Remédio na Academia – Parte I

Tava revendo os contos que enviei para este blog e percebi que mandei a parte 2 de meu conto e a parte 1 ainda não tinha mandado , segue então a primeira parte. Beijinhos para quem ler…
Depois de viajar por uma semana com meus pais para o Nordeste, voltei com uma vontade quase incontrolável de transar, de ser possuída novamente. As aulas já tinham começado, então a liberdade em casa sumiu e ficou mais difícil arranjar alguma coisa. Mesmo no colégio, a maioria dos meus “amigos” estava esticando as férias na primeira semana, impossibilitando uma aventurazinha na saída.
Na sexta-feira, como a aula tinha acabado mais cedo, resolvi passar na academia. Foi bater os olhos naqueles corpos esculturais e sentir um fogo subir de entre as pernas. Eram umas seis e meia. Eu tinha exagerado um pouco na viagem, então fui conversar com um dos professores, Válter, mulatão de 1,80 e tantos e mais de trinta anos.
Ele deu uma geral no meu corpo e disse que não havia nada demais, que eu podia fazer os mesmos exercícios de sempre. Pedi sua ajuda para o aquecimento e ele, muito educado, me atendeu prontamente. Ao sentir aqueles braços fortes dando apoio as minhas pernas, imaginei como seria uma aulinha particular.
A cada movimento, me fazia de desajeitada e me jogava no seu corpo, ora no tórax enorme, ora me agarrando à cintura malhada. Mas Válter parecia um religioso, continuava pacientemente orientando meu aquecimento. Decidi ser mais direta. Quando Válter pediu que eu esticasse bem uma perna para trás, fingi escorregar e caí… Para não me esborrachar, segurei firme nas coxas do professor e, de leve, rocei meu rosto no volume respeitável sob o short colante.
Dei um sorrisinho amarelo e disse que meu joelho doía. Acho que nesse instante ele perdeu o controle. Agitado, pegou minha mão e me conduziu a uma espécie de enfermaria. Depois que entramos, ele encostou a porta e perguntou porque eu estava daquele jeito, pois me conhecia há uns dois anos e sabia que eu não era estabanada.
Enrolei-o, dizendo que deviam ter sido as férias, a comida, a falta de atividade. Eu continuava mexendo no joelho, fingindo que estava machucada, arrebitando bastante a bunda quando inclinava para a frente. Vi que debaixo do short de Válter havia vida, e como. Na última provocação, enfiei os dedinhos na bunda para desencravar a calcinha, num movimento beeem lento.
Finalmente, Válter se deu conta das minhas intenções e disse: “Quer uma massagem no joelho?” Ele trancou a porta, mandou que eu deitasse na maca e começou a acariciar meu joelho. Logo subiu pelas coxas, chegando à virilha e, provavelmente, sentindo o calor que minha xaninha emanava.
Seu rosto se contorcia de tesão e seu pau parecia querer pular do shortinho apertado. Eu apenas mordia os lábios, calada e esperando o passo seguinte. Válter, suando de excitação (e por causa da sala abafada), puxou meu short e me deixou peladinha da cintura para baixo.
Ele dizia que eu era gostosa, que tinha provocado demais, que era impossível resistir. Depois, separou minhas pernas e meteu a cabeça entre elas, se lambuzando na minha boceta encharcada. Sua boca passeava, mordiscando meus lábios; sua língua se enfiava na minha vagina louca para ser penetrada, quente e vigorosa.
Válter ficou debruçado ali pelo menos uns dez minutos, me deixando nervosa, angustiada. Eu sentia um prazer incrível, mas a necessidade de tomar uma pirocada só crescia. Quando ele levantou a cabeça, metade da sua cara estava melada, do nariz ao queixo. Carregava um sorriso e seus olhos faíscavam, mirando a entrada da minha bocetinha.
Eu fechei as pernas e fiz com que ele subisse na maca também. Não havia espaço e os ferros da armação rangiam, parecia que tudo ia desabar. Mesmo assim ele surgiu em cima de mim, atolando sua boca no meu pescoço, chupando e lambendo, enquanto encostava seu tesouro na minha vulva.
Sua língua parecia ferver… Válter foi descendo e passou a morder meus peitos, por cima do top. Meus mamilos estavam tão endurecidos e projetados que ele não precisava se esforçar muito para mordiscá-los. Tomada pelo tesão, estiquei o braço, até agarrar o pau escondido, pressionando-o com força. Válter soltou um grunhido e se colocou de cabeça para baixo, metendo o cacete na minha boca.
Eu abocanhava aquele colosso por sobre o short mesmo, tentando visualizá-lo na minha mente. E Válter se deliciava novamente na minha entradinha. Eu já havia quase rasgado seu short quando murmurei, em meio a arfadas, que precisava ver aquela ferramenta. Se controlando, Válter desceu da maca e começou a abaixar o short vagarosamente. De repente, saltou um caralho gigante, lustroso na ponta, cheio de veias saltadas…
Continua…
Carregando…

Remédio Na Academia – Parte II