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Festa na piscina: universitários à deriva!


Quando se juntam três universitários com sete universitárias… os três quase morrem!
(escrito por Kaplan)
É amigos e amigas, vou narrar o que Meg conseguiu ver quando se reuniram, no sítio de uma colega delas, os três amigos/amantes que já conhecemos – Virgilio, Julio e Gabriel – com as três que sempre andavam com eles – Meg, Rejane e Lúcia – e mais quatro colegas delas, Anita, Priscila, Caroline e Monika.

Era a primeira vez que este grupo de dez pessoas se reunia. E, a princípio, o sexteto que já estava habituado a farras ficou meio receoso… como se comportariam as quatro meninas que ali estavam pela primeira vez?
 A casa era dos pais de uma delas, da Priscila, mas eles não estariam presentes. Estava tudo por conta dos dez. 
Que grupo maravilhoso…. (foto: Kaplan)

Então… quando chegaram e foram para perto da piscina, os três ficaram de bermudas, e as três de biquíni, assim como as quatro. Muita conversa, muita brincadeira, fotos tiradas, muita cerveja rolando, o clima foi esquentando nos dois sentidos, pois, além de todos estarem bem “quentes”, o sol estava de rachar…

Quem daria o primeiro passo, se é que haveria esse primeiro passo? Curiosamente, foi a Priscila, que abraçou-se com o Julio, pediu pra Meg tirar uma foto deles e Meg viu que ela levou a mão pra trás e pegou no pau dele. Como se aquilo fosse um sinal, o Julio tirou o sutiã dela e logo estavam as sete de topless. 

E Meg resolveu arriscar, chamou o Virgilio que estava nadando, ele veio até a parte rasa, ela então, abaixou a bermuda dele e mandou ver num boquete que foi aplaudido pelas demais. Pronto. O gelo fora quebrado e todos já sabiam que ia rolar sexo o dia inteiro. Mas… sete garotas para três rapazes? 

As “novatas” logo agarraram os três. Virgilio estava comendo a Priscila, em pé, Julio era cavalgado pela Monika e Gabriel pela Anita. Meg e Rejane começaram a se esfregar, Caroline olhou e não achou ruim quando Lúcia começou a passar a mão em seu corpo e a beijar seus seios. Pronto… todos ocupados e uma enorme orgia tinha lugar ali, com gemidos, risos, e gozos… 
Elas são gostosas… muito gostosas!

Passado este primeiro momento, pausa para mais cerveja, para nadar, para comer alguma coisa.

E depois foi a vez de Meg pegar o Gabriel, Rejane pegou o Virgilio, Lúcia pegou o Julio. As demais ficaram olhando e se masturbando o que quer dizer que as sete gemiam e os sons eram divinos…

Nova pausa para os cavalheiros se recuperarem, afinal ainda havia uma moça que não tinha experimentado os cacetes deles… Caroline ficou olhando, desfilando, para ver qual pica crescia primeiro e foi o Virgilio que o demonstrou, então ela foi chupá-lo e cavalgá-lo. 

Gabriel e Julio tiveram o prazer de ver seus paus chupados por duas. Meg e Monika chupavam o Gabriel, e Priscila e Anita o Julio. Rejane e Lúcia… abraçaram-se e começaram a se beijar, a se chupar, fizeram um belo 69.

Ao me contar, Meg lamentou que não houvesse mais homens. 

– Por que não me convidaram? Eu iria…

– Pois é, da próxima vez vou organizar melhor essa farra nossa…

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O carnaval de Meg, mascarada e dando


Mais uma da série: carnaval entre amigos, todos usando máscaras… e rolando muito sexo!
(escrito por Kaplan)
Nosso grupo de amigos se reunia sempre, festas eram comuns, todas regadas a muito sexo. Carnaval, então… todo ano no sitio de alguém, longe do mundo, fazíamos nosso próprio carnaval. E ali tinha de tudo, concursos de fantasia, bailes, ménages, swings, sexo a dois, de tudo um pouco. Eram quatro dias, dava para fazer de tudo!

Lembro de um baile à fantasia, de carnaval, logo depois que tínhamos feito uma viagem à Itália e, em Veneza, Meg comprou uma daquelas belíssimas máscaras do carnaval de lá. Ao comprar, já me falou:

– Aguarde o próximo carnaval. Vou causar uma explosão de felicidade!

Rimos, e quando chegamos no hotel ela experimentou, o que foi motivo para transamos loucamente, imaginando o que poderia rolar no carnaval.

A fantasia dela era a mais simples possível. Uma capa preta e a máscara. Sim, exatamente isso, debaixo da capa preta a nudez completa, exuberante. Ela tinha 37 anos naquela época. Seu corpo era inigualável, seios divinos, bumbum de 102cm… tudo de bom! 
Que fantasias…



… mais comuns…. Eca!
Ela levou a fantasia e deixou-a escondida no porta malas do carro, até a hora do baile, que seria no domingo. No sábado teve concurso de fantasias, e ela participou com uma de odalisca, que não chamou muito a atenção porque havia mais duas parecidas. Me fez ir de Zorro, o herói mascarado dos filmes de nossa infância. Também não fiz sucesso.

Mas o mais importante é que, ao longo do tempo, começaram a se formar os casais interessados em tirar a fantasia… e no final, todo mundo nu, transando na sala, nos quartos, e até na cozinha! Eu só vi Meg às três da manhã, quando quase todos já estavam arriados e ela veio de um quarto. 

– Vamos dormir que amanhã é outro dia… nossa… fiz um ménage ali que foi muito bom! E já sei quem vou pegar amanhã. Já me entregou qual vai ser a máscara dele e vou traçá-lo! E você, divertiu-se?

– Muito, mas fiquei só no mano a mano mesmo, demos duas trepadas muito boas.

No domingo, todo mundo falando, as mulheres querendo saber o que cada uma ia usar, e Meg não disse nada, ficou em silêncio, fugiu mesmo do pessoal, queria que sua fantasia fosse mesmo uma grande surpresa.

Quando o baile começou, todo mundo começando a beber uísque, cerveja, e todos dançando, todos fantasiados, ela foi ao carro, estava escuro lá fora, tirou a roupa e colocou a capa e a máscara. E assim ela entrou na sala. Os primeiros que a viram pararam até de dançar, extasiados pela beleza da máscara, que realçava bem por causa da capa preta que escondia o corpo dela por inteiro.
Mas quem é ela…


… ah… estes seios… é a Meg!!!
E ela, exibicionista como ela só, foi até o meio da sala e começou a sambar, momento em que a capa começou a mostrar o que havia… e ela jogou a capa para trás e quando seu corpo apareceu por inteiro, todo mundo ficou sabendo quem era.

Na mesma hora ela foi cercada por vários, mas ela já sabia quem seria o escolhido naquela noite. Procurou e encontrou, ele usava a mascara daquele fantasma do filme O fantasma da ópera. Chegou nele, pegou, levou-o para o meio da sala e ficaram dançando e ali mesmo ela se abaixou, abriu a calça dele fez um boquete. 
No meio do salão!!!



Liberou geral!!!
Um escândalo… que foi aplaudido por todo o mundo e aí o baile acabou. 
Todo mundo começou a comer todo mundo. E varamos a noite trepando. Ela ficou só com o rapaz que tinha escolhido, levou-o para um quarto e passaram a noite lá. De manhã ela saiu pelo corredor, nua, carregando a máscara e a capa nas mãos. Quem já estava acordado sorriu para ela, recebeu convites para que ela os escolhesse ao longo do dia e à noite, ela apenas sorria.

Me achou, fomos para o carro e dormimos lá dentro. Só levantamos quando nos vieram chamar para almoçar. Olhamos e vimos todo mundo nu, então… nos juntamos a eles!

Lá pelas 14 horas estavam todos na piscina e não tinha só gente nadando, já começavam os pegas e o que se via eram casais saindo da piscina, se enxugando e entrando na casa, à procura de um quarto onde pudessem transar à vontade.

Meg não quis saber de ninguém durante o dia, ficou comigo o tempo todo, eu percebia que ela tinha ficado cansada com as trepadas da noite. 

– Foram seis, querido, seis… e ele quer ficar comigo hoje de novo, mas acho que vou não… mais seis dessas eu desmonto… Você está muito a fim de alguém?

– Bem… tem muitas aí, mas acho que conheço todas.

– Vamos ficar juntos, hoje, então? Na hora que começar o baile a gente some…

Foi o que fizemos. E todo mundo ficou preocupado, onde estariam aqueles dois? Mas não ficaram sabendo. 

Aí, na terça feira, já refeita da surra de xoxota que ela levara, nos liberamos para transar com quem quiséssemos. Ela fugiu do rapaz das seis trepadas durante o dia, transou com dois e só quis saber dele à noite. Mesmo assim, depois da quarta ela saiu da cama e foi dormir no carro.

Eita carnaval produtivo aquele!

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Ele premiava os funcionários com sexo da esposa


Empresário estranho, escroto ou o quê? É cada um que aparece!
(escrito por Kaplan)
Acredito que Pascoal era o patrão que todo funcionário desejava. Não que ele pagasse os melhores salários da cidade, mas por causa dos “bônus” com que ele premiava os “funcionários do mês”. Era algo inacreditável, mas que ele determinava: se alguém comentasse, ia pra rua na mesma hora. Era algo a ser mantido em segredo. 

Claro que não era e ele sabia que não seria. Mas era uma forma de motivar seus empregados a trabalharem dobrado, pois todos queriam ser o “funcionário do mês” para merecer o tal “bônus”: nada mais nada menos do que uma noite com a bela loura esposa do Pascoal, a Fabíola, num motel, tudo pago pelo generoso patrão.

Um desses funcionários era meu amigo e me contou o que rolava. Chamava-se Jarbas e coube a ele ganhar o tão disputado título de “funcionário do mês”.

Naquela tarde, ao fim do expediente, o senhor Pascoal reuniu os cerca de 20 trabalhadores e anunciou que Jarbas tinha sido escolhido. Deu a ele um diploma, tiraram uma fotografia para colocar no mural que havia na entrada e que depois ele levaria para casa. 
Muito prazer, dona…

Sabedores do que iria acontecer, os funcionários que já tinham recebido aquela distinção levavam os outros embora. E Jarbas foi, com o seu Pascoal, ao encontro da Fabíola. Ele levou o Jarbas até seu apartamento, ele ficou conhecendo a Fabíola e logo ela o puxou pela mão e o levou ao motel.

Vendo que ele estava meio inibido, ela foi logo entregando o jogo.

– Olha, não se intimide. Eu era garota de programa que tive a sorte de encontrar um salvador, o Pascoal. Me tirou da vida, casou comigo, me dá tudo que quero e só me pede uma vez por mês para eu fazer de conta que ainda sou garota de programa. Passo algumas horas com os funcionários do mês, depois os deixo em casa. E vou para casa e conto tudo pra ele que, em seguida, me come maravilhosamente bem. Relaxa, portanto, e vamos curtir.

Entendendo a jogada, Jarbas resolveu participar ativamente.

Olhou bem para ela. Era uma linda mulher, devia ter uns 35 anos, loura, não muito magra. Pernas compridas, pois ele as viu já que ela estava de shortinho. Bumbum parecia bem durinho quando ela andava. 

– O que você gosta de fazer, Jarbas? Melhor, me diga: você é casado?

– Sim, sou.

– Ótimo, então faça de conta que sou sua mulher, faça comigo o que você gosta de fazer com ela.

– Ok. 
Maravilhosa…


Slurp.. slurp… deliciosa…
Tirou a camisa e chegou até onde ela estava, segurou-a pelos cabelos, firme, mas carinhosamente e deu-lhe um beijo. Gostou que ela correspondeu e então beijos furiosos aconteceram entre eles. A blusa que ela usava foi tirada, assim como o sutiã e ele pegou nos seios dela, mamou neles, beijou-os, lambeu-os. 

Foi descendo com os beijos, passando pela barriga lisinha dela, tirou o shortinho, a calcinha, viu uma bela bucetinha peluda que lambeu e enfiou a língua dentro dela, depois um dedo, mais um, fez movimentos de vai e vem com os dedos.

Fabíola sentiu que aquele funcionário era diferente. Os outros eram bem machistas, que sempre buscavam o prazer deles. Jarbas não, estava procurando dar prazer a ela, era uma novidade e ela relaxou e se deixou levar por ele.

E então rolaram na cama, beijando-se muito, mãos percorriam os corpos, lábios buscavam as regiões mais erógenas, fizeram um 69 como há muito ela não fazia. Gostou de chupar o pau dele, de tamanho médio, que ela conseguia colocar praticamente todo dentro da boca enquanto sentia a língua dele dar-lhe verdadeiras chicotadas dentro da vagina.

Prendeu os braços dele com suas mãos ao sentar-se no pau dele.

– Você é bom, cara… muito bom! Me come! Quero gozar com você, coisa que nunca fiz com nenhum outro funcionário dele.

Ele achou que não era verdade o que ela dizia, mas… não custava dar prazer a ela, pois ele também recebia prazer!
Uau… que elasticidade…

Então deixou-a pular, e notou que ela parecia estar, mesmo, aproveitando. Seus olhos estavam fechados, sua boca entreaberta, ela pulava e os seios dela quase saíam do corpo, tal a fúria com que ela pulava. Seus corpos estavam molhados de suor quando ela deu um grito, demonstrando que tinha gozado. Não, ela não fingira. Ele percebeu que ela gozara mesmo, pois o corpo dela caiu sobre o seu e ele sentiu o coração dela bater descompassadamente.

– Jarbas… você foi ótimo… obrigada! Faz isso com sua mulher? Que feliz ela é!

– Faço sim, nunca gosto de gozar sozinho, sempre procuro esperar que ela goze.

– Mantenha isso, meu querido… mantenha isso! Bem, não temos muito tempo, vamos tomar um banho?

Foram para o chuveiro e se banharam, momento em que ele fez questão de ensaboar e enxaguar Fabíola, beijando todo seu corpo. Beijou longamente a bunda dela, passou a língua no reguinho, chegou ao cuzinho. Ela não se incomodou. Não curtia muito sexo anal, mas aquele rapaz… ela daria tudo a ele depois daquele gozo monumental. Então falou com ele para sentar, pois viu que o pau dele já estava duro de novo. E sentou-se, mas colocando o pau em seu cuzinho. Definitivamente ela nunca deixara os “machistas” fazerem anal com ela. Ele era um privilegiado. E pulou até ele gozar.

Lavou, carinhosamente, o pau dele, saíram do chuveiro, se enxugaram e se vestiram. Foram embora, ela o levou até o edifício onde ele morava, parou no quarteirão anterior para ninguém ver que ela o estava levando e despediu-se.

No dia seguinte, após ser recebido com sorrisos pelos colegas, ele foi chamado à sala do seu patrão. Temeroso, entrou e Pascoal olhou para ele.

– Olha, eu não sei o que você fez de mais ontem à noite, mas minha mulher exigiu que eu o nomeasse funcionário do mês de novo!

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As duas comissárias deram para o comandante… do iate


Assim no céu como no mar… elas gostam é de trepar!
(escrito por Kaplan)
Rosiane e Samira eram duas comissárias de bordo, muito amigas, amigas até demais, como diziam os comandantes das equipes que elas faziam parte. Todos achavam que elas eram lésbicas, porque estavam sempre juntas e não davam bola para eles.

Estavam redondamente enganados. As duas até que, de vez em quando, para quebrar a rotina, entregavam-se a alguns beijos e amassos nos hotéis em que pernoitavam, mas isso era pontual. Na maior parte do tempo eram amigas que curtiam muito sair com homens, só não queriam se envolver com colegas de trabalho, pra não ficarem faladas.

Numa das viagens ao Nordeste, um dos passageiros conversou com elas, aproveitando que o avião não estava muito cheio e disse que, se elas tivessem folga, ele tinha um iate e gostaria de leva-las a passear.

Elas adoraram o convite, mesmo porque teriam dois dias de folga, pois haviam dobrado na semana anterior. Falaram com ele em qual hotel ficariam hospedadas e ele ficou de ligar bem cedo, para aproveitarem bem o dia. 
Nossa… vou dar tanto amanhã!!!

Ficaram tão entusiasmadas, porque o passageiro, que se chamava Paulo Roberto, era um gato que, ao chegarem ao hotel, conversando sobre o que poderia rolar no dia seguinte, ficaram tão excitadas que tomaram banho juntas, e ai veio a vontade, foram para a cama e se amaram loucamente. Dormiram nuas, enroscadas.

Às oito da manhã, já prontas, foram chamadas por ele, desceram, ele as esperava num carro e saiu em disparada em direção ao píer onde seu iate estava. Não era bem um iate, era uma lancha, maior do que as habituais.

Subiram e ele saiu pilotando, saiu para bem longe do local de onde saíram. As duas ficaram conversando e resolveram tesar o novo amigo. Tiraram as saídas de praia, ficaram só de biquíni e começaram a dar umas esfregadas uma na outra, a pegar nos seios, fizeram topless. Ele apenas fazia o sinal de positivo, estava gostando, mas não podia parar ali, precisava encontrar um local mais adequado. Enquanto procurava, deliciava-se com as duas. 
Ele já viu… agora é só esperar ele chegar…

Que seios maravilhosos elas tinham. Não se enganara ao convidar e já tinha a certeza de que ia rolar algo muito bom. O início estava promissor.

Quando, finalmente, ele achou um bom local para estacionar e poder usufruir melhor daquelas delícias, não perdeu tempo: saiu da cabine e foi na direção delas já pelado e com a barraca devidamente armada.

Elas sorriram de satisfação ao ver como ele chegava. E ele foi se encostando na Samira, que estava de costas para ele e esfregando seu pau na bundinha dela, logo afastou a calcinha e mandou ver. As duas se espantaram com a rapidez da coisa. Estavam acostumadas a preliminares mais sofisticadas, mas Samira estava gostando da pegada dele e rebolava com o pau dentro de sua xotinha.

Depois ele foi até Rosiane, tirou a calcinha dela e deitou-a, cobrindo-a com seu corpo e enfiando o pau na xotinha num típico papai e mamãe. Que ela gostou também, porque o pau dele era muito interessante e ele sabia usá-lo. Ficou bastante satisfeita com a performance.

Samira deitou-se ao lado dela porque tinha certeza do que viria em seguida, como de fato aconteceu: ele bateu uma punheta e gozou nos seios e barrigas das duas.
Subindo para mais uma rodada!!!

Pularam dentro da água, nadaram um bocado e voltaram para a lancha, que ele insistia em chamar de iate.

Ofereceu bebidas e sanduiches que trouxera e ficaram os três, nus, bebendo, comendo e conversando. E logo elas viram que  o pau dele começava a se movimentar… e ficou durão!

Rosiane foi a primeira a experimentar a nova dureza. Primeiro com um 69 que ela achou divino e depois cavalgando o Paulo Roberto até explodir num gozo fantástica, berrando aos quatro ventos o prazer que teve. Caiu deitada, de lado, respirando até com dificuldade. Olhava para ele, deitado ao lado e só via o pauzão ainda duríssimo. Chamou Samira. 

– Todo seu!

Ele levantou-se, pegou Samira pela mão e levou-a até a amurada. Ela entendeu o que ele queria. Colocou as mãos para ficar bem firme, arrebitou o bumbum e lá veio ele comendo-a por trás. E ela precisou segurar bem firme, porque ele bombava com uma disposição fora do comum! 
Uau… acho que ele vai me jogar no mar…

Depois de muito meter, ainda deixou que ela o cavalgasse. 

– Meninas, eu não tinha ideia de que iria conhece-las e tinha uns compromissos que não consegui adiar. Vamos ter de voltar agora. Querem passear mais amanhã? Estarei livre o dia todo e podemos procurar novos lugares interessantes…

Elas concordaram, então vestiram seus biquínis e colocaram suas saídas de praia, retornaram. Ele as deixou no hotel e falou que voltaria na manhã seguinte.

Elas subiram, despiram-se e foram tomar banho, momento em que comentaram as proezas da manhã.

– Ele é meio apressadinho, quer resolver tudo logo, mas é gostosinho, não achou, Samira?

– Achei sim, parece que não gosta de preliminares, o que é uma pena… eu adoro, mas no geral foi muito bom. Depois de passar dias voando, pelo menos ficamos na água, nadamos… vamos ver amanhã.

Deram-se mais alguns beijos, deitaram, dormiram um pouco, depois foram rodar pela cidade. Ao retornarem ao hotel, para jantar, um choque: Rosiane estava sendo convocada a voar aquela noite, em substituição a uma comissária que adoecera.

– Mas que merda… tudo acontece comigo!

Abraçou a amiga e chorou. Era muito azar! Ia trocar um dia inteiro no tal iate, com belas trepadas, por um voo. Não teve como evitar o choro, mas teve de se aprontar, o voo era dali a duas horas, só teria tempo de chegar ao aeroporto.

Despediu-se da amiga, desejou boa sorte no dia seguinte.

– Fala com o Paulo Roberto que qualquer dia desses eu paro aqui de novo e vou querer um dia inteiro com ele no iate. Ele vai ficar me devendo essa! 
Tadinha da Rosiane… a gente podia estar treinando agora…

Samira ficou muito chateada com o que acontecera, mal conseguiu jantar. Foi para o quarto e custou a dormir. Dormiu nua, deitada sobre o travesseiro e conversando com ele como se fosse sua grande amiga.

Na manhã seguinte, uma surpresa. Quando desceu para se encontrar com o Paulo Roberto, viu que havia um outro homem no carro.

Entrou e falou do problema com a amiga.

– Puxa, mas que azar… eu até trouxe meu amigo Manoel para ir com a gente, já que eram vocês duas… se incomoda de irmos só os três? É só na parte da manhã, porque o Manoel trabalha à tarde e tenho de traze-lo de volta antes do meio dia.

– Por mim tudo bem. Vamos embora, quero sol e mar!

– Assim é que se fala!

Foram, embarcaram. Tão logo se distanciaram, ela deixou os dois na cabine e foi para a proa. Pensou: os dois vão me comer. Era o que eu queria? Não, mas vou ter de encarar. 
Podem vir, eu aguento os dois!

Então, sem mais delongas, tirou a roupa e ficou totalmente nua, de costas para eles, à espera dos garanhões.

Logo o Paulo Roberto, também nu, veio ter com ela, Manoel ficou conduzindo o iate. 

– Samira, as coisas ficaram fora do que planejamos. Mas não queremos forçar você a nada. Conversei com o Manoel agora e ele concordou. Se você não quiser transar com nós dois, não tem problema, não vamos forçar a barra. Você decide, tá querida?

– Te agradeço, Paulo, mas não vou atrapalhar o plano de vocês. Não é a primeira vez que faço ménages… mas já que você terá de deixa-lo ao meio dia, posso contar que ficaremos nós dois, só nós dois, na parte da tarde?

– Toque aqui, garota! Combinado! Vou falar com ele para achar um lugar e parar o iate. Enquanto ele procura, eu volto aqui pra gente brincar um pouquinho…olha só como já estou!

Mostrou o pau duro pra ela que deu um sorriso e esperou. Ele foi até a cabine, deu umas indicações ao Manoel e voltou ao lado dela, abraçando-a, beijando-a. Ela pegou no pau dele e o chupou. Vendo aquilo, o Manoel endureceu o dele também e logo chegou a um local apropriado. Parou a lancha e foi, já pelado e de pau duro, ao encontro dos dois. O Paulo Roberto deixou os dois mais à vontade, já que era o segundo dia dele com a Samira e ainda teria a tarde toda com ela.

Samira gostou que o Manoel, ao contrário do amigo, gostava de preliminares, e demorou-se beijando os seios, mamando neles, chupando a xotinha. Ela gostou muito e abriu bem as pernas, porque a tora dele era bem mais grossa do que a outra, entrou rasgando e logo ele estava bombando, no melhor papai e mamãe da vida dela! 
Hmmm… o que minha amiga está perdendo…

Ela gozou e tratou de fazer um novo boquete no Manoel, que continuava deitado. Como ela ajoelhou, abriu espaço para o Paulo Roberto ajoelhar atrás dela e meter firme na xotinha, sacudindo-a toda.

Ela não conseguia parar de pensar na falta que a amiga fazia. O jeito era aproveitar pelas duas… e como aproveitou!

Os dois ficaram em pé com ela no meio deles, e ela ficou chupando um e outro e masturbando-os enquanto se ocupava de um. Levou um banho de porra e teve de pular na água para se limpar. Eles pularam também e ficaram agarrando-a enquanto nadavam.

Manoel estava preocupado com a hora, então voltaram, ele desceu. Paulo e Samira tinham colocado as roupas apropriadas, ou seja, ele estava de bermuda e ela de biquíni. Ali havia gente demais e não se podia dar bandeira.

Depois que Manoel desembarcou, Paulo voltou a dirigir o iate para fora daquele local. Admirou-se de ver que Samira não tirava o biquíni, fez sinal para ela tirar e ela, sorrindo, fez com o dedo que não. Ele não entendeu, mas não ligou, continuou levando o iate para o local onde havia parado no dia anterior com as duas.

Quando estava quase parando, viu que ela tirava o sutiã. E assim que parou ela tirou a calcinha, deitou-se, com as pernas abertas, apontou a xotinha e o chamou.

– Vem, meu garanhão, me come por mim e pela Rosiane…

Ele foi e deu um trato legal nela. Sem pressa de gozar, ele a fez cavalgar nele, depois colocou-a de quatro e meteu com vontade. Quando ele parou ela o chupou, tornou a cavalga-lo, deu de novo de cachorrinho e gozou. Ficou deitada, suspirando, tinha sido muito bom…

E teve de tomar o gostoso leite com ares marítimos, que ele fez questão de oferecer a ela.