemos sentar em volta da mesa e conversar, já que a vizinha havia reclamado que o som estava alto demais.
Papo vai, papo vem; e chegamos ao assunto que todos ali pareciam querer, sexo.
Cada um começou a falar das vontades que tinham, suas experiências e as suas fantasias. Todos se surpreenderam com as respostas, porem sabia que com isto, todos ali haviam ficado “ligados”; e eu fiquei ainda mais excitada.
Com isto, comecei a passar a mão o pau do meu namorado por baixo da mesa, percebi os caras que ele fazia de tesão.
Ele então se empolgou e começou a me beijar na frente de todos descontroladamente, me puxou, me jogou no sofá que estava lá fora e começamos a transar ali mesmo, na frente de todos.
Ninguém conseguia crer naquilo, nem eu mesma, mas com aquela cena, todos acabaram se soltando ainda mais, e começaram a transar ali mesmo; menos um casal que era Letícia e Leonardo, e eu e meu namorado não conseguíamos entender o porque, já que, eles já haviam se beijado e se tocado.
Então chamei Letícia, enquanto metia “d4” com meu namorado; e perguntei o que estava acontecendo, e ela me respondeu que Leonardo não queria fazer nada com ela, mas que ela estava muito excitada com tudo aquilo.
Eu sabia que ela era louca para transar pelo menos uma vez com meu namorado, então pensei em deixar ele meter com ela, enquanto eu iria conversar com Leonardo, para saber o que ele queria; então ali mesmo na frente de todos, mandei meu namorado meter com ela, enquanto eu olhava os dois.
Sentei ao lado de Leonardo e fiquei me masturbando; enquanto todos faziam sexo, inclusive meu namorado e minha amiga.
Porem mesmo antes de eu começar a falar com Leonardo percebi que ele havia começado a se excitar com tudo aquilo; e começou a “bater uma”; ali mesmo do meu lado.
Quando meu namorado viu, mandou que eu o chupasse; e depois metesse gostoso com ele, da mesma forma que ele estava fazendo com a minha amiga.
E de fato, só conseguia ouvir ela gemendo no pau do meu namorado.
Fiz tudo o que meu namorado disse; ajoelhei na frente do leo, coloquei o pau dele na minha boca, e o chupei deliciosamente, vi que alguns casais fizeram trocas no meio disto, inclusive meu namorado e a minha amiga.
Então sentei em cima do pau dele e comecei a rebolar, estavam todos metendo gostoso, ate que alguns casais iam terminando e cada um gozando de seu jeito, uns no cuzinho, outros no rosto e alguns na boca.
Com isto, eles iam indo embora, todos satisfeitos; sobrando somente, eu, leo, meu namorando, Letícia, Rodrigo e Camilla.
Meu namorado e Rodrigo já haviam gozado e os 4 só ficavam olhando enquanto eu metia com Leo. Ate que, eu e leo também gozamos.
Ficamos muito satisfeitos com aquela festinha; porem eu não iria dormir na casa do meu namorado, e precisava ir embora; Letícia e Leonardo, tambem iria ir com a gente, já que ela morava próximo da onde eu morava, já Leonardo só iria, pois iria voltar com meu namorado.
Rodrigo e Camilla estavam de moto, porem no meio do caminho, comentei que não tinha ninguém casa, e Letícia já falou de irmos todos para a minha casa, pois precisávamos terminar aquela festinha em grande estilo. Todos concordaram e fomos todos para a minha casa, inclusive chamei Rodrigo e Camilla.
Porem Camilla também não poderia ir, pois; não poderia dormir fora de casa naquela noite, Rodrigo foi levar ela para a casa, e nós fomos para a minha casa, Leo e Lê estavam no banco de trás, trocando beijos e caricias, enquanto eu e meu namorado só olhávamos os dois se pegando.
Ate que depois de 10 minutos, chegamos em casa; leo e Letícia já foram direto para o quarto, só conseguíamos ouvir os gemidos fortes deles, enquanto eles metiam sem dó; eu e meu namorado estávamos na cozinha, so ouvindo toda aquela cena, muito boa por sinal.
Depois de 5 minutos; a campainha tocou, quando fui atender, percebi que era Rodrigo; ele havia deixado Camilla em casa e dito a ela, que ia para casa, mas havia ido participar da nossa festinha.
Então decidimos ir todos para o quarto, onde Lê e Leo estavam fudendo gostoso.
Rodrigo já tirou toda a sua roupa; e já colocou o pau dele na boca dela, e ela o chupava gostoso.
Ele gemia e deixava o meu namorado louco para sentir aquela boca no pau dele, mas estava se controlando.
Então eu disse que ele poderia ir meter com eles, que eu ia adorar ver ele fudendo aquela safada.
Ele levantou tirou a roupa, e já chegou por trás dela, chupando o cuzinho dela, enquanto ela metia com Leo e chupada Rodrigo.
Foi deixando o cu dela todo molhado, e depois colocou devagar o dedo, e começou a masturbar ela, preparando o cuzinho dela, para meter gostoso.
Foi quando ele começou a meter o seu pau, primeiro a cabecinha, depois meteu mais fundo e depois meteu ele todinho;
Mas antes dele meter, eu havia deixado o pau dele todo molhadinho, para ele fuder o cu daquela puta.
Então ela metia com os 3, enquanto eu só olhava.
Depois de algum tempo, decidi participar da festinha deles, e fui lá no meio beija ela, ficando “d4” na frente de Rodrigo; então ele começou a meter na minha boceta; enquanto Leo chupava os meios seios; eu olhava fundo nos olhos do meu namorado, e vi naquele safado que ele estava adorando comer aquele rabo gostoso.
Mas também queria sentir o pau do meu namorado me fudendo, então olhei pra ele e disse.
– ah amor, quero tanto sentir você comendo o meu cu, vem me fuder, fode a sua puta.
Ele começou a meter com força na Lê e depois tocou de posição com Rodrigo.
Então meu namorado, veio e começou a comer meu cu, e comia muito gostoso, meu namorado então pediu para que Rodrigo metesse na minha boceta, enquanto ele comia meu rabo.
Sentei no pau de Rodrigo e meu namorado veio por trás me pegando forte e metendo sem parar, enquanto Letícia e Leonardo fudiam gostoso também, ate que eles gozaram.
Eu, meu namorado e Rodrigo metíamos gostoso; ate que Rodrigo tirou o seu pau e gozou, enquanto só meu namorado metia no meu cu, ate gozar tudinho dentro de mim.
Depois de todos terem metido muito gostoso, Leonardo e Letícia tomaram banho em casa, já Rodrigo somente esperou eles, pois ele ia levar eles embora. Rodrigo tinha vindo de carro, então decidiu levar eles.
Logo após deles irem embora, eu e meu namorado, nós deliciamos num gostoso banho.

Ela e eu.

Sempre fomos grandes amigas, desde pequeninas criadas juntas. Morávamos na mesma rua, e ate no mesmo colégio nós estudávamos juntas.

Sempre estivemos presentes uma na vida da outra, amigas confidente, grande amigas mesmo.

Mas sempre que eu me aproximava de outras pessoas, eu percebia que o rosto dela mudava, ela fechava a cara, parecia sempre ficar com ciúmes, principalmente quando eu chegava perto de outras garotas; estranhava esta atitude dela, mas pensava que ela sentia ciúmes por sermos grandes amigas.

Depois de algum tempo; estávamos quase terminando o colégio; tivemos uma grande festa para ir, promovida pela escola, para aqueles melhores alunos, nós estávamos no meio.

Este dia, ela havia me dito, que estaria sozinha e perguntou se eu também estaria, no fundo ela sabia que sim, disse que passaria em casa, para irmos juntos, eu achei uma ótima ideia.

Quase no horário, ela passa em casa, ela estava simplesmente linda, por onde ela passava chamava atenção, no meu conceito ela era uma das minhas amigas mais gatas e mais gostosas, perfeita.

Comentei com ela, brincando que ela estava muito gostosa e que eu a pegava fácil.

Ela deu uma risada sem graça, e mudou de assunto.

Achei estranho, afinal, nós sempre tínhamos essas brincadeiras, tínhamos muita intimidade para isto, deixei isso pra lá, e fomos para a festa…

A festa estava bacana, e eu e ela estávamos dançando sem parar, ate tocar funk, ela adorava este tipo de musica, pois ai sim, ela poderia fazer os caras babarem por ela, ela não era vulgar, ela era muito sexy enquanto dançava. Sentei na mesa de frente pra ela, e percebi que naquele momento, ela me olhava de um modo diferente, ela parecia querer algo de mim, mas eu não sabia o que era.

Fui ate o banheiro, e depois de uns 2 minutos, arrumando meu cabelo em frente do espelho, vejo ela entrando, rindo, toda dengosa, linda, maravilhosa.

Ela chegou por trás de mim, chegou bem perto do meu ouvido e disse:

– Vira, preciso te contar e te mostrar uma coisa; ai você vai entender o porque eu ando tão diferente.

Não entendia nada, mas virei olhando nos olhos dela.

Sem dizer nada, ela simplesmente, pegou nos meus cabelos e me beijou, no começo eu tentei sair daquela situação, empurrando ela; mas o beijo dela era gostoso, e eu comecei a sentir meu corpo se arrepiar, conforme ela ia fazendo carinho em minha nuca.

Depois de algum tempo ela me soltou; olhou pra mim e pronunciou:

– eu te amo, e agora você entende o porque de tudo isso? Quero muito sair desta festa agora, e ir pra casa com você, te sentir, te beijar, te tocar.

Eu me assustei com a declaração dela, mas não consegui me segurar e disse:

– gata, só depende de você, se for por mim, nós iremos agora mesmo.

Ela sorriu; me puxou e fomos para o carro; quando entramos no carro, ela novamente me beijou, que delicia de boca aquela, não havia sentido desejo daquele jeito por homem nenhum.

Chegamos na casa dela e subimos direto para o quarto; ela tinha uma cama enorme em seu quarto.

Deitamos e começamos a nos tocar, eu nunca tido nenhuma experiência com outra mulher antes e ela sabia disso, mas ela fazia com que eu esquece-se esse detalhe e que eu fosse me soltando cada vez mais.

Eu acariciava o corpo dela e ela acariciava o meu, enquanto a gente se beijava sem parar, beijos molhados, deliciosos.

Ela pediu para que eu sentasse, para que ela pudesse tirar o meu vestido, pois ela queria me ver, queria ver o meu corpo, queria me sentir.

Tirei o vestido, calcinha, e fiquei totalmente pelada na frente dela.

Percebi que enquanto eu ia tirando a roupa, ela ia se masturbando, e aquilo estava me matando de desejo, aquilo que eu estava sentindo era muito diferente, porém muito gostoso.

Ela também se levantou e começou a tirar a roupa, enquanto eu estava deitava, vi aquele corpo todo perfeito em minha frente, não via a hora de colocar a minha boca, naqueles seios, e naquela bucetinha.

Enquanto eu estava deitava, ela abriu delicadamente as minhas pernas, começou a passar a mão em minha bucetinha, a onde ela percebeu que já estava toda meladinha, e ela sorria, fazia cara de tesão, então ela decidiu colocar a boca dela, em minha boceta, ela começou a passar devagar a língua dela em cada canto da minha boceta, aquela língua, aquela boca, parecia de outro mundo, ela fazia de um jeito inesquecível, sabia o que estava fazendo, e depois de deixar ainda mais molhada, colocou os dedos dentro de mim, me fazendo gemer e gritar de prazer cheguei ao orgasmo em poucos minutos.

Então ela subiu em cima de mim, fazendo um gostoso 69, enquanto eu chupava aquela boceta gostosa, ela me masturbava.

Ela não queria que eu fizesse nada com ela, apenas que eu senti-se todo o prazer que eu poderia sentir, e ela era magnífica no que estava fazendo.

E ela continuava me masturbando, só que agora eu estava deitada na cama, e ela não parava de me masturbar, e acabei gozando e chegando ao orgasmo mais uma vez.

Eu gemia, gritava e isso só fazia com que ela me desse ainda mais prazer.

Sei que no final desta noite, cheguei a ter orgasmos múltiplos apenas com a boca e a mão desta menina maravilhosa. Sempre que podemos paramos para brincar um pouquinho, ela é simplesmente deliciosa, muito gata e muito gostosa.