2073a

Surpresa: ela me vendou e aí…


 Transar com os olhos vendados é muito estimulante!
(escrito por Kaplan)

Meu amigo Helder estava saindo de um edifício quando o vi. Havia tempos que não nos encontrávamos e não teve jeito, paramos no primeiro boteco que encontramos, pedimos uma cerveja geladíssima e batemos longos papos.

Notei que ele estava com uma aparência de grande felicidade e comentei com ele sobre isso. Como velhos amigos que somos, ele não recusou me contar o motivo.

– Sabe aquele edifício de onde eu estava saindo? Ali mora minha namorada, Anastácia, você chegou a conhecer?

– Não me recordo… com este nome seria fácil lembrar, acho que não, Helder.

– Bem, se não conheceu vai conhecer qualquer dia desses. Mas, rapaz, ela é um vulcão! Fantástica! Além de ser bonita, ter um corpão, gosta de sexo que nem a Meg!

– Já entendi, e você tinha acabado de transar com ela. 
Olha como ela me recebeu…

– É verdade, mas isso é só uma parte da história. Ela me telefonou hoje e disse que estaria sozinha à tarde, se eu quisesse podia aparecer. Quando ela me telefona assim, eu sei que ela está dizendo, venha que quero transar! Então tratei de vir. E ela me recebe de lingerie branca, coisa linda, toda sorridente e me carrega pro quarto, vai logo tirando minha roupa, senta em cima de mim, começamos a nos beijar, eu tirei o sutiã dela e ficamos nos relando sem parar. 

– Aí, ela inventa. Fala que viu num filme e achou legal, então pega um pedaço de pano e amarra, me vendando completamente. Eu não enxergava nada! Ela vira e fala que é uma experiência de sensação corporal, era para eu tentar adivinhar, sem falar com ela, o que ela estaria planejando fazer. Cara, o lance é interessante. Senti a mão dela passando em minha coxa, subindo do joelho. Pensei, vai pegar meu pau e dar uma bela chupada. Mas não, ela continuou subindo com a mão até meu pescoço, acariciou minha boca e depois a mão sumiu. Fiquei pensando o que viria em seguida.

– Eu já fiz isso uma vez, é uma sensação maluca…
Isto é só o começo…

– Se é, eu nunca tinha feito, fiquei embasbacado. A gente ouve a pessoa se mexer, sente que ela desce e sobe da cama, sente ela andando de um lado pro outro e não tem a menor ideia do que pode acontecer em seguida. Não dá medo, é claro, você conhece a pessoa que está com você, mas é uma expectativa que nem sei definir direito. Então, dali a pouco eu sinto a mão chegando na minha outra coxa e dessa vez ela para no meu pau e fica brincando com ele. Ele não está duro ainda, mas vai ficar com tanta mexida que ela faz, inclusive coloca na boca e fica engolindo e tirando…

– E aí, meu amigo, não te conto… a surpresa total! Sinto outra boca junto com a dela, no meu pau! E sem saber quem era. Sabe que cheguei a pensar que seria um gay? Pensei… mas não era. Ela tirou a minha venda e eu vi a Carol, nossa amiga, nua e sorridente na cama, segurando meu pau. As duas sorriam e perguntaram se eu tinha gostado da experiência. Falei que sim, claro, tinha sido maravilhoso. E agora? Perguntei. Acabou? A Anastácia olhou pra mim e falou: você… parece que não me conhece… acha que ia ficar só nisso? Vamos acabar com você, Helder! 
Isso me deixa louco… que tesão!

Me entreguei, claro, deixei as duas fazerem o que queriam. E tome mais surpresas, de repente eu vejo as duas pegando no meu pau, chupando de novo… e se beijando! E ainda vejo a Carol jogar a Anastácia na cama, ao meu lado e cair de língua na bucetinha dela… fiquei só admirando o que elas faziam e que para mim era uma novidade e tanto!

Depois de ser bem lambida, Anastácia me pediu para come-la, e o fiz, de frente pra ela e com a Carol me pegando, passando a mão na minha bunda, pegando os seios da Anastácia… depois Carol se deitou por cima da Anastácia e eu tirei meu pau de uma e enfiei na outra, e elas se beijando, se tocando, eu estava a ponto de explodir de gozo!

 – Sei como é isso, a gente tem de fazer um esforço enorme para não gozar antes delas.

– Exato, tive de ficar metendo nas duas até elas gozarem e aí liberei, gozei na barriga das duas. Cara, foi uma loucura, por isso você viu a minha cara de felicidade… E aí fiquei sabendo que as duas transam há muito tempo e fazem ménages com o namorado da Carol, ou seja, tenho de dividir agora minha namorada com a pica de outro, mas como ele, que não conheço, divide a xotinha da Carol comigo… tudo bem, né?

2053a

Eu na praia com minha mulher e minha amante


Quer vida melhor do que esta?


(escrito por Kaplan)
Todo mundo sabe que na praia naturista de Tambaba não pode rolar sexo. Claro que dá uma vontade danada… E não é a mesma coisa a gente se hospedar na pousada que fica na praia e transar lá dentro. Não tem graça, quer dizer, tem graça sim, mas o bacana de uma praia é você poder transar na água, ou na areia.  
Tambaba… a praia! (foto: Kaplan)


Nós descobrimos um jeito de burlar isso. Hospedamo-nos lá, Meg, eu e nossa amiga amada amante Maura. Aliás, foi na primeira vez que Maura esteve lá, ficou deslumbrada, como todo mundo fica. Durante o dia, nadando nua com Meg e comigo, ela se deliciava, brincava o tempo todo, ficava na água o tempo quase todo, se divertiu demais.

E pintou vontade. Na primeira noite, ela toda entusiasmada com o que tinha vivido naquele dia, brincando, nadando, rindo, observando paus, bucetas e peitos a granel, ela saiu da cama dela e veio pra nossa. Disse que não iria admitir que transássemos sem ela, era um absurdo!

Entrou debaixo do lençol com gente, viu que estávamos pelados, tirou a calcinha e ficou nua com a gente, e pegou no meu pau, e passou a mão na xotinha da Meg e o resultado foi um começo de noite regado a muito sexo, beijos, amassos, chupadas, trepadas.

Comi as duas, estava no paraíso… 
Quer coisa mais linda? (foto: Kaplan)


Aí, ela nos acordou bem cedinho, queria ver o sol nascer na praia. Fomos com elas até o local onde ficam muitas pedras e esperamos o sol nascer. Um espetáculo e tanto, e como era de madrugada, um pouco frio, levamos um cobertor para nos agasalhar. E não tinha mais ninguém, o segurança ainda não tinha chegado, nem o cara que fica na entrada e manda todo mundo que entra lá tirar a roupa.

Praia totalmente deserta, sol nascendo. Não deu outra, a vontade de trepar na água e na areia era grande e nós fizemos isso.

Entramos na água primeiro e lá elas me chuparam até cansar. Meu pau estremecia de tão duro. Aí Maura chegou bem perto de mim, apoiou-se em meu ombro e levantou a perna direita. Meu pau encaixou direitinho na xotinha dela e Meg, ajoelhada, segurava a outra perna dela e lambia minhas bolas e a xotinha.

Como nunca tínhamos feito parecido, Meg também quis e repetiu-se a cena anterior, agora com as garotas trocadas, Meg sendo comida e Maura nos lambendo.

Dali fomos para a praia, sentei numa das pedras e Maura sentou no meu pau e ficou me cavalgando. Meg ficava atenta ao caso de alguém aparecer e nos punir, mas não parava de nos beijar e alisar.

Consegui fazer Maura gozar e Meg quis ser comida de cachorrinho, foi a vez de Maura ficar vigiando. Foi a conta, logo que Meg gozou, vimos o cara da recepção e o segurança chegarem. Com a cara mais inocente do mundo fizemos de conta que fazíamos nossa corrida matinal, corremos pela extensão da praia, cumprimentamos os dois, voltamos correndo e ai retornamos à pousada. Entramos, rindo da cara que os dois fizeram quando nos viram tão cedo. 
O paraíso está na Paraiba… chama-se Tambaba

Depois do café, pegamos nossas coisas e fomos para o restaurante, onde passamos o dia. Repetiram-se os momentos de alegria, com entradas na água, brincadeiras, corridas, as duas pareciam meninas. Conhecemos muitas pessoas que passaram por lá, algumas frequentadoras habituais, outras eram turistas, via-se pelas bundas e seios brancos, de quem ficava nu pela primeira vez.

E à noite, lua cheia. Aproveitamos, não havia ninguém, a não ser o pessoal que estava na pousada, uns oito casais. Fomos ver a lua nascer, outro espetáculo que as máquinas não conseguem registrar em sua plenitude. Depois que os casais se retiraram, ainda ficamos mais um pouco e transamos dentro da água. Fui primeiro com Meg  e depois com Maura. Deliciosas trepadas aquelas!

E foi assim que ficamos lá uma semana, mas não transgredimos mais. Limitamo-nos às transas dentro da pousada, fazendo e ouvindo barulhos semelhantes… é… Tambaba inspira os amantes!




2034a

Esposa pega marido batendo uma para amiga


Convidar uma amiga pra ir em sua casa… com seu marido lá…será que daria certo?
(escrito por Kaplan)
Casal bem liberal, Armando e Eleonora eram pessoas simpáticas, com um círculo grande de amigos e amigas, todos libertinos como eles. Inclusive Meg e eu…claro!

Pois bem. Num determinado fim de semana, estavam eles em sua casa, grande, com piscina, jardins e quintal. Eleonora já estava de biquíni, assim como sua amiga Celeste, que ela tinha convidado a passar o fim de semana com eles. Armando ficou entusiasmado quando viu as duas de biquíni, especialmente a Celeste, que ele não conhecia, era a primeira vez que ela tinha sido convidada.
Mas ela está de biquini ou nua?

O telefone tocou, ele atendeu na sala e chamou a Celeste.

– Ei, tem um Ronaldo te chamando ao telefone. 

– Ah… é meu namorado… coitado, me vigia tanto. Espero que não se incomodem de eu ter dado o número do telefone de vocês e ele, com certeza, vai ligar mais umas duas ou três vezes, só para saber se estou bem.

Riram e ele perguntou porque ela não o tinha levado.

– Ah… tem horas que ele é muito chato, se ele me visse com esse biquíni aqui ia me dar uma torrada sem fim… bem, deixa eu atender.

De fato, o biquíni que ela usava era de chamar a atenção. Tanto é que chamou a atenção do Armando…

Ela sentou-se no sofá e ficou conversando, o casal foi para a piscina, mas Armando não resistiu e foi dar uma espiada na Celeste. E viu que parecia que ela estava fazendo sexo por telefone, porque rebolava, passava a mão nos seios, conversava de olhos fechados, baixinho, não dava para ele ouvir o que ela dizia.

E vendo aquela bunda… quase toda descoberta porque o fio dental que ela usava era um fio mesmo… seu pau endureceu, ele o pegou e ficou se masturbando, de leve… e aí a Eleonora percebeu, chegou sorrateiramente até onde ele estava e o surpreendeu com a mão no pau e olhando para a Celeste. 
Olha só… batendo uma pra Celeste… safado!

– Ah, safado, você gostou de ver a minha amiga…

– Claro… impossível não gostar… que delícia de mulher!

– Eu tinha certeza de que você gostaria… por isso que a convidei, vem, vamos lá contar pra ela do seu entusiasmo.

Puxou o marido pela mão, entraram na sala e ela fez sinal pra Celeste desligar o telefone. Prontamente ela o fez e aí viu Eleonora abaixar a bermuda do marido e exibir o pau dele, estourando de tão duro.

– Celeste, você foi a responsável por isso, agora me ajude a resolver o problema do Armando…

– É… estou vendo que você não exagerou não, amiga… que beleza…

Chegou perto do Armando, que já tinha a camiseta tirada pela esposa e pegou no pau dele, sentindo  a grossura, o tamanho. Irresistível! Levou-o para o sofá, ele ficou ajoelhado numa das pontas, e Celeste deitou na frente dele e começou um boquete, assistido por Eleonora. Como as duas já tinham combinado que aquilo poderia acontecer, logo ela cedeu o lugar de chupadora para a esposa. Armando ficou comparando e achou difícil saber qual das duas chupava melhor… páreo duro!

Eleonora terminou o que tão habilmente executava, e falou:

– Já que fui eu que preparei esta festa, mereço ser comida primeiro, concordam?

Ninguém fez objeção, ela, então ficou de quatro no sofá e o marido chegou por trás e meteu, e meteu muito, estava muito agradecido pelo que a esposa fizera e queria lhe dar muito prazer.

Depois foi a vez de Celeste, que optou pela tradicional cavalgada, sentada de costas para o Armando e pulando desenfreadamente. 
Essas duas me matam… que delícia!

Completaram aquele primeiro encontro com as duas ajoelhadas, uma de cada lado dele, chupando seu pau até ver que ele gozava para elas apararem o gozo com suas línguas.

Isso aconteceu na manhã de sábado. Faço um desafio aos leitores e leitoras: o que mais teria acontecido na parte da tarde?

Só naquele período, porque o chato do Ronaldo telefonou implorando pra Celeste voltar logo…

E a tolinha voltou…

2032a

O suave e delicioso toque de duas morenas


O amor feminino… poético, lindo de se ver!
(escrito por Kaplan) 
Por que você demora tanto? Chega logo!
Meg estava deitada na cama. Tinha acabado de tomar um delicioso banho e, envolta apenas no roupão, aguardava a chegada de alguém. De fato, sua amiga e colega de faculdade, Lúcia, avisara que iria passar a tarde com ela. As duas andavam numa fase de muito amor e Meg ansiava pela chegada da amiga.

Deixara a porta aberta e logo ouviu o barulho dela se abrindo, se fechando novamente e a chave girava, indicando que Lúcia chegara e trancara a porta.

Aguardou. Não demorou nada para que a amiga, vestida com um minivestido branco, chegasse no quarto. De olhos cerrados, Meg procurava adivinhar o que a amiga fazia. Escutou o barulho, leve, dos sapatos sendo tirados. E sentiu que Lúcia subia na cama. 
 Seu corpo ficou todo arrepiado ao sentir as mãos da amiga pousarem sobre seus ombros.

Virou o rosto e recebeu um delicioso beijo, a que sucedeu o retirar do roupão pelas mãos ávidas da amiga. Deitou-se, de costas, pernas abertas, oferecendo sua xotinha que foi imediatamente beijada, muitas e muitas vezes, lambida, tocada com a mão e os dedos…
Ahhh… meu amor… me faz gozar…

Os gemidos tomaram conta do ambiente. Meg estava eufórica e mais ficou quando Lucia subiu o corpo e foi beijá-la, mas sem tirar a mão da xotinha. Esfregava o grelinho ao mesmo tempo que sua língua penetrava dentro da boca de Meg em furiosa contração.

– Amiga, meu amor, eu não resisto… quero te chupar também…

Lucia virou o corpo, ficou de quatro e Meg deitou-se por baixo dela, lambendo suave mas avidamente a xotinha da amiga que logo ficou toda molhada. As duas estavam totalmente nuas e seus corpos fremiam de desejo…

– Eu morro, Meg… como é bom transar com você…

– Eu também te adoro… vem, me beija mais, me beija toda…

E mais uma série interminável de beijos, na boca, nos seios, nas bundinhas… nos pés… parecia que elas queriam disputar quem beijava mais a outra…

Foi a vez de Meg retribuir os dedos dentro da xotinha, levando Lúcia à loucura.

– Põe dois, três…

Meg atendeu e com três dedos dentro da xotinha parecia que Lúcia estava recebendo um pau. Os movimentos de vai e vem a levaram ao gozo, dando pinotes na cama e deixando Meg alucinada, querendo o mesmo e a amiga não se furtou, também enfiou três dedos e conseguiu levar Meg ao gozo também. 
Meg, sempre vou te agradecer ter me mostrado como é bom amar uma mulher!

Rindo de alegria, de tesão, as duas ficaram deitadas, abraçadas… e dormiram, serenamente.

Depois de algumas horas, acordaram, e as paredes do quarto presenciaram mais outra série interminável de beijos e abraços, chupadas e lambidas.

O boxe do banheiro também presenciou as duas tomando banho, na verdade uma dando banho na outra, mero pretexto para mais carinhos e carícias sem fim.

O amor das duas era realmente incrível!

MINHA PRIMEIRA VEZ COM UMA MULHER – PARTE II

(PARTE I: http://melhordoscontoseroticos.blogspot.com.br/2016/05/minha-primeira-vez-com-uma-mulher-parte.html)

Voltei como prometido pra contar a segunda parte e claro a surpresa.

Bom, como disse no conto parte I, a nossa primeira experiência no ménage feminino, não foi tão legal e exatamente por esse motivo tínhamos dito que não faríamos outra vez, porem acontece que no meio nesse vuco vuco, dessa confusão em meio a uma rede social (facebook), uma moça me adicionou e começamos a conversar, trocar varias idéias, até que ela me perguntou se eu curtia mulheres, e fui super sincera ao responder que não sabia, pois realmente a primeira experiência não tinha valido de nada.
Acontece que conversando com essa moça, vi a oportunidade que precisava pra realizar a minha fantasia, mas não achei que ela se oferece-se tanto para participar da nossa festinha como ela fez, de certa forma foi ótimo, ela soube conduzir tudo como se tivesse muito experiência.
Ela foi muito breve no desejo dela, em pouquíssimos dias, resolvemos tudo e ela super topou transar comigo e claro com o gostoso do meu noivo.
Combinamos com ela em um local para buscar-la e depois fomos direto para o motel sem muita frescura, sem muito mimimi.
Confesso que de começo senti medo, não sabia se era a coisa certa a se fazer, mas depois que você percebe que esta na fogueira tem que colocar a pepeca pra queimar.
Enfim, chegamos ao motel, pegamos a suíte e já fomos direto, apesar do receio, deixei me levar pelo momento, quando entramos na suíte, respeitei fundo e ela logo foi m puxando para cama a fim de já começar tudo, estava insegura e levante pra tomar um pouco mais de tempo, acabei indo no embalo dela e fomos para o chuveiro, ela estava com um vestido branco, ela se virou para que eu pudesse deslizar o zíper, também estava de vestido, tirei e ficamos as duas só de calcinha e sutiã, enquanto meu noivo só olhava toda aquela situação, então ela me ajudou a tirar o sutiã e a calcinha e eu a mesma coisa pra ela, liguei a ducha, enquanto ela já puxou ele também, ele já estava sem roupa, quando olhei já estava tirando a cueca e entrou junto com a gente, entrei na ducha e deixei a água cair em todo o meu corpo, quando mandei que eles começassem beijando-se, enquanto a água ia caindo por mim, eles se beijaram, ele estava me puxando pela cintura com um braço enquanto eles se beijavam, meu coração disparou ao vê aquela cena, logo ela me puxou contra ela e também a beijei, foi o meu primeiro beijo em uma mulher é bem gostoso, um beijo suave, porém gostoso e claro beijei ele bem gostoso também, foi nesse momento que ela me puxou e puxou ele também ao encontro de um beijo triplo no meio de um banho gostoso, deixamos ele de lado por alguns momentos e começamos a nos pegar ali de baixo da ducha, com beijos quentes e puxões de cabelo por parte dela, ela então quis sair da ducha e ir novamente para a cama, porem na suíte possuíam apenas duas toalhas, deixei que ela seca-se primeiro e depois ele, assim deixei que os dois fossem para a cama se pegar, na verdade foi uma estratégia para ver os dois juntos, ele sentou na cama enquanto ela ficou de pé na frente dele, os braços dele passavam pela cintura dela, enquanto eu estava na ducha me secando e vendo tudo através do vidro embasado, vi ele beijando a boca dela, depois descendo pelo corpo e chegando nos seios, beijando os biquinhos e ela gemia leve de tesão, decidi então que era a hora de voltar para lá com eles, então terminei de me secar e fui para a cama com eles, quando sentei na cama ao lado dele, ela veio e começou a me beijar, enquanto nos beijávamos ele veio e começou a chupar os meus seios bem gostoso, mordendo o biquinho enquanto eu ainda beijava ela, foi quando ela parou de me beijar e também foi chupar os meus peitos junto com ele, eu então estiquei a minha mão esquerda e já coloquei no pau dele, desci então no pau dele, enquanto ele ficou chupando os peitos dela, coloquei o pau dele na minha boca e fui usando a língua nele todo, deixando ele todo babado, chupei só um pouquinho e deixei para que ela chupasse enquanto beijava ele, logo após ela chupar ele também, ele então deitou na cama, a maior fantasia dele era ver as duas chupando aquela piroca deliciosa e claro que eu jamais diria não ao pedido como esse, enquanto ele estava deitado, fui de um lado e ela do outro, enquanto ela caia de boca no pau dele, subi para beijar ele e fui descendo com beijinhos pelo corpo até chegar junto com ela, enquanto ela chupava a cabeça, eu chupava as bolas dele do jeito que ele pediu, nesse momento intercalamos entre beijos entre eu e ela e a cabeça do pau dele. Foi quando ela disse para ele ficar de pé e nos duas de joelho na frente dele, novamente as duas chuparam ele deixando o pau dele todo babado pronto pra meter em mim, e assim foi, me deitou na cama enquanto ela ficou do meu lado, ele levantou as minhas pernas e meteu o pau na minha buceta, não consegui me controlar e gemi enquanto ele metia, trocava beijos e caricias com ela, chupei os peitos dela que eram uma delicia, chupei delicadamente os biquinhos e ele metia sem parar, metia ate arrombar minha bucetinha toda, comecei a morder os biquinhos dela e assim foi fiquei “d4” junto com ela, enquanto ela comia ela, senti a mão dela por baixo do meu corpo, mexendo e apertando o biquinho do meu seio, enquanto ele metia o pau fundo nela e o dedo na minha buceta, ela gemia muito, foi quando então ele tirou da bucetinha dela e meteu fundo na minha, meteu sem parar, enquanto ela já estava ajoelhada só esperando a toda a porra dele, ele tirou da minha bucetinha, mirou na cara dela e já gozou tudinho, enquanto ele me beijava, foi uma delicia vê-la cheia de leitinho do meu homem.

Depois dessa transa quente e envolvente, fomos para a ducha mais uma vez, enquanto ela tirava toda a porra do corpo, ele ficou me encoxando em baixo daquela água morna deliciosa que caia no corpo, ele então beijou meu pescoço, quando ela terminou de se lavar já me puxou novamente para a cama e claro, eu fui, deitamos na cama e ela ficou por cima, enquanto ele continuou no chuveiro só observando toda aquela situação, enquanto ela ficou por cima, ela olhava para a minha boca enquanto me chamava de gostosa, ela foi descendo a mão, chegou na minha bucetinha, começou a passar a mão e começou a me masturbar, gemi de leve, enquanto beijava ela, beijava tão gostoso e ela adorava morder e puxar os meus lábios, parei de beijar ela e desci para o pescoço e fui descendo até chegar novamente nos seios dela, segurei um com força e o outro fui chupando e mordendo bem gostosinho, enquanto isso ela não tirava a mão da minha buceta, foi quando ele saiu do banho e deitou comigo, fiquei no meio dos dois, ela então começou a provocar ele para transar de novo, foi quando ea desceu ate a minha buceta e começou a me chupar, ela passava a língua suavemente entre a entrada da minha buceta e depois ia subindo lentamente, dando varias lambidinhas feito uma cachorra, ela então decidiu colocar o dedo dentro da minha bucetinha e assim foi feito, colocou dois dedinhos e começou a mexer, nesse mesmo momento estava beijando ele, e gemia com os dedos e a língua dela, senti o pau dele já batendo em mim e novamente desci a mão e fiquei brincando com o pau dele enquanto ela chupava minha buceta, puxei ela para a cama, comecei a beijar, cheguei perto do ouvido dela e pedi para chupar a buceta dela, dei um beijinho no pescoço dela e ela sussurrando disse que sim, então fui descendo beijando o corpo dela, e cheguei na bucetinha dela, enquanto isso o meu noivinho deu o pau pra ela chupar, primeiro passei o dedo por toda a bucetinha a fim de sentir ela toda, afinal era a primeira vez que ia chupar uma buceta, fui chegando ainda mais perto e comecei a passar a língua bem de leve, ela já estava molhada senti o gostinho dela na minha boca e continuei chupando o grelinho gostoso dela, chupei o clitóris e ela começou a gemer com o pau dele na boca, chupei a pepeca gostoso, foi quando o meu noivo saiu de lá, me puxou e começou a me chupar também, pensei, caralho que delicia essa língua e gemia muito, nesse momento a gata ficou só olhando ele me chupar gostoso, puxei ele e deitei ele na cama, fui no pau dele e comecei a chupar ele. Enquanto isso ele meteu os dedos na buceta dela e masturbava ela deliciosamente, sei bem como é delicioso quando ele faz isso, minhas pernas tremem de tanto tesão só de pensar, deixei a piroca dele durinha com um delicioso boquete que ele tanto gosta, ele gemia, então decidi sentar, subi em cima dele e sentei gostoso, senti o pau dele dentro de mim novamente, é sempre um prazer imenso transar com ele, acabei gozando no pau dele, me levantei, sai e chamei ela para brincar também, ela já chegou fazendo isso fiquei só olhando mais uma vez aquele cara gostoso fuder a buceta dela da mesma forma que ele faz com a minha, ela também sentou na piroca dele e ficou quicando, enquanto ela me ficou me olhando, até que ele segurou ela firme pela cintura e meteu tudo ate o fundo, arrombando a buceta dela, depois teter arrombado a minha também. Ele gozou gostoso, aquela cara de tesão gostoso, aquele gemido dos dois misturados em um só me deixou louca de tesão, terminamos a nossa aventura com um beijo triplo com direito a muita língua e beijos molhados, ela foi pro banho novamente enquanto fiquei deitada na cama com ele, depois que ela saiu, ela se trocou e nós também, entramos no carro e fomos embora, durante todo o percurso ficamos conversando e imaginando, claro, porém sem comentar nada, porque depois de uma aventura como está, depois desse dia nós não tivemos mais contato com essa moça, mas a primeira vez e a ultima vez que nos vimos valeu muito a pena.